TRECHO:
Tehilim 1:1
.בשי אל םיצל בשומבו דמע אל םיאטח ךרדבו םיעשר תצעב ךלה אל רשא שיאה ירשא
Feliz o homem que não anda no conselho dos maus/ E na estrada dos errantes não descansa
/ E no assento dos zombadores não assenta.
Tehilim 1:2
.הלילו םמוי הגהי ותרותבו וצפח הוהי תרותב-םא יכ
Porque na Torá de HaShem está seu prazer /E em sua Torá murmura prazeirosamente dia e
noite.
Tehilim 1:3
.חילצי השעי-רשא לכו לובי אל והלעו ותעב ןתי וירפ רשא םימ יגלפ-לע לותש ץעכ היהו
E será como árvore plantada sobre córregos de águas/ Cujo fruto dá em seu tempo/ E cuja
folha não murcha/ E tudo o que faz irá adiante.
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sábado, 27 de junho de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Tratado Berakhot - Mishná
TRECHO:
Introdução
O Tratado Berakhot versa sobre as leis das benções e orações, iniciando com a questão da
recitação do Shemá. A recitação do Shemá é um dos mais importantes preceitos da Torá, e
deve ser realizada duas vezes ao dia (Devarim 6:7). O Shemá (Ouça) é a profissão de fé
judaica na unidade do Criador e constitui-se dos versículos de Devarim 6:4–9 (com a adição
de uma linha do Talmud, Pesachim 56a), Devarim 11:13–21 e Badmidbar 15:37–41. O nome
Shemá Yisrael vem das duas primeiras palavras de Devarim 6:4.
Esta mishná traz as diferentes visões sobre a recitação do Shemá à tarde, conforme o
sentido da interpretação do tempo estipulado em "ao deitar-se" (Devarim 6:7).
Introdução
O Tratado Berakhot versa sobre as leis das benções e orações, iniciando com a questão da
recitação do Shemá. A recitação do Shemá é um dos mais importantes preceitos da Torá, e
deve ser realizada duas vezes ao dia (Devarim 6:7). O Shemá (Ouça) é a profissão de fé
judaica na unidade do Criador e constitui-se dos versículos de Devarim 6:4–9 (com a adição
de uma linha do Talmud, Pesachim 56a), Devarim 11:13–21 e Badmidbar 15:37–41. O nome
Shemá Yisrael vem das duas primeiras palavras de Devarim 6:4.
Esta mishná traz as diferentes visões sobre a recitação do Shemá à tarde, conforme o
sentido da interpretação do tempo estipulado em "ao deitar-se" (Devarim 6:7).
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Assim Falou Zaratustra, de Friedrich Nietzsche
TRECHO:
Preâmbulo de Zaratustra
Aos trinta anos Zaratustra afastou−se
da sua pátria e do lago da sua pátria, e
dirigiu−se à montanha. Durante dez
anos gozou por lá do seu espírito e da
sua solidão sem se cansar. Variaram,
no entanto, os seus sentimentos, e uma
manhã, erguendo−se com a aurora,
pôs−se em frente do sol e falou−lhe da
seguinte maneira:
"Grande astro! Que seria da tua
felicidade se te faltassem aqueles a
quem iluminas? Faz dez anos que te
apresentas à minha caverna, e, sem
mim, sem a minha águia e a minha
serpente, haver−te−ias cansado da tua
luz e deste caminho.
Nós, porém, te aguardávamos todas as
manhãs, tomávamos−te o supérfluo e
bendizíamos−te.
Pois bem: já estou tão enfastiado da
minha sabedoria, como a abelha
quando acumula demasiado mel.
Necessito mãos que se estendam para
mim. Quisera dar e repartir até que os
sábios tornassem a gozar da sua
loucura e os pobres, da sua riqueza.
Por essa razão devo descer às
profundidades, como tu pela noite, astro
exuberante de riqueza quando
transpôes o mar para levar a tua luz ao
mundo inferior.
Eu devo descer, como tu, segundo
dizem os homens a quem me quero
dirigir.
Abençoa−me, pois, olho afável, que
podes ver sem inveja até uma felicidade
demasiado grande!
Abençoa a taça que quer transbordar,
para que dela jorrem as douradas
águas, levando a todos os lábios o
reflexo da tua alegria!
Olha! Esta taça quer novamente
esvaziar−se, e Zaratustra quer tornar a
ser homem".
Assim principiou o ocaso de Zaratustra.
Preâmbulo de Zaratustra
Aos trinta anos Zaratustra afastou−se
da sua pátria e do lago da sua pátria, e
dirigiu−se à montanha. Durante dez
anos gozou por lá do seu espírito e da
sua solidão sem se cansar. Variaram,
no entanto, os seus sentimentos, e uma
manhã, erguendo−se com a aurora,
pôs−se em frente do sol e falou−lhe da
seguinte maneira:
"Grande astro! Que seria da tua
felicidade se te faltassem aqueles a
quem iluminas? Faz dez anos que te
apresentas à minha caverna, e, sem
mim, sem a minha águia e a minha
serpente, haver−te−ias cansado da tua
luz e deste caminho.
Nós, porém, te aguardávamos todas as
manhãs, tomávamos−te o supérfluo e
bendizíamos−te.
Pois bem: já estou tão enfastiado da
minha sabedoria, como a abelha
quando acumula demasiado mel.
Necessito mãos que se estendam para
mim. Quisera dar e repartir até que os
sábios tornassem a gozar da sua
loucura e os pobres, da sua riqueza.
Por essa razão devo descer às
profundidades, como tu pela noite, astro
exuberante de riqueza quando
transpôes o mar para levar a tua luz ao
mundo inferior.
Eu devo descer, como tu, segundo
dizem os homens a quem me quero
dirigir.
Abençoa−me, pois, olho afável, que
podes ver sem inveja até uma felicidade
demasiado grande!
Abençoa a taça que quer transbordar,
para que dela jorrem as douradas
águas, levando a todos os lábios o
reflexo da tua alegria!
Olha! Esta taça quer novamente
esvaziar−se, e Zaratustra quer tornar a
ser homem".
Assim principiou o ocaso de Zaratustra.
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Teologia
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Sefer Yetzirá - Meditação Cabalística, de Alexandre Chagas
TRECHO:
Esta meditação serve para atrair Sabedoria, Riqueza, Semente (Força Interior), Vida (Cura), Domínio (interior e exterior), Paz e Graça (graça divina, boa sorte) e foi ensinada pelos antigos cabalistas. Foi publicada pela primeira vez por Alexandre Chagas.
Esta meditação serve para atrair Sabedoria, Riqueza, Semente (Força Interior), Vida (Cura), Domínio (interior e exterior), Paz e Graça (graça divina, boa sorte) e foi ensinada pelos antigos cabalistas. Foi publicada pela primeira vez por Alexandre Chagas.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Os 72 nomes de Deus - Guia Prático de Consulta e Meditação, de Alexandre Chagas
TRECHO:
Obs: Este livro apenas ensina técnicas terapêuticas de cabalá judáica, estando fora de seus ensinamentos as técnicas de Apometria Cósmica Avançada para expansão dos Nomes em outras realidades espirituais e seu intercâmbio com o mundo físico, o que somente ocorrerá em sala de aula.
Obs: Este livro apenas ensina técnicas terapêuticas de cabalá judáica, estando fora de seus ensinamentos as técnicas de Apometria Cósmica Avançada para expansão dos Nomes em outras realidades espirituais e seu intercâmbio com o mundo físico, o que somente ocorrerá em sala de aula.
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Sefer Zohar Pinchas - livro da cura, de Alexandre Chagas
TRECHO:
Este é o livro de cura cabalístico, em formato totalmente novo, leve e com melhores condições de impressão. A parte de ensino está em português e o conteúdo meditativo encontra-se em hebráico.
Obs: Este livro apenas ensina técnicas terapêuticas de cabalá judáica, estando fora de seus ensinamentos as técnicas de Apometria Cósmica Avançada para utilização em atendimentos holísticos profundos, o que somente ocorrerá em sala de aula.
http://www.luzcristica.com/
Este é o livro de cura cabalístico, em formato totalmente novo, leve e com melhores condições de impressão. A parte de ensino está em português e o conteúdo meditativo encontra-se em hebráico.
Obs: Este livro apenas ensina técnicas terapêuticas de cabalá judáica, estando fora de seus ensinamentos as técnicas de Apometria Cósmica Avançada para utilização em atendimentos holísticos profundos, o que somente ocorrerá em sala de aula.
http://www.luzcristica.com/
quinta-feira, 8 de maio de 2008
As Religiões no Rio, de João do Rio / Paulo Barreto
A
MANUEL JORGE DE OLIVEIRA ROCHA
meu amigo.
A religião? Um misterioso sentimento, misto de terror e de esperança, a simbolização
lúgubre ou alegre de um poder que não temos e almejamos ter, o desconhecido avassalador, o
equívoco, o medo, a perversidade.
O Rio, como todas as cidades nestes tempos de irreverência, tem em cada rua um templo e
em cada homem uma crença diversa.
Ao ler os grandes diários, imagina a gente que está num pais essencialmente católico, onde
alguns matemáticos são positivistas. Entretanto, a cidade pulula de religiões. Basta parar em
qualquer esquina, interrogar. A diversidade dos cultos espantar-vos-á. São swendeborgeanos,
pagãos literários, fisiólatras, defensores de dogmas exóticos, autores de reformas da Vida,
reveladores do Futuro, amantes do Diabo, bebedores de sangue, descendentes da rainha de
Sabá, judeus, cismáticos, espíritas, babalaôs de Lagos, mulheres que respeitam o oceano,
todos os cultos, todas as crenças, todas as forças do Susto. Quem através da calma do
semblante lhes adivinhará as tragédias da alma? Quem no seu andar tranqüilo de homens sem
paixões irá descobrir os reveladores de ritos novos, os mágicos, os nevrópatas, os delirantes, os
possuídos de Satanás, os mistagogos da Morte, do Mar e do Arco-Íris? Quem poderá perceber,
ao conversar com estas criaturas, a luta fratricida por causa da interpretação da Bíblia, a luta
que faz mil religiões à espera de Jesus, cuja reaparição está marcada para qualquer destes
dias, e à espera do Anti-Cristo, que talvez ande por aí? Quem imaginará cavalheiros distintos
em intimidade com as almas desencarnadas, quem desvendará a conversa com os anjos nas
chombergas fétidas?
Eles vão por aí, papas, profetas, crentes e reveladores, orgulhosos cada um do seu culto, o
único que é a Verdade. Falai-lhes boamente, sem a tenção de agredi-los, e eles se confessarão
- por que só uma coisa é impossível ao homem: enganar o seu semelhante, na fé.
Foi o que fiz na reportagem a que a Gazeta de Notícias emprestou uma tão larga
hospitalidade e um tão grande ruído; foi este o meu esforço: levantar um pouco o mistério das
crenças nesta cidade
Não é um trabalho completo. Longe disso. Cada uma dessas religiões daria farta messe
para um volume de revelações. Eu apenas entrevi a bondade, o mal e o bizarro dos cultos, mas
tão convencido e com tal desejo de ser exato que bem pode servir de epígrafe a este livro a
frase de Montaigne:
Cecy est un livre de bonne foy.
João do Rio
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MANUEL JORGE DE OLIVEIRA ROCHA
meu amigo.
A religião? Um misterioso sentimento, misto de terror e de esperança, a simbolização
lúgubre ou alegre de um poder que não temos e almejamos ter, o desconhecido avassalador, o
equívoco, o medo, a perversidade.
O Rio, como todas as cidades nestes tempos de irreverência, tem em cada rua um templo e
em cada homem uma crença diversa.
