domingo, 26 de abril de 2009
Origens Da Bruxaria Wicca
Falar em origem da bruxaria é o mesmo que retornar aos primórdios da Humanidade, quando os seres humanos começaram a despertar sua percepção para os mistérios da vida e da natureza. segundo os estudiosos da Pré-História, a primeira demonstração de arte devocional foram as MADONAS NEGRAS, encontradas em cavernas do período Neolítico. Portanto, as Deusas da Fertilidade foram os primeiros objetos de adoração dos povos primitivos. Da mesma forma que nossos antepassados se maravilharam ao ver a mulher dando a Luz a uma criança, todo o Universo deveria ter sido criado por uma GRANDE MÃE. Entre os povos que dependiam da caça, surgiu o culto ao Deus dos Animais e da Fertilidade, também conhecido como Deus de Chifres ou Cornífero. Os chifres sempre representaram a fertilidade, coragem e todos os atributos positivos da energia masculina, representando também a ligação com as energias cósmicas. Hoje a figura do Deus Cornífero é bastante problemática, pois, com o advento do Cristianismo, ele foi usado para personificar a figura do Diabo, entidade criada pelas religiões judaico-cristãs. Ele não é reconhecido e muito menos cultuado pelas Bruxas. O Diabo é venerado apenas pelo Satanismo, que é um culto Anti-Cristão. Como a nossa religião já existia muitos milhares de anos antes do Cristianismo, não temos nada a ver com o Diabo e os Satanistas.
Existem vários ramos da Bruxaria, em diversas partes do mundo, mas aqui, estamos nos ocupando da Wicca. Ela surgiu no período Neolítico, em várias regiões da Europa, onde hoje se localiza a Irlanda, Inglaterra, País de Gales, Escócia, indo até o Sudoeste da Itália e a região da Britânia na França. Quando os Celtas invadiram a Europa, quase mil anos antes de Cristo, trouxeram suas próprias crenças, que, ao se misturarem às crenças da população local, originaram o sistema que deu nascimento à Wicca. Com a rápida expansão desse povo, ela foi levada para regiões onde se encontram Portugal, Espanha e Turquia. Embora a Wicca tenha se firmado entre os Celtas, é importante lembrar que a bruxaria é anterior a eles! Mas como esse povo foi o mantenedor da tradição, é importante que conheçamos, pelo menos, o rudimento de seu pensamento e cultura. O Panteão Celta, ou seja, o conjunto de Deuses e Deusas dessa cultura é hoje o mais utilizado nos rituais da Wicca, embora possamos trabalhar com qualquer Panteão, desde que conheçamos o simbolismo correto, e não misturemos os Panteões num mesmo ritual.
A sociedade Celta era Matrifocal, isto é, o nome e os bens da família eram passados de mãe para filha. Homens e mulheres tenham os mesmo direitos, sendo a mulher respeitada como Sacerdotisa, mãe, esposa e guerreira, participando das lutas ao lado dos homens. O culto da Grande Mãe e do Deus Cornífero predominaram nas regiões da Europa dominadas pelos Celtas, até a chegada dos romanos, que praticamente dizimaram as tribos Celtas, que nessa época já estavam sendo dominadas pelos Druidas, que representavam uma introdução ao patriarcalismo.
Dia da Mãe no Mediabooks
Merchandising "Estante de Livros" - O Início
Questionário (XVI)

O questionário desta semana foi respondido pela Homem do Leme e como sempre as respostas são muito interessantes. Mais uma vez, muito obrigado!
1 - Como surgiu a ideia de criares um blog sobre livros?
A ideia surgiu porque sou apaixonada pela leitura e pela escrita, e desta forma associo as duas paixões. Considero, também, que escrever sobre os livros que leio a semelhança do que fazem outros bloggers) é uma forma de incentivar a leitura e de difundir vários autores e as suas obras. E como a comunidade de leitores em Portugal ainda é muito diminuta, tudo o que se possa fazer para a aumentar é válido.
2 - És uma leitora rápida? Quantos livros lês, em média, por mês?
