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quinta-feira, 20 de março de 2008

O Terceiro Olho - O Despertar da Visão Interior, de Samuel Sagan

INTRODUÇÃO

"A candeia do corpo são os olhos; de
sorte que, se os teus olhos forem bons,
todo o teu corpo terá luz."
Matthew 6:22

Este livro descreve um processo sistemático para desenvolver o terceiro olho.

Foi escrito para aqueles que não se satisfazem apenas com um entendimento intelectual de realidades espirituais e que desejam ganhar acesso à experiências diretas.

O desenvolvimento da visão espiritual requer a construção paciente de alguns novos "órgãos" de energia, dentre os quais o terceiro olho é um membro essencial. Estas novas estruturas não são físicas, não obstante elas são muito reais e tangíveis. Uma vez completamente desenvolvidas, as percepções que passam por elas aparecem mais claras, mais afiadas e mais significativas que aquelas vindas das sensações físicas. Várias técnicas serão descritas visando uma cultivação metódica desta nova forma de percepção.

Nossa abordagem sempre enfatiza a superioridade da experiência sobre os conceitos mentais, e dos conhecimentos em primeira-mão sobre crenças. Na realidade, não é o que você presume ou aceita como realidade que provocará uma regeneração espiritual, mas o que você experimenta diretamente. Então, não se pede ao leitor que acredite no que está escrito aqui, mas que pratique os exercícios.

Nenhum conhecimento ou treinamento espiritual anterior é esperado antes de começar as práticas. Eu sugiro que você esqueça temporariamente tudo que sabe, a fim de se engajar nas técnicas com consciência fresca. Tendo compartilhado este conhecimento com centenas de estudantes nos cursos que acontecem na Escola Clairvision em Sydney, eu sei que não é sempre os que meditaram durante anos que entram no campo de percepção facilmente. Para alguns, o prévio conhecimento espiritual dá asas e provê chaves para abrir todas as portas; enquanto para outros mais parece correntes que lhes impedem de absorver qualquer coisa nova. Quanto mais você se torna capaz de deixar de lado idéias pré-concebidas, mais fácil será "enxergar".

Deve ser claramente entendido que nosso objetivo não é desenvolver as distorções atávicas da clarividência psíquica de transe-médio mas de caminhar em direção da Visão do Self. Embora várias percepções extrasensoriais surjam com a pratica das técnicas, o propósito é claramente achar o Self e aprender a ver o mundo a partir dele ao invés de sua consciência mental habitual.

Este livro deve ser tido como uma introdução, um primeiro passo, para um modo completamente diferente de percepção e pensamento. Foi escrito para servir o grande número de seres humanos que estão presentemente prontos a se conectarem com realidades espirituais e adentrar em um novo modelo de consciência. As técnicas propostas são para pessoas que são parte do mundo. Elas não o convidam a se retirar de suas atividades diárias mas sim começar a executá-las com uma consciência diferente e uma nova visão, aplicando a linha de Provérbios (iii:6): "Em todas suas formas, conhecei-O", dito pelo Talmud, contendo toda a essência do Torah.

Depois de ditas estas palavras, é importante declarar que a Escola Clairvision não é uma organização "New Age". Seus métodos e técnicas são normalmente baseados em princípios bem diferentes dos achados no movimento New Age. Em nenhum momento as técnicas da Clairvision usam qualquer tipo de canalização, imaginação criativa ou afirmações positivas. Nenhuma hipnose ou auto-sugestão é usada. As técnicas da Escola Clairvision estão baseadas em um despertar direto do corpo de energia. A filosofia e a base da escola são achados na tradição ocidental do conhecimento esotérico. Se acontecer de você experimentar intensas aberturas e percepções enquanto estiver praticando nossas técnicas, é bem possível que você também tenha uma conexão com esta tradição. Em particular, espera-se que muitos tenham um claro despertar do terceiro olho enquanto estiverem lendo este livro.

Despertando o Terceiro Olho é um dos livros introdutórios ao Corpo Clairvision, o corpo de conhecimento que é a base da Escola Clairvision . O Corpo Clairvision contém conhecimento teórico e experimental no campo da consciência e dos mistérios da natureza humana, com um enfoque especial em transformação e alquimia interna. Alquimia pode ser definida como a arte de elevar o nível vibratório da matéria. Alquimia interna refere-se, então, a uma forma de desenvolvimento espiritual no qual o objetivo final não é abandonar nenhuma conexão com a criação manifesta dissolvendo a si mesmo, mas construir um veículo no qual a abundância do Self pode ser sentida permanentemente, mesmo enquanto morando no mundo físico. Este corpo de imortalidade corresponde ao que a tradição Cristã chamou de corpo glorioso e para o paramam vapuh dos Upanishads é em muitas formas semelhante, senão idêntico, ao lápis philosophorum ou pedra filosofal dos alquimistas; e ao Graal, coração da tradição esotérica ocidental.