Ao ler os grandes diários, imagina a gente que está num pais essencialmente católico, onde
alguns matemáticos são positivistas. Entretanto, a cidade pulula de religiões. Basta parar em
qualquer esquina, interrogar. A diversidade dos cultos espantar-vos-á. São swendeborgeanos,
pagãos literários, fisiólatras, defensores de dogmas exóticos, autores de reformas da Vida,
reveladores do Futuro, amantes do Diabo, bebedores de sangue, descendentes da rainha de
Sabá, judeus, cismáticos, espíritas, babalaôs de Lagos, mulheres que respeitam o oceano,
todos os cultos, todas as crenças, todas as forças do Susto. Quem através da calma do
semblante lhes adivinhará as tragédias da alma? Quem no seu andar tranqüilo de homens sem
paixões irá descobrir os reveladores de ritos novos, os mágicos, os nevrópatas, os delirantes, os
possuídos de Satanás, os mistagogos da Morte, do Mar e do Arco-Íris? Quem poderá perceber,
ao conversar com estas criaturas, a luta fratricida por causa da interpretação da Bíblia, a luta
que faz mil religiões à espera de Jesus, cuja reaparição está marcada para qualquer destes
dias, e à espera do Anti-Cristo, que talvez ande por aí? Quem imaginará cavalheiros distintos
em intimidade com as almas desencarnadas, quem desvendará a conversa com os anjos nas
chombergas fétidas?
Eles vão por aí, papas, profetas, crentes e reveladores, orgulhosos cada um do seu culto, o
único que é a Verdade. Falai-lhes boamente, sem a tenção de agredi-los, e eles se confessarão
- por que só uma coisa é impossível ao homem: enganar o seu semelhante, na fé.
Foi o que fiz na reportagem a que a Gazeta de Notícias emprestou uma tão larga
hospitalidade e um tão grande ruído; foi este o meu esforço: levantar um pouco o mistério das
crenças nesta cidade
Não é um trabalho completo. Longe disso. Cada uma dessas religiões daria farta messe
para um volume de revelações. Eu apenas entrevi a bondade, o mal e o bizarro dos cultos, mas
tão convencido e com tal desejo de ser exato que bem pode servir de epígrafe a este livro a
frase de Montaigne:
Cecy est un livre de bonne foy.
João do Rio
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segunda-feira, 21 de abril de 2008
sobre "Sepher haBahir / Sefer ha-Bahir - Livro da Iluminação"
O Sepher haBahir também chamado de Midrash do Rabi Nehuniah ben Hakana é, juntamente com o Sepher Yetzirah que o precedeu e o Sepher haZohar que o suscedeu, um dos trabalhos clássicos da Cabala.
Seu nome vem do primeiro versículo citado no seu próprio texto: (Jó, 37-21) "E agora não se vê luz, o céu é luminoso (bahir)".
Citado no comentário de Raavad a respeito do Sepher Yetzirah e pelo Ranban (Rabi Moshe Nachman) em seu comentário sobre a Torah, é também, por diversas vêzes, parafraseado no Zohar, conforme Aryeh Kaplan em sua introdução à tradução e comentário do Bahir.
Dizia Moshe Cordovero (1522-1570): "As palavras deste texto são lumionosas (Bahir) e cintilantes, mas o seu brilho pode cegar...".
Acredita-se que o Bahir foi composto em meados do século XII (1175), na escola cabalística de Provance (França), e circulou por quase cinco séculos em forma de manuscrito, restrito a um círculo restrito de cabalistas judeus, antes que fosse impresso em Amsterdã no ano de 1651.
Sua primeira edição em outra língua deu-se em 1923 para o alemão e após em 1980 para o inglês. Assim, o Bahir é, como o Zohar um trabalho não muito popular, seu texto é porém muito menor que o do Zohar, em torno de 12.000 palavras, e maior que o Sepher Yetzirah.
Embora o Bahir seja considerado como produto dos ensinamentos do Rabi Nehuniah, partes consideráveis do trabalho são atribuidos a outros autores de sua escola ou descendência. Dentre estes, são citados o Rabino Akiba, o Rabino Eliezer o Grande, Rabino Berachia, Rabino Yochanan ben Dahabai, Rabino Levitas ben Tavros e Rabino Rahumai o mais citado dentre todos, suscessor do Rabi Nehuniah como líder da escola, que também conheceu o Rabi Pinhas ben Yair, sogro do Rabi Shimon bar Yochai, autor do Zohar. Diz a lenda que Rabi Rahumai estava junto com o Rabi Pinhas, quando Rabi Shimon saiu de sua caverna no Kineret, onde o Zohar lhe foi revelado...
Conta-nos Aryeh Kaplan, que com o encerramento do período Talmúdico, o círculo de cabalistas diminuiu e, em certas épocas, pode não ter ultrapassado uma parca dúzia de indivíduos. Porém este grupo era tão unido que, muitas vêzes, pessoas estranhas nem suspeitavam de sua existência. Embora fosse importante manter a tradição da Cabala, também era importante evitar que caísse em mãos erradas...Dentre os cabalistas "pré-Bahir", podemos citar Natronai Gaon (794-861), Sherira Gaon(906-1006), Hai Gaon (939-1038).
Por outro lado, sábios como Maimônides (1135-1204) que escreveu a Mishné Torah e o Rabi Yehudá ben Barzilai (1035-1105) autor de um dos mais extensos comentários sobre o Sepher Yetzirah, nunca viram ou comentaram nada sobre o Bahir.
Ainda dentre os conhecedores da Tradição encontram-se Ravaad o Rabino Avraham ben David de Posquieres (1120-1198), filho de Avraham ben Itzrak e pai de Isaac o Cego, que embora fosse cego possuia a reputação de poder ver a alma de uma pessoa e de ser capaz de ler os seus pensamentos. Isaac o Cego, que foi chamado de "Pai da Cabala" pelo Rabi Bachya Asher (1276-1340) em seu comentário sobre a Torah, transmitiu a tradição a seus discípulos Ezra e Ariel, e estes ao Rabino Moshe ben Nachman (Nachmanides), conhecido como Ranban (1194-1270) que citou frequentemente o Bahir em seus comentários sobre a Torah.
O Bahir foi o texto mais importante da Cabala Clássica, até a publicação do Zohar em 1295. E este último extende-se em muitas oportunidades sobre comentários e conceitos encontrados inicialmente no Bahir. De fato um estudo cuidadoso revela uma considerável semelhança entre os dois trabalhos, o que pode ser explicado pelo fato de que o Rabino Shimeon bar Yochai, autor do Zohar, conhecia os ensinamentos de Rabi Nehuniah, mesmo antes da revelação mística especial da caverna o Rabi Shimeon já devia ter sido iniciado na Tradição dos "Mistérios da Carruagem" conforme o Bahir chama a Cabala, e a ligação deve ter sido o Rabi Pinhas ben Yair, sogro de Shimeon e amigo do Rev Rahumai, conforme citado. De especial interesse é também o fato de que ambos os trabalhos Zohar e Bahir referem-se à Luz e a Brilho...
Ainda conforme Kaplan, resumimos a seguir a estrutura do Bahir e seus ensinamentos:
1 - Primeiros versículos da criação (1-16)
2 - O alfabeto (27-44)
3 - As Sete Vozes e Sephiroth (45-123)
4 - As dez Sephiroth (123-193)
5 - Mistérios da Alma (194-200)
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Seu nome vem do primeiro versículo citado no seu próprio texto: (Jó, 37-21) "E agora não se vê luz, o céu é luminoso (bahir)".
Citado no comentário de Raavad a respeito do Sepher Yetzirah e pelo Ranban (Rabi Moshe Nachman) em seu comentário sobre a Torah, é também, por diversas vêzes, parafraseado no Zohar, conforme Aryeh Kaplan em sua introdução à tradução e comentário do Bahir.
Dizia Moshe Cordovero (1522-1570): "As palavras deste texto são lumionosas (Bahir) e cintilantes, mas o seu brilho pode cegar...".
Acredita-se que o Bahir foi composto em meados do século XII (1175), na escola cabalística de Provance (França), e circulou por quase cinco séculos em forma de manuscrito, restrito a um círculo restrito de cabalistas judeus, antes que fosse impresso em Amsterdã no ano de 1651.
Sua primeira edição em outra língua deu-se em 1923 para o alemão e após em 1980 para o inglês. Assim, o Bahir é, como o Zohar um trabalho não muito popular, seu texto é porém muito menor que o do Zohar, em torno de 12.000 palavras, e maior que o Sepher Yetzirah.
Embora o Bahir seja considerado como produto dos ensinamentos do Rabi Nehuniah, partes consideráveis do trabalho são atribuidos a outros autores de sua escola ou descendência. Dentre estes, são citados o Rabino Akiba, o Rabino Eliezer o Grande, Rabino Berachia, Rabino Yochanan ben Dahabai, Rabino Levitas ben Tavros e Rabino Rahumai o mais citado dentre todos, suscessor do Rabi Nehuniah como líder da escola, que também conheceu o Rabi Pinhas ben Yair, sogro do Rabi Shimon bar Yochai, autor do Zohar. Diz a lenda que Rabi Rahumai estava junto com o Rabi Pinhas, quando Rabi Shimon saiu de sua caverna no Kineret, onde o Zohar lhe foi revelado...
Conta-nos Aryeh Kaplan, que com o encerramento do período Talmúdico, o círculo de cabalistas diminuiu e, em certas épocas, pode não ter ultrapassado uma parca dúzia de indivíduos. Porém este grupo era tão unido que, muitas vêzes, pessoas estranhas nem suspeitavam de sua existência. Embora fosse importante manter a tradição da Cabala, também era importante evitar que caísse em mãos erradas...Dentre os cabalistas "pré-Bahir", podemos citar Natronai Gaon (794-861), Sherira Gaon(906-1006), Hai Gaon (939-1038).
Por outro lado, sábios como Maimônides (1135-1204) que escreveu a Mishné Torah e o Rabi Yehudá ben Barzilai (1035-1105) autor de um dos mais extensos comentários sobre o Sepher Yetzirah, nunca viram ou comentaram nada sobre o Bahir.
Ainda dentre os conhecedores da Tradição encontram-se Ravaad o Rabino Avraham ben David de Posquieres (1120-1198), filho de Avraham ben Itzrak e pai de Isaac o Cego, que embora fosse cego possuia a reputação de poder ver a alma de uma pessoa e de ser capaz de ler os seus pensamentos. Isaac o Cego, que foi chamado de "Pai da Cabala" pelo Rabi Bachya Asher (1276-1340) em seu comentário sobre a Torah, transmitiu a tradição a seus discípulos Ezra e Ariel, e estes ao Rabino Moshe ben Nachman (Nachmanides), conhecido como Ranban (1194-1270) que citou frequentemente o Bahir em seus comentários sobre a Torah.
O Bahir foi o texto mais importante da Cabala Clássica, até a publicação do Zohar em 1295. E este último extende-se em muitas oportunidades sobre comentários e conceitos encontrados inicialmente no Bahir. De fato um estudo cuidadoso revela uma considerável semelhança entre os dois trabalhos, o que pode ser explicado pelo fato de que o Rabino Shimeon bar Yochai, autor do Zohar, conhecia os ensinamentos de Rabi Nehuniah, mesmo antes da revelação mística especial da caverna o Rabi Shimeon já devia ter sido iniciado na Tradição dos "Mistérios da Carruagem" conforme o Bahir chama a Cabala, e a ligação deve ter sido o Rabi Pinhas ben Yair, sogro de Shimeon e amigo do Rev Rahumai, conforme citado. De especial interesse é também o fato de que ambos os trabalhos Zohar e Bahir referem-se à Luz e a Brilho...
