terça-feira, 31 de março de 2009

na tua face

Tenho a convicção que antes de compreendermos, ou tentarmos compreender, melhor o Mundo, devemos primeiro conhecer melhor a história do país que vivemos. Na literatura, assim como na vida, também me parece que é muito importante tentarmos conhecer as nossas letras, os nossos autores, porque, ao mesmo tempo, também conhecemos o nosso país, as nossas tradições, os nossos costumes e aquilo que os nossos antepassados viveram.

Queria conhecer ainda mais o passado da nossa literatura, até porque no presente posso dizer que, tirando um ou outro autor, permitam-me a expressão, “movimento-me” bem. O grande “problema” acaba por ser termos sido obrigados a estudá-los e não a lê-los com prazer; pensei que fosse a altura ideal para relembrar alguns nomes importantes das letras portuguesas.

Nos nomes nos quais eu me queria debruçar, como por exemplo Agustina Bessa Luís (é a próxima a tentar conhecer), Aquilino Ribeiro, José Cardoso Pires, Miguel Torga, etc, ler Vergílio Ferreira foi sempre aquele que mais me curiosidade me deu, mais consenso, por aquilo que tinha lido sobre ele, até pela “Aparição” (que um dia tenho de reler, agora sem obrigações escolares) e pelo seu diário “Contra-Corrente” que venho, já há algum tempo, vindo a ler com deleite prazer.

“na tua face”, assim escrito em minúsculas, é um belíssimo livro de amor. Ou melhor, de tudo aquilo que envolve amor, da perda, essencialmente da sua perda, da conquista, do amor ao próximo, do amor aos filhos, do desamor, ou do ódio se preferirmos ver assim, das questões que a vida nos coloca.

Daniel é um pintor falhado, que volta a ver uma paixão antiga, Bárbara, e que depois vamos conhecendo a sua vida, o seu amor pela sua mulher Ângela, os seus filhos, o seu falhanço na sua profissão, etc. Vamos desfiando, página a página, como se fosse um novelo, a sua vida, sempre escrito de forma belíssima e envolvente.

É um livro que respira vida, que respira tristeza, que nos envolve e nos acarinha, dando prazer a ler, à espera do que vai acontecer.

Não me parece o melhor livro para começar a ler a obra de Vergilo Ferreira, a não ser que o leitor esteja bem à vontade com o método existencialista das suas obras; nota-se um enorme amadurecimento da sua obra, sentindo-se ser um livro quase no final da sua carreira, um livro bem trabalhado e nada inocente (como, geralmente, são as primeiras obras) mas existem momentos onde se deseja conhecer melhor o seu passado para poder compreender melhor esta obra. E é isso que irei fazer o mais brevemente possível.

9/10 - Excelente

Discursos de Sathya Sai Baba: FAÇAM DA MENTE UM ESPELHO - 17/03/66 – Ocasião: Viagens

TRECHO:
Manifestações do Amor Divino!
A Índia é uma terra encantadora onde a natureza exibe beleza aos olhos e melodia aos ouvidos,
fragrância e suave frescor revigorante. É o palco animador para o exercício do discernimento e do
desapego do mundo. A Índia possui rica herança de filosofia e espiritualidade prática, centenas de
santos e profetas eminentes, imortalizados por poetas de reputação ilibada. No entanto, a linguagem do
passado, as riquezas dessa experiência vasta e valiosa hoje são conhecidas apenas por algumas
pessoas e, até essas estão desaparecendo rapidamente, devido à negligência e falta de estímulos.
O sânscrito, que durante muito tempo foi a língua que ligava os homens e as mulheres cultos de todas
as partes da Índia, desde os eremitas do Himalaia até os ascetas de Kanyakumari que se vestiam de
conchas, hoje adquiriu a má reputação de “língua morta” e está sendo relegada ao esquecimento pelos
filhos ingratos da terra natal.
Essa terra deu à luz Vamadev, que compreendeu que não era nada senão Brahman, enquanto ainda
vivia no útero materno; Prahlada, que recitava o nome sagrado de Deus desde menino, que se
regozijava em meio à tortura insuportável recitando o mantra sagrado “Om namoh Narayana”
(Saudações ao Deus Narayana, o Supremo); Shukadev, o anacoreta inigualável, desapegado do mundo
dos sentidos desde a infância; Shankaracharya, o asceta supremo e intérprete dos Vedas e Upanishads
e de dois outros textos fundamentais do Sanathana Dharma (Gita e Brahma Sutras), o mestre que
reviveu a devoção e cantava em louvor a todos os grandes santuários hindus; o príncipe Bharatha, que
quando era criança fazia estripulias com filhotes de leões; Arjuna, o arqueiro supremo que conseguia
lançar setas com seu arco usando ambas as mãos com igual destreza, o discípulo dedicado do Senhor,
que d’Ele recebeu os ensinamentos sublimes da Bhagavad Gita; Shivaji, o servo devoto de Samarta
Ramadas, que construiu um império onde reinava o Sanathana Dharma; Shibi e Karna, exemplos
inigualáveis de renúncia altruísta; Sita, Savitri, Draupadi, Sabari, Mira, Andal e muitas outras mulheres,
que proclamavam o significado supremo do Dharma para purificarem e liberarem a mente, que de bom
grado enfrentaram as labaredas furiosas, em vez de sofrerem a ignomínia da deslealdade aos ideais
desse Dharma; as imperatrizes Chandramati e Damayanti, que recebiam de braços abertos qualquer
desastre como mais um exemplo do interesse amoroso que o Senhor tinha por seus progressos em
direção aos pés d’Ele.