Despertando o Terceiro Olho põe as fundações para uma aproximação experimental de um trabalho de alquimia interna . Muitas das técnicas dadas no princípio não são para serem consideradas como "alquímicas" no sentido estrito da palavra, mas como uma preparação necessária sem a qual as fases mais avançadas do trabalho não fariam sentido.

Ao invés de desenvolver primeiro os aspectos teóricos por completo, serão dadas indicações graduais ao longo deste livro, seguidas de forma a clarificar os propósitos e princípios de um trabalho de alquimia interior. A natureza do nosso tópico também proporcionará grandes oportunidades para desenvolver vários aspectos relacionados aos corpos sutis.

Local de rede: http://www.clairvision.org
E-mail: infoportuguese@clairvision.org

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terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Septem Sermones Ad Mortuos - Sete exortações aos mortos / Sete Sermões aos Mortos, de Carl Gustav Jung / C.G. Jung / Carl G. Jung

O PRIMEIRO SERMÃO
Os mortos retornaram de Jerusalém, onde não encontraram o que buscavam. Eles pediram para serem admitidos à minha presença e exigiram ser por mim instruídos; assim, eu os instruí:

Ouvi: Eu começo com nada. Nada é o mesmo que plenitude. No estado de infinito, plenitude é o mesmo que vazio. O Nada é ao mesmo tempo vazio e pleno. Pode-se também afirmar alguma outra coisa a respeito do Nada, ou seja, que é branco ou negro, existente ou inexistente. Aquilo que é infinito e eterno não possui qualidades porque contém todas as qualidades.

O Nada ou plenitude é por nós chamado de o PLEROMA. Nele, pensamento e existência cessam, porque o eterno é desprovido de qualidades. Nele, não existe ninguém, porque se existisse alguém, este então se diferenciaria do Pleroma e possuiria qualidades que o distinguiriam do Pleroma.

No Pleroma não existe nada e existe tudo: não é bom pensar sobre o Pleroma, pois fazê-lo significaria dissolução.

O MUNDO CRIADO não está no Pleroma, mas em si mesmo. O Pleroma é o princípio e o fim do mundo criado. O Pleroma penetra o mundo criado como a luz solar penetra toda a atmosfera. Embora o Pleroma penetre-o por completo, o mundo criado não participa dele, da mesma forma que um corpo sumamente transparente não se torna escuro ou colorido como resultado da passagem da luz por ele. Nós mesmos, no entanto, somos o Pleroma e assim sendo, o Pleroma está presente em nós. Mesmo no ponto mais minúsculo, o Pleroma está presente sem limite algum, eterna e completamente, porque pequeno e grande são qualidades estranhas ao Pleroma. Ele é o nada onipresente, completo e infinito. Eis porque vos falo do mundo criado como uma porção do Pleroma, mas unicamente em sentido alegórico; pois o Pleroma não se divide em partes, por ser o nada. Somos também o Pleroma como um todo; visto que num aspecto figurativo o Pleroma é um ponto excessivamente pequeno, hipotético, quase inexistente em nós, sendo igualmente o firmamento ilimitado do cosmo à nossa volta. Por que então discorremos sobre o Pleroma, se ele é o todo e também o nada?
Eu vos falo como ponto de partida, e também para eliminar de vós a ilusão de que em algum lugar, dentro ou fora, existe algo absolutamente sólido e definido. Tudo o que chamam de definido e sólido não é mais do que relativo, porque somente o que está sujeito à mudança apresenta-se definido e sólido.
O mundo criado está sujeito a mudar. Trata-se da única coisa sólida e definida, uma vez que possui qualidades. Em verdade, o próprio mundo criado nada mais é que uma qualidade.
Indagamos: como se originou a criação? As criaturas de fato têm origem, mas não o mundo criado, porque este é uma qualidade do Pleroma, da mesma forma que o incriado; a morte eterna também representa uma qualidade do Pleroma. A criação é eterna e onipresente. O Pleroma possui tudo: diferenciação e indiferenciação.

Diferenciação é criação. O mundo criado é de fato diferenciação. A diferenciação é a essência do mundo criado e, por essa razão, o que é criado gera também mais diferenciação. Eis porque o próprio homem é um divisor, porquanto sua essência é também diferenciação. Eis por que ele distingue as qualidades do Pleroma, qualidades essas que não existem. Essas divisões, o homem extrai de seu próprio ser. Eis por que o homem discorre sobre as qualidades do Pleroma, que são inexistentes

Vós me dizeis: Que benefício existe então em falar sobre o assunto, uma vez que se afirmou ser inútil pensar sobre o Pleroma?
Eu vos digo essas coisas para libertar-vos da ilusão de que é possível pensar sobre o Pleroma. Quando falamos de divisões do Pleroma, falamos da posição de nossas próprias divisões, falamos de nosso próprio estado diferenciado; mas embora procedamos desta forma, na realidade nada dissemos sobre o Pleroma. No entanto, é necessário falarmos de nossa própria diferenciação. Eis por que devemos distinguir qualidades individuais.