Ainda conforme Kaplan, resumimos a seguir a estrutura do Bahir e seus ensinamentos:
1 - Primeiros versículos da criação (1-16)
2 - O alfabeto (27-44)
3 - As Sete Vozes e Sephiroth (45-123)
4 - As dez Sephiroth (123-193)
5 - Mistérios da Alma (194-200)
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Sepher haZohar
1 - Questões Relativas à Essência
a - Qual é a essência de nosso ser ?
b - Qual é o nosso propósito na longa corrente da existência, da qual somos apenas uma ínfima ligação ?
c - A auto-reflexão nos revela nossas imperfeições e nossa posição baixa. Ainda assim, como é possível, vendo que somos criados pelo Ser Sagrado, cuja essência perfeita deve necessariamente produzir trabalhos perfeitos ?
d - Uma assertiva, geralmente aceita, é que o Criador é Deus, e faz o Bem. Então, porque Ele criou tantos seres cuja completa existência consiste em sofrimento e tortura sem fim ? Não é de ser esperado que o bem faz o bem, ou pelo menos não é tão mal ?
e - Como é possível que do Eterno, que não tem nem princípio nem fim, possa surgir seres finitos e perescíveis ?
Para entender completamente tudo isto, primeiramente necessitamos buscar certas questões. Não nas áreas em que é "proibido" (este termo denota impossibilidade de compreensão), como no caso da Essência do Criador Todo-Poderoso, porque nada pode abarcá-lo, e portanto não existe possibilidade de pensar ou falar sobre Ele. Mas devemos dirigir nossas questões a seus desejos, como fomos comandados pela Torah - "Conhece ao Deus de teu pai e serve-o", e como encontramos no Hino da Unidade "é através de Seus desejos que nós o conhecemos".
A primeira questão refere-se ao entendimento de como a criação pode ser concebida como algo totalmente "novo", significando que este algo novo não estava contido no Todo-Poderoso antes que Ele o criasse. É óbvio que não existe nada que não esteja contido Nele. Razão pura nos leva a esta asserção, pois como alguém pode dar o que não possui ?
A segunda questão, admitindo que Ele pudesse ter criado algo totalmente novo a partir do nada, que antes não fizesse parte Dele, então a questão a ser feita é: Qual é a existência que não tem nenhum lugar dentro Dele, mas que é completamente nova ?
A terceira questão é dirigida ao que nos dizem os Mestres da Cabala que a Alma (Neshamah) de um homem é uma parte de Deus nas alturas. Com isto queremos dizer que não existe diferença entre Ele e a alma, exceto que Ele é o Todo e a alma é uma Parte. Eles comparam isto a uma pedra retirada da montanha. Pois não há diferença entre a pedra e a montanha, somente que uma é o Todo e a outra é uma Parte. Mas como pode alguem conceber o Todo-Poderoso separando uma parte de Sua Essência, a qual, então se tornaria uma parte que foi separada Dele, o que significa que uma alma pode apenas ser considerada como sendo uma parte de Sua Essência ?
A quarta questão é a seguinte: Desde que a Carruagem do Outro Lado (forças do mal), e as Cascas (Klipoth) estão tão visceralmente separadas de Deus, ao ponto que nós não podemos nem imaginar a distância, como é possível que possam ser provenientes e existir em Deus, ou mesmo que Deus deva estar dando a eles a sua existência ?
A quinta questão concerne a Ressureição dos Mortos. Desde que o corpo físico, a partir do momento de seu nascimento já está condenado a morrer e ser enterrado. O Zohar diz que antes que o corpo físico esteja completamente decomposto e até que ainda exista a menor parte dele, a alma (Neshamah) não pode ascender ao seu lugar próprio no Paraíso. Porque então deve ser necessário subir de novo no tempo da Ressureição dos mortos ? Não poderia Deus, dar as almas a plenitude do prazer sem que seus corpos físicos estivessem presentes ?
A sexta questão é dirigida por um conhecimento antigo de nossas lendas que afirma ser o homem o centro de toda a existência e que todos os mundos mais altos e também este mundo material foram criados para ele (Zohar Vayikra, 48). É difícil de entender porque Deus Todo-Poderoso deveria ter tanto "trabalho" de criar tudo para um insignificante ser humano, cujo valor quando comparado com o valor da existência deste mundo material não equivale nem a um simples fio de cabelo, isto sem contar que quando comparado aos mundos Altos, que são infinitos, e cuja exaltação não tem limites ? Portanto, que nescessidade tem um homem de tudo isto ?
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a - Qual é a essência de nosso ser ?
b - Qual é o nosso propósito na longa corrente da existência, da qual somos apenas uma ínfima ligação ?
c - A auto-reflexão nos revela nossas imperfeições e nossa posição baixa. Ainda assim, como é possível, vendo que somos criados pelo Ser Sagrado, cuja essência perfeita deve necessariamente produzir trabalhos perfeitos ?
d - Uma assertiva, geralmente aceita, é que o Criador é Deus, e faz o Bem. Então, porque Ele criou tantos seres cuja completa existência consiste em sofrimento e tortura sem fim ? Não é de ser esperado que o bem faz o bem, ou pelo menos não é tão mal ?
e - Como é possível que do Eterno, que não tem nem princípio nem fim, possa surgir seres finitos e perescíveis ?
Para entender completamente tudo isto, primeiramente necessitamos buscar certas questões. Não nas áreas em que é "proibido" (este termo denota impossibilidade de compreensão), como no caso da Essência do Criador Todo-Poderoso, porque nada pode abarcá-lo, e portanto não existe possibilidade de pensar ou falar sobre Ele. Mas devemos dirigir nossas questões a seus desejos, como fomos comandados pela Torah - "Conhece ao Deus de teu pai e serve-o", e como encontramos no Hino da Unidade "é através de Seus desejos que nós o conhecemos".
A primeira questão refere-se ao entendimento de como a criação pode ser concebida como algo totalmente "novo", significando que este algo novo não estava contido no Todo-Poderoso antes que Ele o criasse. É óbvio que não existe nada que não esteja contido Nele. Razão pura nos leva a esta asserção, pois como alguém pode dar o que não possui ?
A segunda questão, admitindo que Ele pudesse ter criado algo totalmente novo a partir do nada, que antes não fizesse parte Dele, então a questão a ser feita é: Qual é a existência que não tem nenhum lugar dentro Dele, mas que é completamente nova ?
A terceira questão é dirigida ao que nos dizem os Mestres da Cabala que a Alma (Neshamah) de um homem é uma parte de Deus nas alturas. Com isto queremos dizer que não existe diferença entre Ele e a alma, exceto que Ele é o Todo e a alma é uma Parte. Eles comparam isto a uma pedra retirada da montanha. Pois não há diferença entre a pedra e a montanha, somente que uma é o Todo e a outra é uma Parte. Mas como pode alguem conceber o Todo-Poderoso separando uma parte de Sua Essência, a qual, então se tornaria uma parte que foi separada Dele, o que significa que uma alma pode apenas ser considerada como sendo uma parte de Sua Essência ?
A quarta questão é a seguinte: Desde que a Carruagem do Outro Lado (forças do mal), e as Cascas (Klipoth) estão tão visceralmente separadas de Deus, ao ponto que nós não podemos nem imaginar a distância, como é possível que possam ser provenientes e existir em Deus, ou mesmo que Deus deva estar dando a eles a sua existência ?
A quinta questão concerne a Ressureição dos Mortos. Desde que o corpo físico, a partir do momento de seu nascimento já está condenado a morrer e ser enterrado. O Zohar diz que antes que o corpo físico esteja completamente decomposto e até que ainda exista a menor parte dele, a alma (Neshamah) não pode ascender ao seu lugar próprio no Paraíso. Porque então deve ser necessário subir de novo no tempo da Ressureição dos mortos ? Não poderia Deus, dar as almas a plenitude do prazer sem que seus corpos físicos estivessem presentes ?
A sexta questão é dirigida por um conhecimento antigo de nossas lendas que afirma ser o homem o centro de toda a existência e que todos os mundos mais altos e também este mundo material foram criados para ele (Zohar Vayikra, 48). É difícil de entender porque Deus Todo-Poderoso deveria ter tanto "trabalho" de criar tudo para um insignificante ser humano, cujo valor quando comparado com o valor da existência deste mundo material não equivale nem a um simples fio de cabelo, isto sem contar que quando comparado aos mundos Altos, que são infinitos, e cuja exaltação não tem limites ? Portanto, que nescessidade tem um homem de tudo isto ?
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sábado, 12 de janeiro de 2008
Kabbalah (Tradição)
INTRODUÇÃO
Longos anos se passaram para que o Homem elaborasse melhor seus conhecimentos e os separasse da religião. Na Idade Moderna e ainda mais na Contemporânea, vimos nossos cientistas realizarem varias experiências e elaborarem complexos cálculos para tentar encontrar explicações lógicas e racionais para os fenômenos da natureza e da vida, vindo cada vez mais a afastar-se dos dogmas e postulados impostos pelos diversos mitos religiosos.
Hoje, os "Homens da Ciência", em sua maioria, não admitem acreditar em Deus, pois isso significaria aceitar explicações religiosas para alguns fenômenos que a ciência se encontra avontade para provar sua existência racionalmente e experimentalmente, chocando-se com o mito religioso. Tomemos como exemplo um cientista Católico Apostólico Romano: seus estudos revelam que o ser humano veio sofrendo uma longa evolução (teoria evulocinista de Darwing) com o passar dos milênios, desde o organismo unicelular até sua atual e complexa estrutura orgânica; o que entra, supostamente, em choque com a criação do Homem segundo o mito Bíblico (Deus o fazendo de barro e depois soprando-o para dar-lhe vida).
Realmente, para estes grandes homens, torna-se difícil aceitar explicações que ferem totalmente as leis da natureza as quais nos encontramos submetidos dia a dia. Para imaginarmos como certas explicações parecem-lhes infundadas e absurdas, façamos um pequeno paralelismo com uma pessoa daltônica que tenta convencer uma pessoa de plena visão que as cores vermelha e verde são iguais. Lógico que este último tentará convencer ao daltônico que o mesmo não percebe esta diferença devido a um problema biológico que possui, que a grande maioria das pessoas notam esta diferença e que existem aparelhos capazes de apontar esta diferença pelo comprimento de onda correspondente a emissão de tais cores, etc. Aceitar tais verdades religiosas seria descreditar as pesquisas científicas.
Sob este ponto de vista, podemos entender o porquê da resistência destas pessoas as religiões. Mas será que os mitos contados ou relatados por diversas religiões, os quais foram fontes de grandes homens, ou mesmo revelado por eles, estão completamente errados? Será que os homens seguiram conceitos absurdos que transformaram o mundo ao seu redor, fundando grandes civilizações e destruindo outras baseados em fantasias? Até mesmo nossos cientistas hão de convir que gigantes como Jesus de Nazaré e outros de singular importância, não só nas religiões que lhes foram creditadas, eram possuidores de rara inteligência e notável saber, dentre suas muitas qualidades. Com certeza, as palavras deste merecem uma melhor consideração e uma análise mais criteriosa pelos homens da ciência.
Hoje, os filósofos já admitem os mitos religiosos como divulgadores de grandes verdades as quais contadas de maneira direta não seriam reconhecidos ou se quer compreendidos pelos homens. Os mitos foram uma forma de fixar e divulgar grandes conhecimento para todos os homens.
Como conciliar ciência e religião, ou até melhor, saber cientifico e crença em Deus? Será que Deus vez a criação de forma totalmente diferente da maneira que a mantém?
Fritjof Capra, doutor em física, leciona atualmente na Universidade da Califórnia (Berkeley), faz um estudo paralelo entre física quântica, relativística, astrofísica e toda a física de maneira geral com a misticismo, principalmente do Hinduísmo, Budismo, Taoísmo, do Zen e do I Ching. A unidade que a física tanto busca atualmente, já está descrita a muito nestas tradições.