A contrição da Bertrand !?!

Eu não queria, juro que não queria, ofuscar aqui o post da minha irmã mas acho que isto merece.
Hoje, logo pela manhã, recebi este e-mail:

"Estimado Cliente,
Ciente do sucesso que foi a campanha de pré-reservas do livro que é já um best-seller, Nómada, de Stephenie Meyer, e da ruptura de stock de livros de oferta que ocorreu na altura do envio das encomendas, a Bertrand Online fez todos os esforços para repôr o stock, de forma a poder satisfazer todos os que participaram na campanha! É com enorme satisfação que vimos agora informá-lo de que já procedemos ao envio do livro de oferta que escolheu na altura da pré-reserva. O livro já foi expedido e deverá recebê-lo na morada indicada no registo até ao final desta semana. Agora poderá finalmente desvendar a bonita história de amor desta fascinante saga!
Cumprimentos,
Esperamos pela sua visita,
Bertrand Online"
Isto só demonstra que definitivamente vale a pena refilar quando achamos que algo não está bem. Pela primeira vez em muito, muito, tempo a Bertrand fez algo decente - apesar de não ser nada mais que a obrigação deles. Não retiro nada do que anteriormente disse mas, tenho que confessar, fiquei contente com a notícia.
E como ficou provado que reivindicar compensa, a bem da minha saúde física e mental, reivindico comentários ao post anterior (ao post da minha irmã). É que temos uma espécie de regra que diz que no dia em que uma publica alguma coisa a outra não mete o nariz e hoje eu achei que a ocasião valia a pena. Ainda assim não quero correr o risco de provocar um banho de sangue - principalmente porque estamos a falar do meu sangue...!! - de modo que conto com a vossa camaradagem para evitar males maiores.

Midnight Sun

Devo começar por dizer que isto é uma espécie de manuscrito, é um rascunho e não um livro... Enfim, deveria ser o quinto livro da Saga Luz e Escuridão se alguém não tem posto na net aquilo que a autora já tinha escrito, sem o conhecimento e aprovação dela. Com isto conseguiram que Stephenie Meyer pusesse a escrita de lado, aguardando quiçá melhores dias... Ficamos, pois, com a penas doze capítulos para matar a curiosidade - ou aguçá-la.
Midnight Sun não é mais que o Crepúsculo visto pelos olhos de Edward e não pelos de Bella e, para mim, é (ou seria, ou pede vir a ser) o melhor livro de toda a Saga - se bem que ainda não tenha lido o Amanhecer.
É surpreendente como na leitura de Crepúsculo perdemos tanatas coisas importantes e muitas histórias paralelas - como as histórias pessoais e personalidades dos colegas de Bella ou dos diferentes membros da família Cullen. Com este pequeno "rascunho" conhecemos isto tudo e muito mais, a mesma história vista por um ângulo diferente e pelas capacidades de alguém que ouve mais que os restantes e lê pensamentos. Ou seja, ele sabe sempre demais - graças às suas capacidades - e é isso que nos conta desvendando-nos as peças que faltavam encaixar para uma perfeita compreensão da história.
Para o caso de não nos termos apaixonado pelo charmosos vampiro em Crepúsculo, em Midnight Sun é impossível ficar indiferente a este personagem que consegue ser tudo aquilo que uma rapariga quer... Fiquei a conhecer melhor as personagens mais apagadas nos outros livros da saga e fui conquistada por Alice e Emmet que se revelam muito mais humanos e acessíveis; o mesmo não se pode dizer de Rosalie que conseguiu desiludir-me completamente com tanto egoismo e egocentrismo.
Quanto à história em si, não posso dizer nada, (afinal é a história do primeiro volume - infelizmente incompleta) a não ser que é fabuloso descobrir como pensa Edward e tudo o que ele planeia para estar sempre com Bella e tentar agradar-lhe. Gostava realmente que a autora um dia se decidisse a terminar este volume.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Versículos do Homem, de Jibrail ben-Jamin