Dizeis: Que mal não decorre do discriminar, pois nesse caso transcendemos os limites de nosso próprio ser; estendemo-nos além do mundo criado e mergulhamos no estado indiferenciado, outra qualidade do Pleroma. Submergimos no próprio Pleroma e deixamos de ser seres criados. Assim, tornamo-nos sujeitos à dissolução e ao nada.

Essa é a verdadeira morte do ser criado. Morremos na medida em que não somos capazes de discriminar. Por essa razão, o impulso natural do ser criado volta-se para a diferenciação e para a luta contra o antigo e pernicioso estado de igualdade. A tendência natural chama-se Princípio de Individuação. Esse princípio constitui de fato a essência de todo ser criado. A partir de tudo isso, podeis prontamente reconhecer por que o princípio indiferenciado e a falta de discriminação representam um grande perigo para os seres criados. Eis por que devemos ser capazes de distinguir as qualidades do Pleroma. Suas qualidades são os PARES DE OPOSTOS, tais como:

o eficaz e o ineficaz
plenitude e o vazio
o vivo e o morto
diferença e igualdade
luz e treva
quente e frio
energia e matéria
tempo e espaço
bem e mal
beleza e fealdade
o um e os muitos

e assim por diante.
Os pares de opostos são as qualidades do Pleroma: também são na verdade inexistentes, porque se anulam mutuamente.

Como nós mesmos somos o Pleroma, também possuímos essas qualidades presentes em nós. Visto que a essência do nosso ser é a diferenciação, possuímos essas qualidades em nome e sob o sinal da diferenciação, o que significa:

Primeiro: que em nós as qualidades estão diferenciadas, separadas, umas das outras e, dessa forma, não se anulam mutuamente; ao contrário, encontram-se em atividade. Eis por que somos vítimas dos pares de opostos. Porque em nós o Pleroma divide-se em dois.

Segundo: as qualidades pertencem ao Pleroma, e nós podemos e devemos partilhá-las somente em nome e sob o sinal da diferenciação. Devemos nos separar dessas qualidades. No Pleroma, elas se anulam mutuamente; em nós não. Porém, se soubermos percebermo-nos como seres à parte dos pares de opostos, obteremos a salvação.

Quando lutamos pelo bom e pelo belo, esquecemo-nos de nosso ser essencial, que é a diferenciação, e nos tornamos vítimas das qualidades do Pleroma, os pares de opostos. Lutamos para alcançar o bom e o belo, mas ao mesmo tempo obtemos o mau e o feio, porque no Pleroma estes são idênticos àqueles. Todavia, se permanecermos fiéis à nossa natureza, que é a diferenciação, então nos diferenciaremos do mau e do feio. Só assim não imergimos no Pleroma, ou seja, no nada e na dissolução.

Discordareis, dizendo: Afirmastes que diferenciação e igualdade constituem também qualidades do Pleroma. O que ocorre, quando lutamos pela diferenciação? Não somos no caso fiéis à nossa natureza e, portanto, devemos também ficar eventualmente em estado de igualdade , enquanto lutamos pela diferenciação?
O que não deveis esquecer jamais é que o Pleroma não tem qualidades. Somos nós que criamos essas qualidades através do intelecto. Quando lutamos pela diferenciação ou pela igualdade, ou por outras qualidades, lutamos por pensamentos que fluem para nós a partir do Pleroma, ou seja, pensamentos sobre as qualidades inexistentes do Pleroma. Enquanto perseguis essas idéias, vós vos precipitais novamente no Pleroma, chegando ao mesmo tempo à diferenciação e à igualdade. Não a vossa mente, mas o vosso ser constitui a diferenciação. Eis por que não deveríeis lutar pela diferenciação e pela discriminação como as conheceis, mas sim por VOSSO PRÓPRIO SER. Se de fato assim o fizéssemos, não teríeis necessidade de saber coisa alguma sobre o Pleroma e suas qualidades e, ainda assim, atingiríeis o vosso verdadeiro objetivo, devido à vossa natureza. No entanto, como o raciocínio aliena-vos de vossa real natureza, devo ensinar-vos o conhecimento para que possais manter vosso raciocínio sob controle.