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Longos anos se passaram para que o Homem elaborasse melhor seus conhecimentos e os separasse da religião. Na Idade Moderna e ainda mais na Contemporânea, vimos nossos cientistas realizarem varias experiências e elaborarem complexos cálculos para tentar encontrar explicações lógicas e racionais para os fenômenos da natureza e da vida, vindo cada vez mais a afastar-se dos dogmas e postulados impostos pelos diversos mitos religiosos.
Hoje, os "Homens da Ciência", em sua maioria, não admitem acreditar em Deus, pois isso significaria aceitar explicações religiosas para alguns fenômenos que a ciência se encontra avontade para provar sua existência racionalmente e experimentalmente, chocando-se com o mito religioso. Tomemos como exemplo um cientista Católico Apostólico Romano: seus estudos revelam que o ser humano veio sofrendo uma longa evolução (teoria evulocinista de Darwing) com o passar dos milênios, desde o organismo unicelular até sua atual e complexa estrutura orgânica; o que entra, supostamente, em choque com a criação do Homem segundo o mito Bíblico (Deus o fazendo de barro e depois soprando-o para dar-lhe vida).
Realmente, para estes grandes homens, torna-se difícil aceitar explicações que ferem totalmente as leis da natureza as quais nos encontramos submetidos dia a dia. Para imaginarmos como certas explicações parecem-lhes infundadas e absurdas, façamos um pequeno paralelismo com uma pessoa daltônica que tenta convencer uma pessoa de plena visão que as cores vermelha e verde são iguais. Lógico que este último tentará convencer ao daltônico que o mesmo não percebe esta diferença devido a um problema biológico que possui, que a grande maioria das pessoas notam esta diferença e que existem aparelhos capazes de apontar esta diferença pelo comprimento de onda correspondente a emissão de tais cores, etc. Aceitar tais verdades religiosas seria descreditar as pesquisas científicas.
Sob este ponto de vista, podemos entender o porquê da resistência destas pessoas as religiões. Mas será que os mitos contados ou relatados por diversas religiões, os quais foram fontes de grandes homens, ou mesmo revelado por eles, estão completamente errados? Será que os homens seguiram conceitos absurdos que transformaram o mundo ao seu redor, fundando grandes civilizações e destruindo outras baseados em fantasias? Até mesmo nossos cientistas hão de convir que gigantes como Jesus de Nazaré e outros de singular importância, não só nas religiões que lhes foram creditadas, eram possuidores de rara inteligência e notável saber, dentre suas muitas qualidades. Com certeza, as palavras deste merecem uma melhor consideração e uma análise mais criteriosa pelos homens da ciência.
Hoje, os filósofos já admitem os mitos religiosos como divulgadores de grandes verdades as quais contadas de maneira direta não seriam reconhecidos ou se quer compreendidos pelos homens. Os mitos foram uma forma de fixar e divulgar grandes conhecimento para todos os homens.
Como conciliar ciência e religião, ou até melhor, saber cientifico e crença em Deus? Será que Deus vez a criação de forma totalmente diferente da maneira que a mantém?
Fritjof Capra, doutor em física, leciona atualmente na Universidade da Califórnia (Berkeley), faz um estudo paralelo entre física quântica, relativística, astrofísica e toda a física de maneira geral com a misticismo, principalmente do Hinduísmo, Budismo, Taoísmo, do Zen e do I Ching. A unidade que a física tanto busca atualmente, já está descrita a muito nestas tradições.
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segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Talmud de Jmmanuel / Talmude de Jmmanuel
Reconhecimentos
Para a materialização deste pequeno livro eu desejo expressar minha sincera gratidão
às formas espirituais de Petale e Arahat Athersata.
E ainda, minha gratidão se estende aos meus professores de toda a minha vida e
meus amigos Sfath, Asket, Semjase, Quetzal, e Ptaah, etc. que se interessaram por
mim de maneira amável e me ensinaram grande conhecimento, de modo a prepararme
para a minha importante e difícil tarefa. Que minha gratidão os alcance através
das distâncias imensuráveis, capacitando-me então a manter uma memória
duradoura.
Este livro é dedicado, sem distinção, a todos os seres humanos do Universo inteiro.
Que ele possa ser uma forma de valor espiritual para todos eles e que possa
expedir o progresso da evolução, o verdadeiro e legal amor que emana da Criação,
harmonia e verdade e para alcançar o verdadeiro conhecimento, sabedoria e paz.
Eu também expresso os meus agradecimentos ao descobridor da sepultura onde
Jmmanuel jazeu, e ao tradutor do texto que encontrei, bem como a minha querida
esposa Kalliope, e meus filhos Gilgamesha, Atlantis-Sokrates e Methusalém, em
cuja companhia e amor eu fui capaz de realizar minha difícil tarefa e continuar a
realizá-la no futuro.
E também agradeço as seguintes pessoas que ficaram ao meu lado enquanto
efetuava minha difícil tarefa, que deram valorosos serviços e tornaram possível a
publicação do trabalho:
Sr. Walder, Senhorita Flammer, Senhorita Stetter, Senhora Moser, J. Bertschinger, a
família Wächter, H. Runkel, H. Proch, B. Brand, H. Schutsbach, a família ventura,
Senhorita Rufer, E. e G. Moosbrugger, Senhora Koye, S Lehmann, A.Kropf, Ph. e W.
Stuber, B e H. Lanzendorfer, P. Petrizzo, A Schubiger, M. Brügger, E. Beldi, S. Holler, A.
Bieri, E. Bieri, H. Benz, E. Gruber, L. Memper, Ch. Frehner, Ch. Gasser, B. Keller.
— “Billy” Eduard Albert Meier.
Estamos profundamente agradecidos ao Dr. James W. Deardorff por sua detalhada
investigação a respeito da genuinidade das versões em alemão do Talmud de
Jmmanuel de 1978 e 2001, que capacitou a clara e consistente tradução que está
diante de você. Adicionalmente, agradecemos Eduard Meier, por seu prévio
encorajamento de nossos esforços e sua confiança em nossa capacidade.
Agradecemos ao nosso capacitado advogado, cuja cuidadosa preparação e análise
as implicações legais nos encorajaram a publicação deste controverso documento.
Finalmente, gostaríamos de expressar nossa gratidão a todas aquelas pessoas que,
através de sua confiança em nós e sua paciência conosco, tornou possível este
trabalho
— Wild Flower Press
PREFÁCIO
Em 1963 o texto apresentado neste livro foi descoberto por “Billy” Eduard Albert
Meier na forma de pergaminhos envolvidos em resina para a sua preservação,
depois que um padre Católico Grego de nome Isa Rashid ter descoberto a
verdadeira caverna sepulcral de Jmmanuel (que foi erroneamente chamado de
Jesus Cristo).
Escrito em forma literária, na língua aramáica antiga, o documento foi enterrado sob
uma pedra achatada no sepulcro. Foi o desejo de Rashid que o seu nome não
fosse publicado. Ele temia, e corretamente, que fosse perseguido pela Igreja e pelos
israelitas e talvez até mesmo fosse assassinado, uma possibilidade que,
infelizmente, mais tarde, tornou-se realidade.
O autor original dos pergaminhos foi contemporâneo e discípulo de Jmmanuel e era
conhecido pelo nome de Judas Iscariotes. Por aproximadamente 2000 anos ele foi
erradamente denunciado como o traidor de Jmmanuel, embora ele nada tinha a ver com
a traição. Esse horrível ato foi na verdade executado por Judá Ihariotes, o filho de um
Fariseu.
De modo a salvaguardar a sua heresia ameaçada, o ainda dominante, ortodoxo, e
conservador clero de hoje, e seus ingênuos seguidores, provavelmente, irão tentar
negar os pergaminhos, destruir este livro, e denunciá-lo como mentiras, assim
como fizeram o com muitos outros escritos antigos que davam testemunho à
verdade. (Veja, por exemplo os livros de Enoque e o Jezihra, entre outros, que
foram removidos da Bíblia porque eram muito próximos da verdade quando lidos).
Assim como antes, acontecerá novamente que os escritos serão atacados e,
provavelmente, retirados de circulação. Provavelmente, acontecerá que pressões
partindo de muitos lados serão exercidas ao editor dos escritos, ou ele poderá ser
perseguido ou assassinado de modo a preservarem a “verdadeira religião”. (Três
tentativas em sua vida foram feitas em 1976, sendo que uma mesmo na presença de
testemunhas. Ao final de 1990 o número de tentativas de assassinato haviam
aumentado para 13.) Certamente, muitos esforços serão feitos para se induzir a
policia, autoridades, promotores públicos, juizes e tribunais de todas as espécies
para proibirem este livro, para ridicularizá-lo, para repudiá-lo ou suprimi-lo, ações
essas que não destratarão um só “iota” de sua veracidade. Os obscurantistas no
poder certamente procederão com toda a circunspecção, habilidades e intrigas para
que o documento seja repudiado, denunciado como fraude e suprimido, assim
como foi o caso com as publicações de outros escritos cujas escrituras foram,
contudo, escondidas na Biblioteca do Vaticano, em Roma.
Mas seguirá também o clamor contra o texto partindo dos fanáticos religiosos e
outras pessoas desencaminhadas que desejarão procederem por todos os meios
contra a sua existência e a de seu editor. Sempre foi assim, como todos sabem –
não existe timidez quando se trata de assassinato, ou qualquer coisa similar. O
editor está muito bem familiarizado com este fato, e, consequentemente tomou as
precauções necessárias. Mas o “Santo Ministério”, a “Santa Sé em Roma”, e o
Papa, sempre tomaram os devidos passos para construírem ou salvaguardarem o
culto religioso errôneo do Cristianismo. Nesta conexão, os leitores só precisam
pensar na “Santa” Inquisição (que foi ordenada pela “Santa Sé”), sob cujo
comando milhões de pessoas, somente na Europa, foram brutalmente chacinadas,
torturadas, e assassinadas.
O número de assassinatos relatados praticados pela “Santa Sé” somam nove
milhões de pessoas durante a Inquisição, enquanto ao número não documentado
acrescente-se pelo menos mais outros nove milhões.
A tradução nos dá fortes evidências que as doutrinas heréticas das religiões de
culto manipularam a verdade e que elas são as irresponsáveis maquinações de
homens inescrupulosos, alguns dos quais foram contratados pela “Santa Sé”.
Outros foram tolos, fanáticos, num demente estado de consciência, ou seres
humanos com fome pelo poder que, sem hesitação ou escrúpulos,
desencaminharam a humanidade por milhares de anos, derramando o sangue de
milhões por meio do assassinato. Além disso, os descendentes desses homens
assassinos e inescrupulosos estabeleceram ao longo de séculos e milênios uma
poderosa força culto religiosa capaz de reger sobre a humanidade. No decorrer do
milênio passado as religiões de culto cruelmente, e através de sanguinários e
brutais assassinatos, lutaram pelo seu caminho para se tornarem as mais
poderosas forças da Terra, para as quais mesmo os mais brutais governos
ditatoriais se curvaram e ainda se curvam.
Religião de culto:
O mais sórdido pretexto do poder máximo em nome do falso e mentiroso amor que
literalmente caminha sobre cadáveres, sem hesitação ou escrúpulos.
Apoiada pela falsa doutrina do Novo Testamento, o culto religioso Cristão
intromete-se na política de todos os países. E além disso, não se envergonha em
interferir na mais íntima vida familiar dos seres humanos – até mesmo na cama de
parceiros casados – de modo a atacar até mesmo ali e destruir o derradeiro e mais
privado segredo dos seres humanos.
Agora chegou a hora em que um basta pode ser dado a todas estas atividades
inescrupulosas, se o homem tornar-se sensível o suficiente, revisar os seus
pensamentos e devotar a si próprio aos verdadeiros ensinamentos de Jmmanuel.