Depende do tamanho do livro, do interesse que me desperta, do tempo que tenho livre, entre outras coisas. Mas normalmente leio entre dois a três. No entanto, não leio para contabilizar livros mas sim pelo prezer da leitura, pelo que nunca leio "a correr", gosto de "saborear" as páginas.
3 - Qual é o teu livro preferido de sempre e porquê?
Bem, aqui não posso responder exactamente à pergunta, porque não consigo escolher só um. A minha escolha vai para:
- "Os Maias", de Eça de Queiróz - adoro o estilo de escrita, e a história é maravilhosa. A forma como Eça descreve, e critíca, a sociedade daquele tempo é brilhante. É um clássico, bem escrito, num português como já não se escreve.
- "Shantaram" - David Gregory Roberts - é uma história verídica, contada na primeira pessoa, de um ex-toxicodependente que foge de uma prisão de alta segurança na Austrália e se refugia na Índia. É o relato da descoberta e crescimento interior de um homem, que aos olhos de todos é forte e implacável, mas que é capaz dos mais profundos sentimentos e reflexões. Adorei a história, tocou-me de uma forma muito especial.
- "Viagem ao Mundo da Droga" - Charles Duchaussois - Foi um livro que li pela primeira vez na minha adolescência e me marcou pela frieza e realismo com que o autor conta a sua história. É, mais uma vez, uma história escrita na primeira pessoa, o relato frio e sem fantasia da descida de um toxicodependente ao inferno e a sua luta pela recuperação.
- "Os Três Mosqueteiros" e "O Conde de Monte Cristo" - Alexandre Dumas - mais dois clássicos, que pela beleza como estão escritos e pela história, não podiam deixar de estar aqui, como livros da minha vida.
O que me faz "entrar" na história, vivê-la enquanto a leio, é a forma como o autor escreve e a capacidade que o relato tem de me conseguir abstrair do que me rodeia. Bons diálogos, personagens bem caracterizadas, suspense, acção, boas descrições. Enfim, tudo o que faz uma boa história e é claro, ser um tema que me agrada.
5 - Género literário preferido e que livro recomendarias dentro do mesmo?
Sou fã de policiais e de thriller's psicológicos. Dentro destes géneros não consigo recomendar apenas um livro, mas sim autores que considero exímios neste estilo: Dick Haskins (ou António Andrade Albuquerque), Tami Hoag, Tess Gerritsen, Mo Hayder, Carlos Ademar, Thomas Harris.
6 - O que achas das adaptações cinematográficas de livros?
Sou sempre bastante crítica e até agora nenhum me satisfez. Normalmente leio o livro antes e quando vejo o filme impera a sensação de desilusão, de fracasso. Mas eu gosto muito mais de ler que de cinema. Na realidade, algumas adaptações nem estão más, mas ficam sempre muito aquém da qualidade do livro.
7 - Qual é a tua opinião sobre os e-books?
Confesso que não estou muito inteirada do tema, mas o que tenho visto (e é muito pouco) parece-me ainda muito fraco. No entanto tenho a ideia que é uma área em desenvolvimento.
8 - Tens alguma ideia sobre o que deveria ser feito para aumentar os índices de leitura em Portugal?
Muitos falam em tornar o preço dos livros mais acessível, o que também considero importante, mas mais importante que isso, falta incentivo à leitura. As séries dedicadas aos jovens incentivam a tudo menos à leitura, a escola devia fazer muito mais pela leitura desde a pré-primária,... Gostava que existisse um programa televisivo sobre livros e autores (e o mesmo devia acontecer na rádio), anúncios a livros e a lançamentos. Os pais também deviam estar mais atentos ao desenvolvimento do gosto pela leitura dos seus filhos: contar histórias desperta a curiosidade sobre o que está escrito no livro, oferecer livros às crianças desde cedo é uma forma de as motivar a ler.
Muito se podia e devia fazer.
9 - A leitura é uma paixão que nasce connosco ou está mais dependente de factores externos (muitos livros em casa desde a infância, etc.)?