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quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Iniciação, de Israel Regardie

Tendo examinado o aspecto mágico da iniciação, nós agora podemos entender o significado do símbolo da Rosa Cruz (mostrado abaixo )usada na Ordo Rosae Rubae & Aurae Crucis, mesmo suas imagens sendo muito intrincadas para serem completamente discutidas aqui, nós podemos indicar que esta Rosa Cruz representa as forças despertas no corpo energético do adepto completamente iniciado, ela também ilustra a harmonia e equilíbrio da sua operação, como representando pelos quatro elementos, os setes planetas tradicionais, e as vinte e duas pétalas da rosa.
Os três círculos concêntricos de letras hebraicas no centro da figura esta dividido em grupos de três, sete, e doze letras cada, Esta distribuição é tirada do Sefer Yetzirah ou Livro da Formação dos antigos cabalistas, o anel mais interno corresponde a primeira ordem e a força dos elementos. O segundo anel corresponde a segunda Ordem assim como aos sete planetas tradicionais e os signos do Zodíaco.


Vamos examinar algumas das dinâmicas da psicoterapia em ordem de entendermos melhor iniciação de uma perspectiva psicológica. De acordo com certas escolas de psicologia, um fenômeno chamado “transferência” figura proeminentemente na psicoterapia efetiva. Transferência poder ser definida como o processo de se tornar consciente de nossos conflitos paternos não resolvidos. Durante o curso de uma psicoterapia o cliente começa a ver o psicoterapeuta como a incorporação desses conflitos não resolvidos. Isto ocorre quando o cliente projeta o conteúdo da sua ou seu inconsciente no terapeuta, muito como se um filme fosse projetado em uma tela branca.
Transferência também tem um papel crucial no processo da iniciação, exceto , que é o iniciador quem se torna a tela para projeções. Esta é uma das razões pela qual a iniciação pode ser uma ferramenta extremamente efetiva em facilitar o desenvolvimento pessoal tanto quanto o espiritual. Mas também explica porque iniciação nas mãos de um inepto ou líder inescrupuloso, pode levar a quebra de corações, desapontamentos ou mesmo morte e destruição. Além disso, até mesmo por causa da relação de transferência com outro ser humano sendo um fator central na iniciação, auto-iniciação é impossível assim como psicoterapia auto-administrada.


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terça-feira, 23 de outubro de 2007

Auto-hipnose - Use o poder da sua mente inconsciente para atingir objetivos pessoais, de Betty Erickson

Liderança

OBJETIVOS & DECISÃO





A estratégia abaixo é útil para se conseguir resultados comportamentais variados (você é que define quais serão). Já foi usada por muitas pessoas com sucesso, inclusive por mim. Não é estritamente necessário conhecer os "porquês" para que a técnica funcione, é suficiente o faça-e-descubra, mas de qualquer maneira, seguem alguns esclarecimentos.

Hipnose é um estado de atenção focalizada e concentrada. Entrar em hipnose envolve tirar sua atenção da experiência externa e direcioná-la internamente. E tipicamente, ao processar informação, privilegiamos um sistema representacional, que pode ser visual, auditivo ou cinestésico (sensações). Um "estado alterado" de consciência ocorre quando você processa informação fora desse seu sistema de representação primário.

Dois pressupostos ou crenças fundamentam esta técnica. A primeira é que o entendimento da mente consciente não é necessário para se efetuar uma mudança. Evidência disto são as várias coisas que aprendeu quando criança, como andar, falar e assobiar. O segundo é que você pode confiar na sua mente inconsciente. Para que você também acredite nisto, sugiro que teste essa afirmação na prática: faça de conta por alguns minutos que é verdade e veja o que acontece!


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segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Livro dos Sonhos, de João Magalhães

A LINGUAGEM DA MENTE
Para os místicos, os sonhos são mensagens divinas. Para a Ciência, são manifestações de nosso inconsciente.
Depois de uma dia inteiro de atividades e muito corre-corre, nada mais gostoso do que deitar a cabeça no travesseiro, fechar os olhos e dormir. Essas horas de repouso são absolutamente necessárias para que nosso organismo reponha as energias gastas. Mas não é só. Quando mergulhamos no sono, começamos a viver um outro processo. É como se nossa mente nos levasse a um mundo misterioso, às vezes bom, às vezes desagradável, onde tudo pode acontecer: o mundo dos sonhos. Mas, afinal, o que são os sonhos? Por que eles acontecem? As explicações variam muito, de acordo com nossos costumes e modo de vida. Para os religiosos, as imagens que nos visitam quase todas as noites são mensagens divinas ou demoníacas. Já os estudiosos da paranormalidade encaram os sonhos como a manifestação de poderes mentais que não dominamos quando estamos acordados - coisas como premonição, telepatia, etc. Há também os estudos científicos. Os mais famosos foram apresentados pelos psicanalistas Sigmund Freud e Carl Jung. Freud conclui que os sonhos são uma espécie de válvula de escape usada para realizarmos nossos desejos proibidos. Jung foi ainda mais longe ao afirmar que os sonhos são também uma forma de expressão do inconsciente coletivo, que,segundo ele, é um oceano de formas, símbolos...

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