Do mesmíssimo modo, todos aqueles que batem as suas cabeças contra os tijolos
das paredes da enganosa loucura dos cultos religiosos e não são, portanto,
capazes de um pensamento normal e sensível, irão combater e se oporem contra
isso com todos os meios; e ainda assim, a sua luta desesperada será em vão
porque a verdade será mais forte do que qualquer mania dos cultos religiosos ou
mentiras sujas, embora a mentira esteja em existência por milhares de anos.
As escandalosas falsidades dos cultos religiosos serão despedaçadas e destruídas
para sempre, não importando o quanto os cultos religiosos e todos os seus
seguidores e advogados se rebelem contra isso. Finalmente a verdade será
vitoriosa, embora ela deva ser assegurada por meio de grandes esforços, assim
como foi escrito nas Escrituras, que diz que a verdade irá provocar uma catástrofe
mundial. Entretanto, a verdade se faz necessária e não pode mais ser silenciada.
Uma catástrofe será compreensível se consideramos que os cultos religiosos
alcançaram imenso poder, que até agora os capacitaram a suprimirem, por meios
assassinos e sórdidos, todas as verdades direcionadas contra eles. Eles
novamente tentarão fazer isso, mesmo que tiverem que cederem ao assassinato
como freqüentemente foi o caso no passado.
Por essa razão, o editor desta obra correrá o risco de ser perseguido por ordem dos
cultos religiosos, fanáticos particulares, e membros de seitas, para ser assassinado
ou ser entregue aos tribunais.
Disso tudo, que os seres da Terra finalmente percebam o que são os cultos
religiosos e com que tipo de meios sanguinários eles combatem a verdade, pois é
somente desta maneira que são capazes de manterem seu poder completo e
controlarem os seres humanos escravizados.
Deve ser apontado aqui enfaticamente que os seguidores e defensores dos
verdadeiros ensinamentos de Jmmanuel correm tanto risco quanto o próprio editor
deste documento. Entretanto, o editor corre muito mais perigo pois ele é o homem
contato de inteligências extraterrestres e de entidades espirituais altamente
desenvolvidas em planos superiores que transmitem à ele VERDADEIROS
ensinamentos espirituais que ele dissemina sem modificações, expondo então, as
mentiras dos cultos religiosos, e que os levarão a sua lenta mas certa erradicação.
I
sa Rachid, o descobridor da caverna sepulcral e tradutor dos pergaminhos
originais, ficou igualmente em perigo, de modo que anos mais tarde ele tomou a
precaução de retirar-se da Igreja para viver incógnito em algum lugar junto com a
sua família que ele formou nesse ínterim. Consciente do imenso poder dos cultos
religiosos, ele desejou ocultar o seu próprio nome e os pergaminhos originais do
público. Ele, corretamente, temia por sua vida e por aqueles de sua amada família,
todos os quais se tornaram vítimas dos perseguidores dos cultos religiosos, pelos
quais foram assassinados. Muito antes disso ocorrer, Rashid, sob o selo do
segredo que seu nome não fosse mencionado, entregou a tradução dos
pergaminhos ao seu bom amigo, o editor, Eduard Meier. Mas não foi até 1974 que
Meier, por sua vez, recebeu permissão do plano de Arahat Athersata para que
fizesse com que a tradução dos pergaminhos se tornasse acessível aos círculos de
interessados.
Em 1963, Rashid por várias ocasiões levou seu amigo, Eduard Meier, ao verdadeiro
sepulcro de Jmmanuel, que estava praticamente preenchido por areia e detritos.
No decorrer da escavações Meier, subseqüentemente, encontrou vários itens que
confirmaram o conteúdo dos escritos.
Infelizmente deve ser mencionado que o documento não está mais completo, já que
várias partes dos pergaminhos eram completamente ilegíveis e deteriorados.
Além disso, alguns foram obviamente perdidos. Contudo, o que foi preservado nos
dá o chocante testemunho que no decorrer de dois milênios uma infame e falsa
doutrina, uma teia de mentiras sem igual, foi manufaturada em torno da pessoa de
Jmmanuel de modo a erigir um poderoso culto religioso para inescrupulosamente
escravizarem os seres humanos da Terra.
É muito raro que um indivíduo seja bem sucedido ao publicar temas e verdades que
esclareçam conexões casuais, ou que pelo menos nos dê alguma luz sobre elas
quando elas pertencem aos cultos religiosos ou a assuntos políticos. A prática
existente nos prova que, como regra geral, tais seres humanos foram
inescrupulosamente perseguidos, torturados e assassinados. Forças chamadas a
dianteira prontamente aparecem, sabendo como colocarem os conteúdos
verdadeiros de uma declaração sob a penumbra. Para elas, quaisquer meios são
justificáveis para transformarem a verdade numa caricatura. Mas isso não é tudo,
porque tão logo algo seja publicado e disseminado, que clarifique alguma relação
casual com as verdades concernentes aos cultos religiosos ou assuntos políticos,
então, as publicações são retiradas de circulação com a ajuda do clero, da polícia,
das agências do governo, dos tribunais, dos poderosos cultos religiosos e seus
fanáticos seguidores. As publicações são “salvaguardadas”, ou destruídas, para
que possam continuar a privarem o ser humano da verdade real, deixando-o morrer
de fome e perecer penosamente na miséria dos pensamentos falsos e dos
ensinamentos falsos, porque é somente assim fazendo que ele poderá ser muito
mais explorado até a última gota de seu sangue, particularmente pelos governos e
pelos cultos religiosos.
A versão em língua alemã do Talmud de Jmmanuel não corresponde às traduções
originais do aramáico antigo pois Isa Rachid não dominava a língua alemã o
suficiente nem estava familiarizado com a codificação da Missão ao ponto que ele
pudesse ter organizado a versão em língua alemã.
A versão em língua alemã representa na verdade uma cópia da tradução do
aramáico antigo, Mas numa forma que foi corrigida por Eduard Albert Meier e
suprida com o código necessário para a Missão. (Nota: a língua nativa de Billy é o
alemão)
Assim, a versão em alemão representa um produto 80% do estilo e estrutura das
sentenças que foram concluídas por Eduard Albert Meier, enquanto os 20%
restantes devem ser considerados como os esforços da tradução de Isa Rachid.
Para fazer com que a versão em alemão fosse escrita corretamente, de acordo com
a antiga forma lingüística bem como o codex necessário para a Missão, levou
aproximadamente mais de quatro vezes o trabalho e a energia requeridos para a
tradução do aramáico antigo.
O editor, “BILLY” EDUARD ALBERT MEIER.
NOTA DO TRADUTOR BRASILEIRO:
QUERIDOS LEITORES CHEGOU A HORA DA VERDADE!
Nos idos de 2000 e 2001 eu tive uma série de sonhos repetitivos, vívidos e
verdadeiros, onde me pediam para pesquisar a respeito do nome Immanuel ou
Emmanuel, e pediam-me para olhar na Bíblia e ler Revelações a respeito de uma tal
estrela da manhã ou estrela matutina. Na época, não entendi absolutamente nada!
Mas o resultado é que cheguei até Billy Eduard Albert Meier e descobri a obra o
“Talmud de Jmmanuel”. Esta apresentação do Talmud de Jmmanuel em língua
portuguesa foi feita com a única e exclusiva finalidade de levar as verdadeiras e
severas palavras do ser humano comum, filho de um ser humano extraterrestre e,
de Maria, uma mulher humana terrestre, este homem que se chamava Jmmanuel,
cujo nome foi perversamente trocado para “Jesus Cristo” por Saulo/Paulo de Tarso.
O objetivo desta publicação em português é de pôr um derradeiro PONTO FINAL,
para todo o sempre, nas mentiras, nas loucuras, nos desatinos, nas falsificações,
nas explorações, enganações e nas ilusões de todos os tipos e espécies causadas
pelos cultos religiosos de todos os tipos e espécies. O Talmud de Jmmanuel veio à
luz da VERDADE para destruir com todas as mentiras, as ilusões e auto ilusões,
enganações, falsidades, e charlatanice, de cada um dos mentirosos religiosos.
Aconselho a cada um de vocês que irão ler o Talmud de Jmmanuel que o leiam por
completo passagem por passagem, sentem-se com a sua Bíblia de preferência do
lado e comparem passagem por passagem para verem com os seus próprios olhos
a desgraça, a miséria, e a desordem que trouxeram ao Planeta Terra ao falsificarem
as verdadeiras palavras de Jmmanuel. Tenham a mente aberta, de buscador da
verdade. Olhem em torno de si mesmos e percebam o por quê do Planeta Terra
estar vivendo toda esta coisa imunda e hedionda chamada religião cristã que por
sua vez gerou todas as outras tolices e loucuras relacionadas acima. Leiam os
mentirosos e falsificadores chamados: Mateus, Marcos, Lucas, e João, pois todos
eles tiveram acesso aos pergaminhos originais do Talmud de Jmmanuel (originais
ou cópias destes) alterando absurdamente as passagens com loucuras e
falsidades, e ainda, leiam o louco e demente do Saulo/Paulo de Tarso - Atos dos
Apóstolos e Cartas de Paulo - e comparem, vejam, sintam, e entendam o que é a
MENTIRA e a ilusão completa em tuas mentes, almas corpos, e espíritos por todos
esses anos. Eu, B. UM AMIGO DA VERDADE, dediquei todo o meu esforço, toda a
minha alma, e os meus conhecimentos de buscador da verdade na tradução deste
trabalho, com o único e exclusivo objetivo de dedicá-lo a CADA UM DE VOCÊS
pois, afinal, eu também, um dia, fui UM de vocês.
B. : O TRADUTOR DO TALMUD DE JMMANUEL
De uma linda e ensolarada cidade no interior de São Paulo – Brasil
2 de Dezembro de 2002
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Para a materialização deste pequeno livro eu desejo expressar minha sincera gratidão
às formas espirituais de Petale e Arahat Athersata.
E ainda, minha gratidão se estende aos meus professores de toda a minha vida e
meus amigos Sfath, Asket, Semjase, Quetzal, e Ptaah, etc. que se interessaram por
mim de maneira amável e me ensinaram grande conhecimento, de modo a prepararme
para a minha importante e difícil tarefa. Que minha gratidão os alcance através
das distâncias imensuráveis, capacitando-me então a manter uma memória
duradoura.
Este livro é dedicado, sem distinção, a todos os seres humanos do Universo inteiro.
Que ele possa ser uma forma de valor espiritual para todos eles e que possa
expedir o progresso da evolução, o verdadeiro e legal amor que emana da Criação,
harmonia e verdade e para alcançar o verdadeiro conhecimento, sabedoria e paz.
Eu também expresso os meus agradecimentos ao descobridor da sepultura onde
Jmmanuel jazeu, e ao tradutor do texto que encontrei, bem como a minha querida
esposa Kalliope, e meus filhos Gilgamesha, Atlantis-Sokrates e Methusalém, em
cuja companhia e amor eu fui capaz de realizar minha difícil tarefa e continuar a
realizá-la no futuro.
E também agradeço as seguintes pessoas que ficaram ao meu lado enquanto
efetuava minha difícil tarefa, que deram valorosos serviços e tornaram possível a
publicação do trabalho:
Sr. Walder, Senhorita Flammer, Senhorita Stetter, Senhora Moser, J. Bertschinger, a
família Wächter, H. Runkel, H. Proch, B. Brand, H. Schutsbach, a família ventura,
Senhorita Rufer, E. e G. Moosbrugger, Senhora Koye, S Lehmann, A.Kropf, Ph. e W.
Stuber, B e H. Lanzendorfer, P. Petrizzo, A Schubiger, M. Brügger, E. Beldi, S. Holler, A.