TRECHO:
ESUMO TEMÁTICO
(segundo o entendimento de ABDUL CADRE)



• SURA PRIMEIRA
* Apresentação da génese do livro, do seu âmbito e do que se espera daquele que foi instado a dar-lhe corpo.
• SURA DA ESTRELA NEGRA
* Se todos os medos do ser humano consubstanciam visões apocalípticas, é necessário que se ame a vida e o próximo e se deseje sempre o novo dia, sem fugas, porque inúteis.
• SURA DO CAMINHANTE
* Sonhar a realidade, encontrar o nosso centro, despirmo-nos de todas as ilusões.
• SURA DA CONSTRUÇÃO
* Usar o sonho de construir catedrais para erguer o nosso Templo, que será assim o átrio entre o caos e a ordem.
• SURA DA VIRTUDE
* Não há que descobrir a virtude, mas sê-la. A via da Rosa, onde impera o critério da verdade, é o caminho da virtude por excelência . Os maiores obstáculos são a arrogância, a vaidade e a ilusão.
• SURA DO LIVRO DO MUNDO
* Onde se diz que toda a ilusão deriva de se julgar que a realidade do todo exclui a parte, ou que a forma nega o conteúdo. O atento sabe que tudo está em tudo.
• SURA DO LIVRO DA «CREAÇÃO»
* Onde se fala dos nove mundos, de humanos, de génios e de anjos; de veladores e de desencaminhadores, dos sete grandes arquétipos da religiosidade dos povos do Livro; de Iblis, de Satã, de deuses e de demónios...
• SURA DOS BENEVOLENTES
* Benevolentes e caritativos são, antes de mais, os Fiéis do Amor que moram nas cidades dos homens e das mulheres.
• SURA DO MERECIMENTO
* Onde se diz que a alma do sábio é maior que a do santo e que homens e mulheres são as duas raças do Homem. Onde se diz ainda que a alma é uma conquista de quem ama
• SURA PARA O QUE ESTÁ ATENTO
* Estar atento é ser o julgador dos cinco sentidos de saber do mundo e dos sete de saber da carne.
• SURA DOS SINAIS DO AFECTO
* Onde se alerta os que buscam para as ciladas da ilusão, para o amor mal dirigido.
• SURA DOS PACTOS DE MORTE
* Onde se condena o suicídio e o masoquismo,
• SURA DA FUNDAÇÃO
* Aqui se dá todo o fundamento exotérico e esotérico do livro, se diz o que está para trás e se anuncia o que está para a frente.
• SURA DA CONSEQUÊNCIA
* Chave de leitura.
• SURA DOS QUATRO MUROS
* Há, para o Homem que busca, uma Realidade de dois caminhos que se não podem excluir: o caminho da realidade simbólica e o caminho da realidade pragmática
• SURA DO ARTISTA
* Onde se enaltecem claramente os santos, os artistas e os sábios.
• SURA DA DOUTRINA
* «O caminho crístico, que os povos do Livro sabem, sempre que lavam a palavra dos atributos do desejo que a distorce, é a realização do ser pela invocação do Espírito Santo».
• SURA DA CONCILIAÇÃO
* A raça dos homens e a raça das mulheres são colunas de entre Céu e Terra. Macho e fêmea é a constituição andrógina do Homem Cósmico. Divisão aparente, que gera todas as divisões, tende à conciliação, "pela realização duma coisa só".
• SURA DA ÁRVORE
* A árvore como metáfora do amor e da dádiva na natureza e no Homem.
• SURA DO MÉTODO DIVINO
* Onde se fala de mestres vivos, de mestres ocultos, de mestres de assembleia e do mestre interno que cada homem e cada mulher deve realizar.
• SURA DA SUBMISSÃO
* A Razão, alimentada pela Fé e pelo Instinto, permite o fogo do Espírito Santo sobre a cabeça de quem busca.
• SURA DAS CONTRADIÇÕES
* Onde se repudiam os erros dos que crêem e se enaltecem as virtudes dos que sabem.
• SURA DO AMOR HUMANO
* Louvor da realização do amor na cidade dos humanos.



