TRECHO:
Abstract
Esta Monografia Pública de Illuminates Of Kemet, Brasil (IOK-BR)
apresenta o pensamento da Dra. Elsa M. Glover, Ph.D., Discípula (o mais
elevado Grau) da Fraternidade Rosacruz de Max Heindel (The Rosicrucian
Fellowship), uma Associação de Cristãos Místicos fundada em 1909.
A Fraternidade Rosacruz Max Heindel não é uma seita ou organização
religiosa, e se autodefine como uma grande Escola de Pensamento. Sua
principal finalidade é divulgar a admirável filosofia dos Rosacruzes, transmitida ao mundo pelo Irmão Leigo Max Heindel, mensageiro dos
Irmãos Maiores da Ordem Rosacruz (os 13 Rosacruzes do Plano Espiritual
Invisivel e Eterno).
sábado, 31 de outubro de 2009
Caim – José Saramago

José Saramago, único Nobel da Literatura português, gera amores e ódios.
Dono de um feitio muito próprio, sem dúvida algo prepotente e pedante, sabe, contudo e como poucos, contar histórias que chocam mentalidades, aproveitando, explorando uma cultura (a portuguesa) provinciana, saloia, anacrónica e supersticiosa.
Saramago é um profundo conhecedor da natureza humana. Dá provas disso em todos os seus romances, exaltando e salientando os vícios, defeitos e virtudes do ser humano.
Assim, sabe como tocar em muitas feridas, pontos sensíveis do ser humano, criando obras polémicas porque simplesmente escreve aquilo que pensa sem receios do politicamente correcto, do “parecer bem” tão tipicamente português e isso choca, cria incómodo, até porque as pessoas se revêem nos seres humanos criados por Saramago.
Em “Caim”, Saramago é apenas e só Saramago na sua melhor forma.
Devido à polémica gerada aquando do lançamento do livro, a expectativa era grande, sobretudo porque tenho no “Evangelho Segundo Jesus Cristo” o seu melhor livro, aquele onde Saramago é mais corrosivo. Fiquei então com a convicção ser este “Caim” do mesmo género. Andei perto, é de facto do mesmo género, mas é mais violento, mordaz, irónico e ostensivamente belicoso.
Quer queiramos quer não, crentes ou não crentes, todos fomos educados à luz da tradição católica/cristã. Estamos imbuídos de valores cristãos que quando os vemos ser colocados em causa pode criar alguma estranheza e algum, ou muito, choque.
Estou convicto que “Caim” tratou-se de uma ajuste de contas entre José Saramago e Deus (com a igreja no pensamento) em que ele, conforme direito que lhe assiste, demonstra toda a sua descrença e asco.
Independentemente das minhas próprias crenças, o certo é que respeito a crença de cada um, a religião de cada um e julgo que em “Caim” José Saramago se excede (ele acabou por admitir precisamente isso), quer na linguagem, quer no propósito.
Eu adorei o livro!
Delirei com a ironia cortante, com a forma como Saramago vai mostrando o ridículo, a insanidade e a impossibilidade da existência de um Deus e dos episódios descritos no Velho Testamento. Mas achei excessivo o ódio impregnado nas palavras.
Há passagens, quase todas, que evidenciam a suprema maldade, a malévola essência do Deus Cristão, que ridicularizam a figura de Deus, porque não obstante o livro conter várias passagens do Velho Testamente (confesso que nunca li a Bíblia, apenas algumas passagens aqui e ali) “Adão e Eva”, “Torre de Babel”, “Moisés quando desce o Monte Sinai”, “O Dilúvio”, entre outros, o que aqui se ressalva é o constante ataque a Deus e o quanto o mesmo não passa de uma mera criação humana ou então de um ser ridículo, fraco, vingativo, maldoso e cheio de defeitos.
O livro é excelente. O diálogo do querubim com Adão e Eva aquando da expulsão destes do Jardim do Paraíso, a narração do Dilúvio, onde Saramago coloca Caim (figura presente em todas as histórias) na barca, é de ir às lágrimas de riso. As conversas de Caim com Deus são soberbas, a forma como o mesmo Caim parte pelo mundo… enfim, um livro que ficará na galeria das grandes obras da literatura portuguesa, mais uma destinada a ser clássico.
“A ideia de Deus é, confesso, o único erro que não posso perdoar ao homem” - História de Juliette ou as Prosperidades do Vício", Marquês de Sade
Classificação: 6
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Passatempos a Terminar


Faltam 4 dias para terminar os Passatempo "A Melodia do Adeus" e "A Lenda de Sigurd e Gudrún" que oblog NLivros realiza em parceria com a Editoral Presença e as Publicações Europa-América.
