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quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Amadeu Amaral - O Dialeto Caipira

Amadeu Amaral - O Dialeto CaipiraTítulo: O DIALETO CAIPIRA
Autor: Amadeu Amaral
Gênero: Ciências Humanas e Sociais

O dialeto caipira é um dialeto da língua portuguesa falado pelo caipira no interior do estado de São Paulo, inicialmente na Mesorregião do Vale do Paraíba Paulista, e em parte dos estados do Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás no Brasil. Difere acentuadamente do idioma padrão brasileiro em sua estrutura fonológica, sendo algumas características "r aproximante alveolar", a ausência de consoantes laterais palatais (lh), que são permutadas pela semivogal "i", a permutação do "l" de fim de sílaba por r, a ausência dos ditongos "ei" e "ou" (substituídos por "e" e "o"), a apócope ou síncope em palavras proparoxítonas e a aférese em muitas palavras. Possui numerosas expressões próprias, e, ao contrário do que acontece com a língua padrão do Brasil e de Portugal, o plural só é indicado em um substantivo ou adjetivo quando este não é determinado por um artigo, ex.: singular: casa; plural: casas; singular: a casa branca, plural: as casa branca.

sábado, 2 de agosto de 2008

Carlos Amorim - Comando Vermelho


Título: Comando Vermelho - A História Secreta do Crime Organizado
Autor: Carlos Amorim
Gênero: Literatura Brasileira
Editora: Record

A reportagem de Carlos Amorim revela o que realmente é o Comando Vermelho: um filhote da ditadura militar. Criado na cadeia onde a repressão jogou, juntos, presos políticos e comuns, cresceu no vazio político e social ao qual o capitalismo selvagem relegou a grande massa, o povo das favelas, da periferia. Filho da perversa distribuição de renda, da falta de canais de participação política para esse povo massacrado, o Comando Vermelho pôde parodiar impunemente as organizações de esquerda da luta armada, seu jargão, suas táticas de guerrilha urbana, sua rígida linha de comando. E o que é pior: com sucesso. A cada capítulo, desde o início, o leitor se convence do irremediável: o Comando Vermelho não é um caso de polícia. É um câncer político.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Joseph E. Brant - Os Segredos da Guerra Psicológica

Título: SEGREDOS DA GUERRA PSICOLÓGICA
Autor: Joseph E. Brant
Gênero: Psicologia
Editora: NOME DA EDITORA

A guerra psicológica consiste essencialmente no manejo da palavra falada e escrita com o propósito de abalar o moral do inimigo e abreviar as operações bélicas. Levada a cabo com destreza poderá poupar muitas vidas. Caso contrário, repercutirá negativamente sobre o adversário, irritando-o e robustecendo a sua capacidade de resistência. Em tempo de paz, o emprego criterioso de métodos e conceitos de guerra psicológica é de suma importância para impedir a eclosão de um conflito armado. Usados com fins escusos ou sem a devida cautela agravarão sobremaneira as latentes tensões internacionais, pondo em risco a coexistência pacífica entre os povos. O autor deste livro participou, durante a Segunda Guerra Mundial, em atividades de guerra psicológica, ligadas ao setor da radiopropaganda. Ainda que sujeitas a falhas e imperfeições, inerentes a qualquer empreendimento humano, as reminiscências aqui registradas representam o reflexo fiel dos diários de guerra do autor, assim como de outros documentos da época por ele conservados ou consultados.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Teixeira Coelho - O que é Indústria Cultural


Título: O QUE É INDUSTRIA CULTURAL
Autor: Teixeira Coelho
Gênero: Ciências Sociais
Editora: Brasiliense


Todas as civilizações de todos os tempos tiveram suas formas de expressão cultural. Hoje, contudo, fala-se em produção de cultura - o que pressupõe, assim, a existência de uma indústria cultural. Sob esse ponto de vista, a cultura é tida não como um instrumento de crítica, expressão ou conhecimento, mas como um produto a ser consumido. Afinal, a indústria cultural é um bem ou um mal? Qual seria sua verdadeira função?

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Roberto Freire & Fausto Brito - Utopia e Paixão - A Política do Cotidiano

Título: UTOPIA E PAIXÃO - A POLÍTICA DO COTIDIANO
Autor: Roberto Freire & Fausto Brito
Gênero: Ciência Política
Editora: Tigrama

Utopia e Paixão: A Política do Cotidiano, com várias edições esgotadas, é de autoria do psico-terapeuta Roberto Freire e de Fausto Brito. O conteúdo retrata a questão da liberdade como um dos elementos essenciais na escala de valores humanos. Os autores questionam o autoritarismo que permeia o conjunto das relações sociais. A família, as relações afetivas, a escola, os meios de comunicação de massa, o Estado, os partidos políticos que acabam presos às articulações políticas do Estado, o centralismo democrático e a despolitização das relações sociais são identificados como alicerces do autoritarismo. Os autores identificam posições idênticas da esquerda e da direita: ambas acabam acreditando na ordem imposta pelo Estado. Os autores contestam as esquerdas, referindo-se ao fato de optarem pela via autoritária para a libertação coletiva. Propõem a política revolucionária do cotidiano baseada na busca da liberdade associada ao prazer. Segundo o mesmo livro, fazer política revolucionária é algo que se dá em todas as áreas da vida: no acasalamento, no trabalho, na família etc. A obra revela que fazer política libertária significa basicamente destruir o conteúdo autoritário incorporado em todas as relações sociais.