Bieri, E. Bieri, H. Benz, E. Gruber, L. Memper, Ch. Frehner, Ch. Gasser, B. Keller.
— “Billy” Eduard Albert Meier.
Estamos profundamente agradecidos ao Dr. James W. Deardorff por sua detalhada
investigação a respeito da genuinidade das versões em alemão do Talmud de
Jmmanuel de 1978 e 2001, que capacitou a clara e consistente tradução que está
diante de você. Adicionalmente, agradecemos Eduard Meier, por seu prévio
encorajamento de nossos esforços e sua confiança em nossa capacidade.
Agradecemos ao nosso capacitado advogado, cuja cuidadosa preparação e análise
as implicações legais nos encorajaram a publicação deste controverso documento.
Finalmente, gostaríamos de expressar nossa gratidão a todas aquelas pessoas que,
através de sua confiança em nós e sua paciência conosco, tornou possível este
trabalho
— Wild Flower Press
PREFÁCIO
Em 1963 o texto apresentado neste livro foi descoberto por “Billy” Eduard Albert
Meier na forma de pergaminhos envolvidos em resina para a sua preservação,
depois que um padre Católico Grego de nome Isa Rashid ter descoberto a
verdadeira caverna sepulcral de Jmmanuel (que foi erroneamente chamado de
Jesus Cristo).
Escrito em forma literária, na língua aramáica antiga, o documento foi enterrado sob
uma pedra achatada no sepulcro. Foi o desejo de Rashid que o seu nome não
fosse publicado. Ele temia, e corretamente, que fosse perseguido pela Igreja e pelos
israelitas e talvez até mesmo fosse assassinado, uma possibilidade que,
infelizmente, mais tarde, tornou-se realidade.
O autor original dos pergaminhos foi contemporâneo e discípulo de Jmmanuel e era
conhecido pelo nome de Judas Iscariotes. Por aproximadamente 2000 anos ele foi
erradamente denunciado como o traidor de Jmmanuel, embora ele nada tinha a ver com
a traição. Esse horrível ato foi na verdade executado por Judá Ihariotes, o filho de um
Fariseu.
De modo a salvaguardar a sua heresia ameaçada, o ainda dominante, ortodoxo, e
conservador clero de hoje, e seus ingênuos seguidores, provavelmente, irão tentar
negar os pergaminhos, destruir este livro, e denunciá-lo como mentiras, assim
como fizeram o com muitos outros escritos antigos que davam testemunho à
verdade. (Veja, por exemplo os livros de Enoque e o Jezihra, entre outros, que
foram removidos da Bíblia porque eram muito próximos da verdade quando lidos).
Assim como antes, acontecerá novamente que os escritos serão atacados e,
provavelmente, retirados de circulação. Provavelmente, acontecerá que pressões
partindo de muitos lados serão exercidas ao editor dos escritos, ou ele poderá ser
perseguido ou assassinado de modo a preservarem a “verdadeira religião”. (Três
tentativas em sua vida foram feitas em 1976, sendo que uma mesmo na presença de
testemunhas. Ao final de 1990 o número de tentativas de assassinato haviam
aumentado para 13.) Certamente, muitos esforços serão feitos para se induzir a
policia, autoridades, promotores públicos, juizes e tribunais de todas as espécies
para proibirem este livro, para ridicularizá-lo, para repudiá-lo ou suprimi-lo, ações
essas que não destratarão um só “iota” de sua veracidade. Os obscurantistas no
poder certamente procederão com toda a circunspecção, habilidades e intrigas para
que o documento seja repudiado, denunciado como fraude e suprimido, assim
como foi o caso com as publicações de outros escritos cujas escrituras foram,
contudo, escondidas na Biblioteca do Vaticano, em Roma.
Mas seguirá também o clamor contra o texto partindo dos fanáticos religiosos e
outras pessoas desencaminhadas que desejarão procederem por todos os meios
contra a sua existência e a de seu editor. Sempre foi assim, como todos sabem –
não existe timidez quando se trata de assassinato, ou qualquer coisa similar. O
editor está muito bem familiarizado com este fato, e, consequentemente tomou as
precauções necessárias. Mas o “Santo Ministério”, a “Santa Sé em Roma”, e o
Papa, sempre tomaram os devidos passos para construírem ou salvaguardarem o
culto religioso errôneo do Cristianismo. Nesta conexão, os leitores só precisam
pensar na “Santa” Inquisição (que foi ordenada pela “Santa Sé”), sob cujo
comando milhões de pessoas, somente na Europa, foram brutalmente chacinadas,
torturadas, e assassinadas.
O número de assassinatos relatados praticados pela “Santa Sé” somam nove
milhões de pessoas durante a Inquisição, enquanto ao número não documentado
acrescente-se pelo menos mais outros nove milhões.
A tradução nos dá fortes evidências que as doutrinas heréticas das religiões de
culto manipularam a verdade e que elas são as irresponsáveis maquinações de
homens inescrupulosos, alguns dos quais foram contratados pela “Santa Sé”.
Outros foram tolos, fanáticos, num demente estado de consciência, ou seres
humanos com fome pelo poder que, sem hesitação ou escrúpulos,
desencaminharam a humanidade por milhares de anos, derramando o sangue de
milhões por meio do assassinato. Além disso, os descendentes desses homens
assassinos e inescrupulosos estabeleceram ao longo de séculos e milênios uma
poderosa força culto religiosa capaz de reger sobre a humanidade. No decorrer do
milênio passado as religiões de culto cruelmente, e através de sanguinários e
brutais assassinatos, lutaram pelo seu caminho para se tornarem as mais
poderosas forças da Terra, para as quais mesmo os mais brutais governos
ditatoriais se curvaram e ainda se curvam.
Religião de culto:
O mais sórdido pretexto do poder máximo em nome do falso e mentiroso amor que
literalmente caminha sobre cadáveres, sem hesitação ou escrúpulos.
Apoiada pela falsa doutrina do Novo Testamento, o culto religioso Cristão
intromete-se na política de todos os países. E além disso, não se envergonha em
interferir na mais íntima vida familiar dos seres humanos – até mesmo na cama de
parceiros casados – de modo a atacar até mesmo ali e destruir o derradeiro e mais
privado segredo dos seres humanos.
Agora chegou a hora em que um basta pode ser dado a todas estas atividades
inescrupulosas, se o homem tornar-se sensível o suficiente, revisar os seus
pensamentos e devotar a si próprio aos verdadeiros ensinamentos de Jmmanuel.
Do mesmíssimo modo, todos aqueles que batem as suas cabeças contra os tijolos
das paredes da enganosa loucura dos cultos religiosos e não são, portanto,
capazes de um pensamento normal e sensível, irão combater e se oporem contra
isso com todos os meios; e ainda assim, a sua luta desesperada será em vão
porque a verdade será mais forte do que qualquer mania dos cultos religiosos ou
mentiras sujas, embora a mentira esteja em existência por milhares de anos.
As escandalosas falsidades dos cultos religiosos serão despedaçadas e destruídas
para sempre, não importando o quanto os cultos religiosos e todos os seus
seguidores e advogados se rebelem contra isso. Finalmente a verdade será
vitoriosa, embora ela deva ser assegurada por meio de grandes esforços, assim
como foi escrito nas Escrituras, que diz que a verdade irá provocar uma catástrofe
mundial. Entretanto, a verdade se faz necessária e não pode mais ser silenciada.
Uma catástrofe será compreensível se consideramos que os cultos religiosos
alcançaram imenso poder, que até agora os capacitaram a suprimirem, por meios
assassinos e sórdidos, todas as verdades direcionadas contra eles. Eles
novamente tentarão fazer isso, mesmo que tiverem que cederem ao assassinato
como freqüentemente foi o caso no passado.
Por essa razão, o editor desta obra correrá o risco de ser perseguido por ordem dos
cultos religiosos, fanáticos particulares, e membros de seitas, para ser assassinado
ou ser entregue aos tribunais.
Disso tudo, que os seres da Terra finalmente percebam o que são os cultos
religiosos e com que tipo de meios sanguinários eles combatem a verdade, pois é
somente desta maneira que são capazes de manterem seu poder completo e
controlarem os seres humanos escravizados.
Deve ser apontado aqui enfaticamente que os seguidores e defensores dos
verdadeiros ensinamentos de Jmmanuel correm tanto risco quanto o próprio editor
deste documento. Entretanto, o editor corre muito mais perigo pois ele é o homem
contato de inteligências extraterrestres e de entidades espirituais altamente
desenvolvidas em planos superiores que transmitem à ele VERDADEIROS
ensinamentos espirituais que ele dissemina sem modificações, expondo então, as
mentiras dos cultos religiosos, e que os levarão a sua lenta mas certa erradicação.
I
sa Rachid, o descobridor da caverna sepulcral e tradutor dos pergaminhos
originais, ficou igualmente em perigo, de modo que anos mais tarde ele tomou a
precaução de retirar-se da Igreja para viver incógnito em algum lugar junto com a
sua família que ele formou nesse ínterim. Consciente do imenso poder dos cultos
religiosos, ele desejou ocultar o seu próprio nome e os pergaminhos originais do
público. Ele, corretamente, temia por sua vida e por aqueles de sua amada família,
todos os quais se tornaram vítimas dos perseguidores dos cultos religiosos, pelos
quais foram assassinados. Muito antes disso ocorrer, Rashid, sob o selo do
segredo que seu nome não fosse mencionado, entregou a tradução dos
pergaminhos ao seu bom amigo, o editor, Eduard Meier. Mas não foi até 1974 que
Meier, por sua vez, recebeu permissão do plano de Arahat Athersata para que
fizesse com que a tradução dos pergaminhos se tornasse acessível aos círculos de
interessados.
Em 1963, Rashid por várias ocasiões levou seu amigo, Eduard Meier, ao verdadeiro
sepulcro de Jmmanuel, que estava praticamente preenchido por areia e detritos.
No decorrer da escavações Meier, subseqüentemente, encontrou vários itens que
confirmaram o conteúdo dos escritos.
Infelizmente deve ser mencionado que o documento não está mais completo, já que
várias partes dos pergaminhos eram completamente ilegíveis e deteriorados.
Além disso, alguns foram obviamente perdidos. Contudo, o que foi preservado nos
dá o chocante testemunho que no decorrer de dois milênios uma infame e falsa
doutrina, uma teia de mentiras sem igual, foi manufaturada em torno da pessoa de
Jmmanuel de modo a erigir um poderoso culto religioso para inescrupulosamente
escravizarem os seres humanos da Terra.
É muito raro que um indivíduo seja bem sucedido ao publicar temas e verdades que
esclareçam conexões casuais, ou que pelo menos nos dê alguma luz sobre elas
quando elas pertencem aos cultos religiosos ou a assuntos políticos. A prática
existente nos prova que, como regra geral, tais seres humanos foram
inescrupulosamente perseguidos, torturados e assassinados. Forças chamadas a
dianteira prontamente aparecem, sabendo como colocarem os conteúdos
verdadeiros de uma declaração sob a penumbra. Para elas, quaisquer meios são
justificáveis para transformarem a verdade numa caricatura. Mas isso não é tudo,
porque tão logo algo seja publicado e disseminado, que clarifique alguma relação
casual com as verdades concernentes aos cultos religiosos ou assuntos políticos,
então, as publicações são retiradas de circulação com a ajuda do clero, da polícia,
das agências do governo, dos tribunais, dos poderosos cultos religiosos e seus
fanáticos seguidores. As publicações são “salvaguardadas”, ou destruídas, para
que possam continuar a privarem o ser humano da verdade real, deixando-o morrer
de fome e perecer penosamente na miséria dos pensamentos falsos e dos
ensinamentos falsos, porque é somente assim fazendo que ele poderá ser muito
mais explorado até a última gota de seu sangue, particularmente pelos governos e
pelos cultos religiosos.