LINHAS DE FORÇA:

Se quiséssemos apontar as linhas de força desta obra, ou seja, os grandes temas que a diferenciam da generalidade dos livros de esoterismo e a aproximam da tradição bíblica e corânica, ao mesmo tempo que implícita e explicitamente avulta em heresias, diríamos que repudia todas as teses da «carne pecaminosa», declara que o sofrimento e a solidão não são bons para a pessoa humana e que o sábio — por sê-lo — é mais santo que os santos.
Defende a Ciência, a Razão, a Fé, o Instinto e o Intelecto
Faz a apologia da Mente e diz que as almas se tornam imortais, ou se tornam mortais, na medida do amor que cultivam. Que também o corpo pode ser imortal. Condena a falsa religiosidade, o culto dos santos, das imagens e toda a idolatria.
Defende a alegria e o DEUS UNO E ÚNICO «sem companhia». Diz que Buda ou Cristo são estados do ser e que entre os povos do Livro não tem de haver disputa, porque no seu seio, hão de uns seguir a religião dos progenitores, outros qualquer dos três cultos, indiferentemente, conforme se proporcione... e outros, ainda, usarão a síntese...

A síntese perseguida pelos Templários?

Jóia Perdida

Sinopse: Uma visita a uma velha mansão transforma-se num assunto de vida ou morte...

Neste enfeitiçado volume do mundo das Jóias Negras, um escritor enlouquecido descobre que é descendente dos Sangue. Mas quando percebe que os seus sonhos de grandeza e fama são apenas uma fantasia, decide vingar-se. Os Sangue vão pagar caro por o substimarem e a primeira vítima vai ser a família SaDiablo. Surreal SaDiablo e o Príncipe Rainier recebem um convite para visitar uma velha mansão que personifica os mitos e poderes mágicos dos Sangue. Mas a mansão é, na verdade, uma poderosa armadilha mortal para capturar outros Sangue e usá-los como marionetas para inspirar a sua escrita. As suas vidas dependem agora de um jogo de enigmas. Enquanto Surreal e Rainier lutam para escapar à armadilha mortal, Daemon Sadi e o seu meio irmão Lucivar preparam-se para aparecer no máximo das suas forças. E prometem que quem os provocou, vai arrepender-se...

Apesar de este livro ter saído no final do ano passado, só agora surgiu a oportunidade de o ler. Confesso que não ia com as expectativas muito elevadas para a leitura, mas fiquei agradavelmente surpreendida.

Este livro é um regresso da autora às personagens da trilogia, as quais já não reencontrava desde a leitura do Teias de Sonhos (apesar de n'O Anel Oculto, Daemon ter uma passagem pontual). Para mim, foi precisamente esse o ponto alto do livro, o reencontro com as personagens que me fizeram apaixonar por estas histórias, como se de velhos amigos se tratassem. As interacções entre o Senhor do Inferno e os seus dois filhos são únicas e não raras vezes deixaram-me muito bem disposta, tal é o tom sarcaz e bem humorado que a autora imprime a estes diálogos.

Quanto à história propriamente dita, tratou-se de uma incursão por caminhos mais tenebrosos, com a inclusão de uma espécie de casa "assombrada" que consistia numa armadilha cheia de detalhes horripilantes, criada por um escritor frustrado que deseja tornar mais real o enredo do seu próximo livro, aproveitando para vingar-se da importância que os Sangue não lhe atribuem. Se, por um lado, achei a ideia da casa original e com potencial, por outro tive pena do final um pouco apressado que a história teve... esperava outro tipo de desenlace e acho que teria dado outro fôlego ao livro.

Gostei do livro e julgo que para os fãs das obras anteriores da autora, é um livro a não perder!

7/10 - Bom

[Livro n.º 24 do meu Desafio de Leitura]

Vampire Kisses 2 (Ellen Schreiber)

Vampire Kisses 2 - Kissing Coffins é a continuação do Primeiro Livro da Série.
Depois de se apaixonar pelo sombrio Alexander Sterling, o mundo negro da garota gótica ganhou um brilho inesperado e mágico. Mas Raven sabe que o amor também tem suas complicações, especialmente quando Alexander tem um segredo que ele não quer compartilhar.

Quando Alexander some misteriosamente, Raven percebe que irá embarcar em uma perigosa caçada para acha-lo, sem saber das decisões que ela teria que tomar...

Para inciar o download de Vampire Kisses 2 - Kissing Coffins, clique abaixo!Vampire Kisses 2 Kissing Coffins(Problemas com o Download? Clique Aqui para ler nosso manual de download)

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