Os Deuses: Dispensacionalismo E Arrebetamento (De Como Religiões Formam Suas Teorias), de Prof. Dr. R. D. Pizzinga
TRECHO:
“Deus, criação mental do homem” (Frater Velado, 1995CE)
ILLUMINATES OF KEMET (IOK) ensina que “a Força não pode ser
perfeitamente compreendida pelos seres individuais autoconscientes de
vários níveis, manifestados na Criação (Manifestação) e que esses seres,
então, criam mentalmente versões da Força, às quais dão o nome de Deuses.
Dependendo de como foram geradas, essas versões da Força vão para o Plano
Astral dos planetas habitados por seus criadores ou, então, para o Plano
Astral Universal ou, mesmo, Dimensional. Plano Astral de um planeta é uma
faixa vibratória autoconsciente de sua aura e Plano Astral Universal é uma
faixa vibratória autoconsciente da aura de um Universo ou Dimensão.” As
versões da Força assim criadas – explicam as Monografias Privativas de IOK
– “adquirem status de egrégoras e sua autonomia vai aumentando
progressivamente conforme vão sendo cultuadas. Elas se tornam não só
totalmente autônomas como altamente interativas com a Mente Cósmica e
com os seres individuais que as criaram e lhes enviam, em dado momento,
encarnações que o Hinduismo chama de Avataras. Exemplos: o Faraó,
encarnação de um Neteru (atributo do Deus Supremo Kemetico); Shri
Hanuman, encarnação do Mahadeva Shri Shiva; Jesus Cristo, encarnação do
Deus Jeovah; Profeta Muhammad (a Paz esteja com Ele), encarnação do
Deus Allah. Sobre Jesus Cristo é interessante notar que Ele, a encarnação de
Jeovah, vem e revoga uma lei supostamente atribuída ao mesmo (a do olho
por olho) e que isso a torna persona non grata para o Judaísmo, que o tacha
de “herege” e “endemoninhado” e não o reconhece como Messias. Uma
corrente do Islam considera mais amplamente as encarnações de Deus,
admitindo que todos os Imans são o Mahdi (Messias, encarnação de Allah)”.
Esta Monografia Pública de IOK-BR examina os Deuses e algumas teorias
criadas por suas religões, como o Dispensacionalismo e o Arrebatamento.
(Nossa Organização entende como Arrebatamento a ascensão coletiva de
consciências evoluídas à Quarta Dimensão, no Dia da Transformação, para a
formação de um novo planeta espiritual.)
“Deus, criação mental do homem” (Frater Velado, 1995CE)
ILLUMINATES OF KEMET (IOK) ensina que “a Força não pode ser
perfeitamente compreendida pelos seres individuais autoconscientes de
vários níveis, manifestados na Criação (Manifestação) e que esses seres,
então, criam mentalmente versões da Força, às quais dão o nome de Deuses.
Dependendo de como foram geradas, essas versões da Força vão para o Plano
Astral dos planetas habitados por seus criadores ou, então, para o Plano
Astral Universal ou, mesmo, Dimensional. Plano Astral de um planeta é uma
faixa vibratória autoconsciente de sua aura e Plano Astral Universal é uma
faixa vibratória autoconsciente da aura de um Universo ou Dimensão.” As
versões da Força assim criadas – explicam as Monografias Privativas de IOK
– “adquirem status de egrégoras e sua autonomia vai aumentando
progressivamente conforme vão sendo cultuadas. Elas se tornam não só
totalmente autônomas como altamente interativas com a Mente Cósmica e
com os seres individuais que as criaram e lhes enviam, em dado momento,
encarnações que o Hinduismo chama de Avataras. Exemplos: o Faraó,
encarnação de um Neteru (atributo do Deus Supremo Kemetico); Shri
Hanuman, encarnação do Mahadeva Shri Shiva; Jesus Cristo, encarnação do
Deus Jeovah; Profeta Muhammad (a Paz esteja com Ele), encarnação do
Deus Allah. Sobre Jesus Cristo é interessante notar que Ele, a encarnação de
Jeovah, vem e revoga uma lei supostamente atribuída ao mesmo (a do olho
por olho) e que isso a torna persona non grata para o Judaísmo, que o tacha
de “herege” e “endemoninhado” e não o reconhece como Messias. Uma
corrente do Islam considera mais amplamente as encarnações de Deus,
admitindo que todos os Imans são o Mahdi (Messias, encarnação de Allah)”.