A leitura não nasce connosco, apesar de a personalidade de cada um também nfluenciar o seu gosto pela leitura. No entanto, o gosto pela leitura deve ser promovido desde muito cedo. É importante as crianças crescerem num meio onde se lê, e principalmente onde se fala do que se lê, onde se discutem os livros que se lêem - é da discussão de um livro que nasce o interesse por ele. Considero que os livros e as histórias devem fazer parte da vida de uma criança tal como fazem os brinquedos. É importante que a escola também desenvolva o interesse pela leitura, não apenas pela obrigação e cumprimento curricular, mas pelo prazer que dela se pode retirar e pela discussão de ideias que a leitura promove.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Novidades Presença 2.ª quinzena de Abril
A Editorial Presença sugere, para a 2.ª quinzena de Abril novidades deliciosas. Desde de “Manhattan Transfer”, até ao “A máquina de Xadrez” passando pelo livro infanto- juvenil Sol Negro dos portugueses José Fanha e Luísa Beltrão.
Manhattan Transfer – John Dos Passos
P.V.P.: 20,00 €
Data 1ª Edição: 21/04/2009
Nº de Edição: 1ª
Nº de Páginas: 416
Dimensões: 150x230mm
Peso: 597g
Colecção: Obras Literárias Escolhidas
Sinopse: John Dos Passos é sem dúvida um nome incontornável da literatura norte-americana do século XX. Responsável pela introdução de técnicas literárias inovadoras e originais, inspirou toda uma nova geração de escritores e mereceu a crítica elogiosa dos seus contemporâneos. Manhattan Transfer, publicado pela primeira vez em 1925, é justamente considerado por muitos a obra mais importante do autor. Através deste livro John Dos Passos esboça um retrato fiel da América, captando o verdadeiro espírito da cidade de Nova Iorque pelo olhar, bastante próximo do registo cinematográfico, daqueles que a habitam.
Citações:
«Um romance de grande importância… o início de uma escola de escrita completamente nova.» | Sinclair Lewis
«O melhor livro moderno sobre Nova Iorque […] uma narrativa muito completa… sobre os vastos grupos de trabalhadores, vencedores e vencidos que são eles mesmos o espírito de Nova Iorque.» | D.H. Lawrence
«[Dos Passos] conseguiu mostrar aos europeus a América que eles encontram quando a visitam.» | Ernest Hemingway
«John Dos Passos é o melhor romancista do nosso tempo.» | Jean-Paul Sartre
«Uma obra poderosa e bem estruturada... [de] um Joyce americano.» | New York Times
«Se tem curiosidade em saber como é Nova Iorque, a que cheira... então este é o livro indicado para si.» | New York Herald Tribune
Pode ver um excerto aqui
A Máquina de Xadrez - Robert Löhr
P.V.P.: 17,00 €
Data 1ª Edição: 21/04/2009
Nº de Edição: 1ª
Nº de Páginas: 332
Dimensões: 150x230mm
Peso: 485g
Colecção: Grandes Narrativas
Sinopse: Baseado em factos verídicos, A Máquina de Xadrez é tanto um romance histórico como um thriller empolgante. Por volta de 1770, o barão Wolfgang von Kemplen tenta conquistar o favor da imperatriz austríaca Maria Teresa, apresentando em Viena um autómato vestido como um turco e pretensamente inteligente, capaz de derrotar os melhores jogadores de xadrez. De facto, no interior da máquina, um verdadeiro prodígio mecânico, esconde-se Tibor, o anão que Kemplen resgatou dos calabouços de Veneza. Depressa o Turco se torna famoso por toda a Europa, até que, nas celebrações do casamento de Maria Antonieta e Luís XVI, uma baronesa é encontrada morta em misteriosas circunstâncias.
