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domingo, 1 de março de 2009

Amar depois de Amar-te


(Para ver a sinopse, clique sobre a imagem)



A minha opinião:

Já o terminei, finalmente, só hoje! Levei quase uma semana a lê-lo mas não foi por desinteresse, muito pelo contrário, foi por motivos de trabalho e falta de tempo.

Bem, o que dizer deste livro? Eu já esperava deste tipo de escrita, o facto de ser bastante light, mas optei por o ler porque precisei. Para me desanuviar e também para voltar a acreditar nas segundas oportunidades...

O livro está dividido em três partes, em três casos amorosos de três mulheres: Filipa, Carolina e Teresa. Três mulheres com vidas totalmente diferentes. Todas com relações falhadas mas que voltam a reconstruírem-se. São histórias que, à primeira vista, parecem tão óbvias mas que na realidade não é assim tão fácil…

Gostei de o ler porque são casos comuns que podem ser o de uma amiga, de uma colega ou de uma vizinha.

Poderá o amor ser cruel e destruir a auto-estima de uma pessoa (violência verbal)? Poderá uma mulher, cujo marido parecia ser a sua vida, voltar a reconstruir-se depois de este ter-se descoberto de que não era feliz a seu lado e que não a amava e poderá este marido conseguir dizer a verdade à mulher e seguir o seu coração? E se os sonhos de realização pessoal de um casal forem inconciliáveis, que solução a tomar?

Das três histórias que mais me rendeu, foi a da Carolina. Achei esta história mais bem desenvolvida e contada, contendo diálogos carregados de verdade.

No entanto, gostei menos deste livro que o outro que li da Fátima Lopes – aqui. Achei este livro mais levezinho, devo dizer até demais, que o anterior.

Felizmente que o pedi emprestado (através do bookcrossing) em vez de o comprar.

Classificação: 3/5


Outras opiniões (positivas e negativas):

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Um Pequeno Grande Amor




Sinopse:

O amor por um filho não é fácil de descrever. Sente-se todos os dias. Mesmo quando a vida na prega partidas, quando os casamentos se desfazem, quando estamos cansados e nada parece fazer sentido, há sempre um pequeno grande amor que fala mais alto. Neste segundo romance, Fátima Lopes onde conta a história de Gonçalo e Estela, duas crianças que têm em comum serem filhas de pais divorciados. Nada apontava para o fim daquele casamento. Margarida, com um bebé de meses nos braços, apaixona-se e decide separar-se. Com o divórcio, vêm as ameaças e as chantagens. É neste ambiente que cresce Gonçalo, protegido pelo amor de uma mãe disposta a tudo para garantir a felicidade do filho. Estela não está nas prioridades da mãe, ocupada entre o trabalho e as amigas. Foi o pai que lhe mudou as fraldas e a embalou nas noites agitadas. Com o divórcio, este pai não desiste de acompanhar a filha em todos os grandes passos da sua vida. Num discurso sensível e intimista, Fátima Lopes transporta-nos para o universo dos mais pequenos. Como os seus olhos vêem os dramas dos adultos, como sentem as disputas e os insultos sem sentido, como sofrem sem perceberem a razão. Os nossos filhos serão sempre pequenos para receber o grande amor que temos para lhes dar.


A Minha Opinião


Este livro foi o primeiro que li da Fátima Lopes e gostei. Fez-me reflectir…

Margarida e Sérgio. Um casal como entre muitos. Quando não há felicidade e amor entre marido e mulher, o casamento deve manter-se até ao fim dos seus dias? Quando uma mulher é tratada com indiferença e frieza pelo marido, deve continuar casada segundo as tradições? Margarida e Sérgio pensaram que um filho iria dar um milagre à relação ou que iria fazer com que o marido mudasse o comportamento para melhor, e fizeram-no. Mas não resultou, depois de o filho ter nascido, um fosso entre os dois permaneceu. E agora, devem continuar a estar casados por causa do filho? Se os dois não estavam bem um com o outro, como é que podiam dar felicidade à criança? Só havia uma solução: o divórcio. Foi esta a decisão da Margarida, foi o facto de se ter apaixonado por outro homem que ganhou coragem para este fim... O grande problema é que tanto o pai como a mãe ama incondicionalmente o filho e como é que podiam “dividi-lo” ao meio para cada um? Como irão o pai e a mãe fazer com isto? Como irá o pai falar ao filho acerca da mãe deste, e vice-versa? E o que irá acontecer à criança (Gonçalo) no meio disto tudo?
Não conto mais. O que vai acontecer depois, é a força da história. Margarida é uma mãe exemplar! A Estela só aparece na adolescência do Gonçalo e os dois se tornam grandes amigos por uma coisa em comum: serem filhos de pais divorciados... E neste caso, é o pai de Estela que é exemplar!

Fiquei muito impressionada! Para dizer a verdade, infelizmente, reconheci algumas destas situações. Tenho amigos que são pais divorciados e tive uma amiga de infância cujos pais eram divorciados. No entanto, posso dizer que há divórcios pacíficos e bem sucedidos e estas crianças são felizes.

Recomendo este livro a todos os pais.