Esta Monografia Pública de IOK-BR examina os Deuses e algumas teorias
criadas por suas religões, como o Dispensacionalismo e o Arrebatamento.
(Nossa Organização entende como Arrebatamento a ascensão coletiva de
consciências evoluídas à Quarta Dimensão, no Dia da Transformação, para a
formação de um novo planeta espiritual.)
Fãs de Nicholas Sparks pdem ler o prólogo e primeiro capítulo do seu último livro
Muito perto de chegar às livrarias, o último livro de Nicholas Sparks "A Melodia do Adeus" pode começar a ser lido através do prólogo e do primeiro capítulo que o blogue Marcador de Livros disponibiliza aqui
Planeta edita "Drácula: O Morto-Vivo", a sequela oficial da obra de Bram Stoker. Nas livrarias a partir de 5 de Novembro
"Valeu a pena esperar 112 anos pela sequela de Drácula" - USA TodayO livro retoma a história do clássico 25 anos depois de Drácula se desfazer em pó. As personagens que o combateram, supostamente até à sua morte, ficaram para sempre marcados pelo sucedido: Jonathan e Mina Harker criaram o filho, Quincey, mas o seu casamento feliz deteriorou-se. O Doutor Seward, antes um médico eminente, vive em paranóia e tornou-se dependente de drogas. Arthur Holmwood, o apaixonado noivo de Lucy, deixou-se consumir pelo ódio e pelo remorso. Evan Helsing, o líder do destemido grupo que enfrentou Drácula, encara agora o seu verdadeiro inimigo: a morte.
Em 1912, o que todos julgavam passado, volta afinal a ameaçá-los e acontecimentos sinistros invadem as suas vidas. Será possível que Drácula tenha sobrevivido e procure vingança? Ou será obra da terrível condessa Bathory, com reputação de rara crueldade?
O mal volta a unir os seus opositores, numa Londres assolada por crimes vampíricos, que o detectivo Cotford pensa serem obra de Jack,o Estripador. Entretanto, o jovem Quincey, apaixonado pelo teatro, depara-se com o passado oculto dos pais ao envolver-se na peça Drácula, encenada pelo próprio Bram Stocker e protagonizada por Basarab, um actor romeno que tem a Europa a seus pés e que exerce sobre o jovem um estranho fascínio...
Escrito a partir das notas de Bram Stocker, Drácula: O Morto Vivo retoma a riqueza do romance original, desenvolvendo novas personagens que apenas tinham sobrevivido nos apontamentos do autor e introduzindo outros elementos, a partir de uma pesquisa histórica consistente, numa trama articulada de forma extremamente criativa.
Site oficial: http://www.draculatheundead.com
Sextante - Novidades Outubro
Título: Ruído Branco Autor: Don Delillo
National Book Award
Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 400
Editor: Sextante
Sinopse
A vida de Jack assemelha-se à de tantos outros, ritmada pelos ruídos da sociedade moderna. A rotina fica transtornada quando um gás tóxico é libertado por acidente na cidade e ameaça toda a população. Para além da análise implacável e cheia de humor dos clichés, das obsessões e das fobias que assombram a classe média americana, Don DeLillo coloca a questão essencial - e, na altura, visionária - da mediatização sem limites. Uma das obras de ficção mais audaciosa e original dos nossos tempos.
Sobre o autor
Don DeLillo nasceu em 1936, em Nova Iorque. É autor de 14 e romances e três peças de teatro. Foi galardoado com o National Book Award, o PEN/Faulkner Award e o Jerusalem Prize. Em 2006, Underworld foi considerado um dos três melhores romances dos últimos 25 anos pela New York Times Book Review e recebeu em 2000 a Medalha Howells da American Academy of Arts and Letters pela mais eminente obra de ficção dos últimos cinco anos.
Críticas de imprensa
«Uma sátira brilhante da cultura de massas e dos efeitos estupidificantes da tecnologia.»
Chicago Tribune
Título: Um Caçador de LeõesAutor: Olivier Rolin
Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 200
Editor: Sextante
Sinopse
Eis a história dos destinos cruzados de Edouard Manet, que morre com gangrena aos 51 anos, e do seu admirador e modelo ocasional, Eugène Pertuiset, aventureiro, caçador de leões, pinga-amor, grande comedor e bebedor. Uma viagem pelo espaço e pelo tempo, fervilhando de anedotas e recordações literárias e pessoais, um romance vivo e divertido, de uma formidável potência visual.
Críticas de imprensa
«Inspirado em personagens surpreendentes. Um romance para o grande publico de qualidade.»
Lire
Assinar:
Postagens (Atom)