A versão em língua alemã do Talmud de Jmmanuel não corresponde às traduções
originais do aramáico antigo pois Isa Rachid não dominava a língua alemã o
suficiente nem estava familiarizado com a codificação da Missão ao ponto que ele
pudesse ter organizado a versão em língua alemã.
A versão em língua alemã representa na verdade uma cópia da tradução do
aramáico antigo, Mas numa forma que foi corrigida por Eduard Albert Meier e
suprida com o código necessário para a Missão. (Nota: a língua nativa de Billy é o
alemão)
Assim, a versão em alemão representa um produto 80% do estilo e estrutura das
sentenças que foram concluídas por Eduard Albert Meier, enquanto os 20%
restantes devem ser considerados como os esforços da tradução de Isa Rachid.
Para fazer com que a versão em alemão fosse escrita corretamente, de acordo com
a antiga forma lingüística bem como o codex necessário para a Missão, levou
aproximadamente mais de quatro vezes o trabalho e a energia requeridos para a
tradução do aramáico antigo.
O editor, “BILLY” EDUARD ALBERT MEIER.
NOTA DO TRADUTOR BRASILEIRO:
QUERIDOS LEITORES CHEGOU A HORA DA VERDADE!
Nos idos de 2000 e 2001 eu tive uma série de sonhos repetitivos, vívidos e
verdadeiros, onde me pediam para pesquisar a respeito do nome Immanuel ou
Emmanuel, e pediam-me para olhar na Bíblia e ler Revelações a respeito de uma tal
estrela da manhã ou estrela matutina. Na época, não entendi absolutamente nada!
Mas o resultado é que cheguei até Billy Eduard Albert Meier e descobri a obra o
“Talmud de Jmmanuel”. Esta apresentação do Talmud de Jmmanuel em língua
portuguesa foi feita com a única e exclusiva finalidade de levar as verdadeiras e
severas palavras do ser humano comum, filho de um ser humano extraterrestre e,
de Maria, uma mulher humana terrestre, este homem que se chamava Jmmanuel,
cujo nome foi perversamente trocado para “Jesus Cristo” por Saulo/Paulo de Tarso.
O objetivo desta publicação em português é de pôr um derradeiro PONTO FINAL,
para todo o sempre, nas mentiras, nas loucuras, nos desatinos, nas falsificações,
nas explorações, enganações e nas ilusões de todos os tipos e espécies causadas
pelos cultos religiosos de todos os tipos e espécies. O Talmud de Jmmanuel veio à
luz da VERDADE para destruir com todas as mentiras, as ilusões e auto ilusões,
enganações, falsidades, e charlatanice, de cada um dos mentirosos religiosos.
Aconselho a cada um de vocês que irão ler o Talmud de Jmmanuel que o leiam por
completo passagem por passagem, sentem-se com a sua Bíblia de preferência do
lado e comparem passagem por passagem para verem com os seus próprios olhos
a desgraça, a miséria, e a desordem que trouxeram ao Planeta Terra ao falsificarem
as verdadeiras palavras de Jmmanuel. Tenham a mente aberta, de buscador da
verdade. Olhem em torno de si mesmos e percebam o por quê do Planeta Terra
estar vivendo toda esta coisa imunda e hedionda chamada religião cristã que por
sua vez gerou todas as outras tolices e loucuras relacionadas acima. Leiam os
mentirosos e falsificadores chamados: Mateus, Marcos, Lucas, e João, pois todos
eles tiveram acesso aos pergaminhos originais do Talmud de Jmmanuel (originais
ou cópias destes) alterando absurdamente as passagens com loucuras e
falsidades, e ainda, leiam o louco e demente do Saulo/Paulo de Tarso - Atos dos
Apóstolos e Cartas de Paulo - e comparem, vejam, sintam, e entendam o que é a
MENTIRA e a ilusão completa em tuas mentes, almas corpos, e espíritos por todos
esses anos. Eu, B. UM AMIGO DA VERDADE, dediquei todo o meu esforço, toda a
minha alma, e os meus conhecimentos de buscador da verdade na tradução deste
trabalho, com o único e exclusivo objetivo de dedicá-lo a CADA UM DE VOCÊS
pois, afinal, eu também, um dia, fui UM de vocês.
B. : O TRADUTOR DO TALMUD DE JMMANUEL
De uma linda e ensolarada cidade no interior de São Paulo – Brasil
2 de Dezembro de 2002
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terça-feira, 6 de novembro de 2007
Os Nefilin, de Shirley Massapust
Num diálogo retirado do capítulo "Serafim" da popular série de TV, Arquivo X, a investigadora do FBI Dana Scully, depois de deparar-se com um serafim, consulta um padre para que lhe esclareça a respeito do que viu:
Dana Scully: Eu vi um homem com roupa negra. Ele tinha 4 faces, não eram humanas.
Padre: (...) É um Serafim um anjo de 4 faces. Uma de anjo, 1 de leão, 1 de águia e uma de touro. Na história o anjo desce do céu e gera 4 filhos em uma, mortal. Os filhos são os Nefelin , os caídos, tem almas de anjos mas não deveriam existir, são deformados atormentados. Então Deus envia o Serafim à Terra para levar de volta as almas dos Nefelin, para evitar que o demônio as reinvindique.
Dana Scully: Como foram levadas?
Padre: Elas foram levadas pelo brilho de sua face. Olhar para um Serafim em toda sua glória é entregar a alma ao céu.
Dana Scully: Acha que foi isso o que vi?
Padre: Não, acho que o que viu foi uma fantasia de sua imaginação. (...) Nephelin é uma história. O texto no qual parece nem é reconhecido pela igreja.
Essa é uma das poucas vezes em que a incrédula agente Scully - e não Fox Mulder - toma a iniciativa em afirmar a existência de algo ainda não provado pela ciência, o que da um destaque maior desse capítulo, em relação ao restante da série. Também em nome de sua fé católica ela deixa que a última das 4 crianças (que possuíam deformações como estrutura óssea para suporte de asas, seis dedos nos pés e nãos, etc.) tenha o mesmo destino das outras, que ao olhar para o serafim morreram com seus olhos queimados. De qualquer forma a lenda dos Nefilin faz parte da antiga mitologia judaica.
O livro da Gênese assinala a união fecunda dos Benei-ha-Elohim ou filhos dos deuses, com as filhas dos homens: Misterioso casamento do qual nasceu a grande raça dos gibborim, ou dos nephilim:
«6. Filhos de Deus e filhas dos homens - Quando os homens começaram a ser numerosos sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas, os filhos de Deus viram que as filhas dos homens eram belas e tomaram como mulheres todas as que lhes agradaram. Iahweh disse: "Meu espírito não se responsabilizará indefinidamente pelo homem, pois ele é carne; não viverá mais que cento e vinte anos." Ora, naquele tempo (e também depois), quando os filhos de Deus se uniam às filhas dos homens e estas lhes davam filhos, os Nefilim habitavam sobre a terra; estes homens famosos foram os heróis dos tempos antigos.»
O episódio dos "filhos de Deus", que se casaram com as "filhas dos homens", é de tradição javista. O capítulo 6 é provavelmente um fragmento que se adicionou para fornecer uma motivação moral à história do dilúvio, derivada de versões mesopotâmicas nas quais essa motivação inexiste. Embora no Gênesis não esteja claro que os nefilins fossem maus, assim eles foram considerados nos livros apócrifos da época do Segundo Templo. O livro apocalíptico dos Jubileus conta que os Sentinelas (anjos) vieram para a Terra e depois pecaram, mas que seu príncipe, Samael, teria tido a permissão de Yaveh para atormentar a humanidade. Entretanto, o judaísmo posterior e quase todos os primeiros escritores eclesiásticos viram nesses "filhos de Deus" anjos culpados. Nos Livros de Enoch, esse episódio aparece como tendo sido uma desobediência à Deus. Os últimos compiladores do capítulo 6 provavelmente conheciam a história completa relatada em Enoch, com detalhes sobre os filhos nascidos da união entre anjos e mulheres, "que são chamados espíritos sobre a terra" pois a citação Bíblica foi obviamente influenciada por este livro, do qual temos um fragmento de sua forma mais antiga, em aramaico, o manuscrito de Damasco, descoberto no inverno de 1896-97 numa genizah ou esconderijo secreto de uma comunidade hebraica do Cairo e publicada, pela primeira vez, sob o título de Documento de Damasco, em 1910. O texto completo, em português, aparece no apêndice de "Os Documentos do Mar Morto", de Burrows, de onde tiramos a citação que se segue:
«III - E, agora, ouvi-me, meus filhos, que eu descerrarei os vossos olhos para que possais escolher aquilo que Ele ama e desprezar tudo aquilo que odeia, para poderdes caminhar perfeitamente em todos os Seus caminhos e não errardes seguindo impulsos culposos ou deitando olhares de fornicação. Porque muitos foram os que se desviaram e homens fortes e valorosos aí escorregaram, tanto outrora como hoje. Caminhando com a rebelião nos corações, caíram os próprios guardas dos céus, a tal chegados porque não observavam os mandamentos de Deus, tendo caído também os seus filhos, cuja estatura atingia também a altura dos cedros e cujos corpos se assemelhavam a montanhas. Todo o ser vivo que se encontrava em terra firme, caiu, sim, e morreu, e foram como se não tivessem sido, porque procediam conforme a sua vontade e não observavam os mandamentos do seu Criador, de maneira que a cólera de Deus se inflamou contra eles.
IV - assim se perderam os filhos de Noé e as suas tribos e assim foram aniquilados.»
Ainda nos textos de Qumram, do século II a.C., vamos encontrar outro documento antigo, o pergaminho de Lameque, contando uma história semelhante. Como o rolo só se conservou em fragmentos, faltam agora no texto frases e sentenças inteiras. O que restou, entretanto, é suficiente singular para ser relatado. Diz ele, que certo dia Lameque, pai de Noé, voltando para casa de uma viagem de mais de nove meses, foi surpreendido pela presença de um menino pequenino que, por seu aspecto físico externo em absoluto não se enquadraria na família. Lameque levantou pesadas acusações contra sua mulher Bat-Enosh e afirmou que aquela criança não se originara dele. Bat-Enosh se defendeu, jurando por tudo que lhe era sagrado que o sêmem só poderia ser dele, do pai Lameque, pois na ausência do marido ela não teve o menor contato com nenhum soldado, nem de um estranho nem de um dos "filhos do céu". E ela implorou:
«Ó meu senhor... juro... esse sêmem proveio de ti, de ti proveio a concepção, de ti a plantação do fruto que não é de um forasteiro, nem de um guarda, tampouco de um filho do céu...»
Não obstante, Lameque não acreditou nas juras de sua mulher e, desassossegado até o fundo de sua alma, partiu para pedir conselho a seu pai Matusalém, a quem relatou o caso familiar que tanto o deprimia. Matusalém ouviu, meditou e como não chegou a tirar conclusão alguma, por sua vez, pôs-se a caminho para consultar o sábio Enoque. Aquele assunto de família estava causando tal alvoroço que o velho enfrentou os incômodos de uma longa viagem a fim de por a limpo a origem do garoto. Enoque ouviu o relato de Matusalém, contando como, de um céu cem nuvens, de repente caiu um menino, de aspecto físico externo menos parecido com o dos mortais comuns, e mais semelhante a um filho de pai celeste, cujos olhos, cabelos, pele, em nada se enquadrava na família.