Citações:
«Um sucesso esmagador, como não acontecia há muito.» | Der Spiegel
«Uma história real, com uma pesquisa bem feita e contada como se se tratasse de um policial.» | Bayern3
«O romance de Löhr desenvolve-se de maneira despretensiosa e revela detalhes históricos fascinantes. [...] Os diálogos são espirituosos e cheios de alusões históricas.» | Die Gazette
«Robert Löhr [...] conta-nos a história de uma mentalidade, de uma moral, de uma sociedade. Tudo de uma forma leve, fluida e viciante. Digam lá outra vez que os alemães não sabem escrever romances históricos.» | Die Welt
«O turco mecânico era uma fraude: o truque mais elaborado e com mais sucesso dos séculos XVIII e XIX. Agora é o tema de um maravilhoso romance de Robert Löhr. A Máquina de Xadrez começa com a história da carreia de Kempelen, mas Löhr adicionou ao enredo ingredientes como a intriga, o assassínio e o romance. Apesar da excitação e do humor, há uma emoção surpreendente por detrás da história. Löhr não a torna pesada com reflexões sérias, mas vai sempre dando a entender as alarmantes implicações da modernidade, o efeito metafísico das nossas ilusões tecnológicas.» | Washington Post
«Para romance de estreia, Robert Löhr conseguiu um golpe de mestre. A sua narrativa ofegante, que mergulha no mundo do xadrez, é tirada de uma autêntica fraude do Iluminismo. [...] A intriga [...] está construída como uma partida de xadrez. Longe de serem simples peões, os protagonistas estão habilmente colocados e fazem de A Máquina de Xadrez um thriller soberano [...]» | Le Figaro
Pode ver um excerto aqui
As Ruínas - Scott Smith
P.V.P.: 18,00 €
Relançamento
Data 1ª Edição: 06/06/2007
Nº de Edição: 1ª
Nº de Páginas: 336
Dimensões: 150x230mm
Peso: 500g
Colecção: Grandes Narrativas
Sinopse: O que acontece quando um grupo de pessoas vulgares se vê isolado numa situação extrema? Eram apenas umas férias descontraídas para Jeff, Amy, Eric, Stacy, Mathias e Pablo nas praias do México. Mas quando Mathias lhes confessa que está a pensar ir à procura do irmão, que desapareceu numas escavações arqueológicas na selva mexicana, em breve todos estarão a atravessar o ponto a partir do qual não poderão mais regressar, começando uma desesperada e inimaginável luta pela sobrevivência. Scott Smith explora com uma precisão impiedosa as tensões psicológicas e os medos insondáveis da natureza e das relações humanas à medida que o suspense ascende a um nível quase claustrofóbico. Um livro perturbador que conquistou os lugares cimeiros de diversas tabelas de vendas, foi traduzido em cerca de 30 línguas e vê a sua adaptação cinematográfica concretizada em 2009.
Citações:
«O livro de que todos falarão neste Verão.» | Stephen King
«O romance mais perturbador do ano.» | Lev Grossman, autor de O Códice Secreto
«Se gosta de ver a série televisiva Perdidos, não pode deixar de ler este livro.» | USA Today
«Neste livro, Scott Smith mostra aspectos de nós próprios e da natureza humana que preferíamos não admitir.» | www.salon.com
«As Ruínas é um livro que não se pode ler às escuras.» | www.bookslut.com
Sol Negro – José Fanha e Luísa Beltrão
P.V.P.: 8,00 €
Data 1ª Edição: 21/04/2009
Nº de Edição: 1ª
Nº de Páginas: 176
Dimensões: 140x225mm
Peso: 238g
Colecção: Os Quatro Cavaleiros
Sinopse: Neste segundo volume da série «Os Quatro Cavaleiros» voltas a encontrar os quatro amigos, o João Maria, a Emília, o Vasco e a Patanisca, que conheceste na Missão em Happy-Kosmos. Desta vez, é o Vasco que descobre que um livro muito antigo, um tesouro de sabedoria, está a perder letras, filas de letras, textos inteiros que caem das páginas e se desfazem em pó. Em breve serão chamados a participar numa verdadeira odisseia contra o Sol Negro e os seus servidores, que estão a fazer desaparecer as palavras que as pessoas se estão a esquecer de usar. Acompanha, por lugares fantásticos, os Quatro Cavaleiros Guardiões das Palavras. Encontrarás mundos que nunca terias imaginado, personagens que já conheceste na primeira aventura e outras muito importantes para a memória colectiva da humanidade.