O sábio Enoque escutou o relato e mandou o velho Matusalém de volta, com a notícia alarmante de que um grande juízo punitivo sobreviria, atingindo a Terra e a humanidade; toda a "carne" seria aniquilada, por ser suja e perversa. No entanto, falou Enoque, ele, Matusalém, deveria ordenar ao seu filho Lameque que ficasse com o menino e lhe desse o nome de Noé, pois o pequeno Noé teria sido escolhido para ser o progenitor daqueles que sobreviveriam ao grande juízo universal. Matusalém viajou de volta, informou seu filho sobre tudo o que estaria para vir e Lameque finalmente aceitou a criança como sua.
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Dana Scully: Eu vi um homem com roupa negra. Ele tinha 4 faces, não eram humanas.
Padre: (...) É um Serafim um anjo de 4 faces. Uma de anjo, 1 de leão, 1 de águia e uma de touro. Na história o anjo desce do céu e gera 4 filhos em uma, mortal. Os filhos são os Nefelin , os caídos, tem almas de anjos mas não deveriam existir, são deformados atormentados. Então Deus envia o Serafim à Terra para levar de volta as almas dos Nefelin, para evitar que o demônio as reinvindique.
Dana Scully: Como foram levadas?
Padre: Elas foram levadas pelo brilho de sua face. Olhar para um Serafim em toda sua glória é entregar a alma ao céu.
Dana Scully: Acha que foi isso o que vi?
Padre: Não, acho que o que viu foi uma fantasia de sua imaginação. (...) Nephelin é uma história. O texto no qual parece nem é reconhecido pela igreja.
Essa é uma das poucas vezes em que a incrédula agente Scully - e não Fox Mulder - toma a iniciativa em afirmar a existência de algo ainda não provado pela ciência, o que da um destaque maior desse capítulo, em relação ao restante da série. Também em nome de sua fé católica ela deixa que a última das 4 crianças (que possuíam deformações como estrutura óssea para suporte de asas, seis dedos nos pés e nãos, etc.) tenha o mesmo destino das outras, que ao olhar para o serafim morreram com seus olhos queimados. De qualquer forma a lenda dos Nefilin faz parte da antiga mitologia judaica.
O livro da Gênese assinala a união fecunda dos Benei-ha-Elohim ou filhos dos deuses, com as filhas dos homens: Misterioso casamento do qual nasceu a grande raça dos gibborim, ou dos nephilim:
«6. Filhos de Deus e filhas dos homens - Quando os homens começaram a ser numerosos sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas, os filhos de Deus viram que as filhas dos homens eram belas e tomaram como mulheres todas as que lhes agradaram. Iahweh disse: "Meu espírito não se responsabilizará indefinidamente pelo homem, pois ele é carne; não viverá mais que cento e vinte anos." Ora, naquele tempo (e também depois), quando os filhos de Deus se uniam às filhas dos homens e estas lhes davam filhos, os Nefilim habitavam sobre a terra; estes homens famosos foram os heróis dos tempos antigos.»
O episódio dos "filhos de Deus", que se casaram com as "filhas dos homens", é de tradição javista. O capítulo 6 é provavelmente um fragmento que se adicionou para fornecer uma motivação moral à história do dilúvio, derivada de versões mesopotâmicas nas quais essa motivação inexiste. Embora no Gênesis não esteja claro que os nefilins fossem maus, assim eles foram considerados nos livros apócrifos da época do Segundo Templo. O livro apocalíptico dos Jubileus conta que os Sentinelas (anjos) vieram para a Terra e depois pecaram, mas que seu príncipe, Samael, teria tido a permissão de Yaveh para atormentar a humanidade. Entretanto, o judaísmo posterior e quase todos os primeiros escritores eclesiásticos viram nesses "filhos de Deus" anjos culpados. Nos Livros de Enoch, esse episódio aparece como tendo sido uma desobediência à Deus. Os últimos compiladores do capítulo 6 provavelmente conheciam a história completa relatada em Enoch, com detalhes sobre os filhos nascidos da união entre anjos e mulheres, "que são chamados espíritos sobre a terra" pois a citação Bíblica foi obviamente influenciada por este livro, do qual temos um fragmento de sua forma mais antiga, em aramaico, o manuscrito de Damasco, descoberto no inverno de 1896-97 numa genizah ou esconderijo secreto de uma comunidade hebraica do Cairo e publicada, pela primeira vez, sob o título de Documento de Damasco, em 1910. O texto completo, em português, aparece no apêndice de "Os Documentos do Mar Morto", de Burrows, de onde tiramos a citação que se segue:
«III - E, agora, ouvi-me, meus filhos, que eu descerrarei os vossos olhos para que possais escolher aquilo que Ele ama e desprezar tudo aquilo que odeia, para poderdes caminhar perfeitamente em todos os Seus caminhos e não errardes seguindo impulsos culposos ou deitando olhares de fornicação. Porque muitos foram os que se desviaram e homens fortes e valorosos aí escorregaram, tanto outrora como hoje. Caminhando com a rebelião nos corações, caíram os próprios guardas dos céus, a tal chegados porque não observavam os mandamentos de Deus, tendo caído também os seus filhos, cuja estatura atingia também a altura dos cedros e cujos corpos se assemelhavam a montanhas. Todo o ser vivo que se encontrava em terra firme, caiu, sim, e morreu, e foram como se não tivessem sido, porque procediam conforme a sua vontade e não observavam os mandamentos do seu Criador, de maneira que a cólera de Deus se inflamou contra eles.
IV - assim se perderam os filhos de Noé e as suas tribos e assim foram aniquilados.»
Ainda nos textos de Qumram, do século II a.C., vamos encontrar outro documento antigo, o pergaminho de Lameque, contando uma história semelhante. Como o rolo só se conservou em fragmentos, faltam agora no texto frases e sentenças inteiras. O que restou, entretanto, é suficiente singular para ser relatado. Diz ele, que certo dia Lameque, pai de Noé, voltando para casa de uma viagem de mais de nove meses, foi surpreendido pela presença de um menino pequenino que, por seu aspecto físico externo em absoluto não se enquadraria na família. Lameque levantou pesadas acusações contra sua mulher Bat-Enosh e afirmou que aquela criança não se originara dele. Bat-Enosh se defendeu, jurando por tudo que lhe era sagrado que o sêmem só poderia ser dele, do pai Lameque, pois na ausência do marido ela não teve o menor contato com nenhum soldado, nem de um estranho nem de um dos "filhos do céu". E ela implorou:
«Ó meu senhor... juro... esse sêmem proveio de ti, de ti proveio a concepção, de ti a plantação do fruto que não é de um forasteiro, nem de um guarda, tampouco de um filho do céu...»
Não obstante, Lameque não acreditou nas juras de sua mulher e, desassossegado até o fundo de sua alma, partiu para pedir conselho a seu pai Matusalém, a quem relatou o caso familiar que tanto o deprimia. Matusalém ouviu, meditou e como não chegou a tirar conclusão alguma, por sua vez, pôs-se a caminho para consultar o sábio Enoque. Aquele assunto de família estava causando tal alvoroço que o velho enfrentou os incômodos de uma longa viagem a fim de por a limpo a origem do garoto. Enoque ouviu o relato de Matusalém, contando como, de um céu cem nuvens, de repente caiu um menino, de aspecto físico externo menos parecido com o dos mortais comuns, e mais semelhante a um filho de pai celeste, cujos olhos, cabelos, pele, em nada se enquadrava na família.
O sábio Enoque escutou o relato e mandou o velho Matusalém de volta, com a notícia alarmante de que um grande juízo punitivo sobreviria, atingindo a Terra e a humanidade; toda a "carne" seria aniquilada, por ser suja e perversa. No entanto, falou Enoque, ele, Matusalém, deveria ordenar ao seu filho Lameque que ficasse com o menino e lhe desse o nome de Noé, pois o pequeno Noé teria sido escolhido para ser o progenitor daqueles que sobreviveriam ao grande juízo universal. Matusalém viajou de volta, informou seu filho sobre tudo o que estaria para vir e Lameque finalmente aceitou a criança como sua.
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sexta-feira, 31 de agosto de 2007
A Torá / A Torah
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Torá (do hebraico תּוֹרָה, significando instrução, apontamento, lei) é o nome dado aos cinco primeiros livros do Tanakh (também chamados de Hamisha Humshei Torah, חמשה חומשי תורה - as cinco partes da Torá) e que constituem o texto central do judaísmo. Contém os relatos sobre a criação do mundo, da origem da humanidade, do pacto de Deus com Abraão e seus filhos, e a libertação dos filhos de Israel do Egito e sua peregrinação de quarenta anos até a terra prometida. Inclui também os mandamentos e leis que teriam sido dadas a Moisés para que entregasse e ensinasse ao povo de Israel.
Chamado também de Lei de Moisés (Torat Moshe, תּוֹרַת־מֹשֶׁה), hoje a maior parte dos estudiosos são unânimes em concordar que Moisés não é o autor do texto que possuímos, mas sim que se trate de uma compilação posterior. Por vezes o termo "Torá" é usado dentro do judaísmo rabínico para designar todo o escopo da tradição judaica, incluindo a Torá escrita, a Torá oral (ver Talmud) e os ensinamentos rabínicos. O cristianismo baseado na tradução grega Septuaginta também conhece a Torá como Pentateuco, que constitui os cinco primeiros livros da Bíblia cristã.
Divisão da Torá
As cinco partes que constituem a Torá são nomeadas de acordo com a primeira palavra de seu texto, e são assim chamadas:
* בראשית, Bereshit - No princípio conhecido pelo público não-judeu como Gênesis
* שמות, Shemot - Os nomes ou Êxodo
* ויקרא, Vaicrá - E chamou ou Levítico
* במדבר, Bamidbar- No ermo ou Números
* דברים, Devarim - Palavras ou Deuteronômio
Geralmente suas cópias feitas à mão, em rolos, e dentro de certas regras de composição, usadas para fins litúrgicos, são conhecidas como Sefer Torá, enquanto suas versões impressas, em livro, são conhecidas como Chumash.
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Torá (do hebraico תּוֹרָה, significando instrução, apontamento, lei) é o nome dado aos cinco primeiros livros do Tanakh (também chamados de Hamisha Humshei Torah, חמשה חומשי תורה - as cinco partes da Torá) e que constituem o texto central do judaísmo. Contém os relatos sobre a criação do mundo, da origem da humanidade, do pacto de Deus com Abraão e seus filhos, e a libertação dos filhos de Israel do Egito e sua peregrinação de quarenta anos até a terra prometida. Inclui também os mandamentos e leis que teriam sido dadas a Moisés para que entregasse e ensinasse ao povo de Israel.
Chamado também de Lei de Moisés (Torat Moshe, תּוֹרַת־מֹשֶׁה), hoje a maior parte dos estudiosos são unânimes em concordar que Moisés não é o autor do texto que possuímos, mas sim que se trate de uma compilação posterior. Por vezes o termo "Torá" é usado dentro do judaísmo rabínico para designar todo o escopo da tradição judaica, incluindo a Torá escrita, a Torá oral (ver Talmud) e os ensinamentos rabínicos. O cristianismo baseado na tradução grega Septuaginta também conhece a Torá como Pentateuco, que constitui os cinco primeiros livros da Bíblia cristã.
Divisão da Torá
As cinco partes que constituem a Torá são nomeadas de acordo com a primeira palavra de seu texto, e são assim chamadas:
* בראשית, Bereshit - No princípio conhecido pelo público não-judeu como Gênesis
* שמות, Shemot - Os nomes ou Êxodo
* ויקרא, Vaicrá - E chamou ou Levítico
* במדבר, Bamidbar- No ermo ou Números
* דברים, Devarim - Palavras ou Deuteronômio
Geralmente suas cópias feitas à mão, em rolos, e dentro de certas regras de composição, usadas para fins litúrgicos, são conhecidas como Sefer Torá, enquanto suas versões impressas, em livro, são conhecidas como Chumash.
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