Mini-Site:
http://www.presenca.pt/osquatrocavaleiros
A Rapariga das Laranjas - Jostein Gaarder
P.V.P.: 10,00 €
Relançamento
Data 1ª Edição: 07/10/2003
Nº de Edição: 5ª
Nº de Páginas: 128
Dimensões: 150x230mm
Peso: 293g
Colecção: Grandes Narrativas
Sinopse: Georg e o pai vão finalmente ter uma conversa de adultos, através de uma carta que o filho só poderia ler quando completasse 15 anos. O pai de Georg escreve-lhe acerca de uma bela rapariga que encontrou carregada com um saco de laranjas e que procura incansavelmente, enquanto imagina a razão que a leva a atribuir um valor tão grande às laranjas que ele, desastradamente, fez rolar pelo chão num primeiro encontro. A Rapariga das Laranjas é um romance sob a forma de uma belíssima carta de amor de um pai desaparecido demasiado cedo e que sabe não poder acompanhar o crescimento do filho, mas que lhe quer transmitir o seu amor à vida e aos mistérios da existência.
Pode ver um excerto da obra aqui
Discursos de Sathya Sai Baba: LEITE E ÁGUA - 01/01/67 – Ocasião: Ano Novo Ocidental
Esse dia também é celebrado na Índia, como o dia do ano novo, de acordo com a observância dos
países ocidentais, cujo calendário inicia o ano novo no primeiro dia de janeiro. Mas se vocês ponderarem
por um minuto, irão perceber que cada segundo é novo. Cada segundo marca um novo nascimento; ele
é uma nova chance para alcançar uma nova vitória. Isto porque, o objetivo, como previsto pela cultura
indiana, é a realização do Atma pelo indivíduo, e não a aquisição de riqueza, erudição ou fama. O dever
principal do homem é a investigação sobre a verdade. A verdade só pode ser alcançada através de
profunda dedicação e devoção. E estes são dependentes da graça de Deus, que é mostrada apenas em
corações saturados de amor.
A pergunta: “Onde está Deus?”, tem sido freqüentemente formulada pelas pessoas nos dias de hoje.
Através da contínua recitação do nome de Deus, Prahlada sabia que Deus estava em todo lugar; não é
correto afirmar: “Ele está apenas aqui” ou que “Ele não está lá”. A realização dessa verdade pode vir
apenas após uma disciplina espiritual intensa. Vocês podem ver todos os tipos de artigos atraentes em
uma loja de departamento; eles não poderão ser seus meramente pelo pedido. Apenas aqueles artigos
pelos quais vocês pagaram o preço, poderão ser obtidos por vocês. A realização pode ser um artigo
atraente a se levar consigo para casa; mas, vocês têm de pagar o preço. Ela não poderá ser sua se
vocês apenas têm argumentos apelativos.
Porto Editora recomenda...As Vinhas da Ilusão
As Vinhas da Ilusão é o novo livro lançado pela Porto Editora. Uma obra de qualidade literária reconhecida, que apresenta uma escritora de talento cujo percurso merece ser acompanhado com atenção.
“O fundo do romance é histórico, o conteúdo é romântico – mas um romântico de elevada categoria dada a qualidade da escrita e a consistência da montagem do livro nos seus diferentes tempos narrativos.
Corriere della Sera
“As Vinhas da Ilusão lê-se num ápice. A utilização frequente de flashbacks estabelece a conexão entre as duas fases da vida da protagonista e é precisamente nessa consistência interior que reside todo o charme do livro.”
RAI Internacional
Está a chegar às livrarias o romance de estreia de Benedetta Cibrario, As Vinhas da Ilusão.
Distinguido em 2008 com o Prémio Campiello – que já consagrou autores como Primo Levi, Ignazio Silone ou Giorgio Bassani, As Vinhas da Ilusão promete surpreender e conquistar a atenção de muitos leitores.
A surpreendente estreia de Benedetta Cibrario
Um século de História. Um casamento fracassado. Uma paixão no coração da Europa. As Vinhas da
Turim, 1928. Uma mulher rebelde, que nunca nos revelará o seu nome, é criada num lar onde
A Autora
Benedetta Cibrario nasceu em Florença, mas cresceu em Turim. Nos anos noventa viajou para
Pode ver alguns excertos aqui
Título: As Vinhas da Ilusão
Autor: Benedetta Cibrario
N.º Págs.: 240
PVP: 16,50 €
PVP WOOK.pt: 14,85 €




