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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Mar de Ferro

Título: O Mar de Ferro
Autor: George R. R. Martin
Tradução: Jorge Candeias
Edição: Saída de Emergência
Nº de páginas: 332

"Quando Euron Greyjoy consegue ser escolhido como rei das Ilhas de Ferro não são só as ilhas que tremem. O Olho de Corvo tem o objectivo declarado de conquistar Westeros. E o seu povo parece acreditar nele. Mas será ele capaz?Em Porto Real, Cersei enreda-se cada vez mais nas teias da corte. Desprovida do apoio da família, e rodeada por um conselho que ela própria considera incapaz, é anda confrontada com a presença ameaçadora de uma nova corrente militante da Fé. Como se desenvencilhará de um tal enredo? A guerra está prestes a terminar mas as terras fluviais continuam assoladas por bandos de salteadores. Apesar da morte do Jovem Lobo, Correrrio ainda resiste ao poderio dos Lannister, e Jaime parte para conquistar o baluarte dos Tully. O mesmo Jaime que jurara solenemente a Catelyn Stark não voltar a pegar em armas contra os Tully ou os Stark. Mas todos sabem que o Regicida é um homem sem honra. Ou não será bem assim?"
Ainda que as Crónicas de Gelo e de Fogo não estejam terminadas, a obra já existente ficou, com o lançamento de "O Mar de Ferro", totalmente traduzida para a língua de Camões e agora só nos resta esperar que o autor não tarde demasiado a escrever os demais volumes da série que é um verdadeiro fenómeno em todo o mundo.
Sendo a continuação de "O Festim dos Corvos" neste volume faz-se igualmente o balanço da guerra que devastou os Sete Reinos. A acção centra-se sobretudo em Porto Real e Correrrio e há muitos POV que não são focados - o que é uma pena no caso de muitos personagens. Posto isto, podem imaginar o sem-número de perguntas e enigmas que continuam sem resposta e aos quais se vão juntar as novas questões levantadas por mais uma narrativa explêndida e cheia de pormenores importantes como é a de Martin.
Para alegrar os leitores podemos dizer que alguns dos personagens que adoramos odiar começam a sofrer alguns castigos bem merecidos, se bem que com Martin nunca se sabe e a situação ainda pode vir a sofrer algumas reviravoltas. E já que falamos de personagens, deixem-me dizer-vos que, embora já todos saibamos que o autor é um mestre no que respeita à sua construção, estou deveras impressionada com Jaime. É um personagem que de início odiava e achava mesquinho como a irmã mas cuja evolução e crescimento (bem como a mudança) são tão visíveis que o impensável aconteceu e agora é um daqueles POV dos quais estou sempre ansiosamente à espera.
Enfim, não posso adiantar muito mais sem começar para aqui a "spoilar", além de existir o sério risco de me pôr com divagações acerca das questões que ficaram no ar e dos possíveis desfechos para algumas situações. Assim sendo, apenas me resta recomendar a leitura destas Crónicas a quem ainda não se lançou nelas. A quem já começou a lê-las não preciso dizer nada, ninguém resiste a mais um livro de Martin...
7/10

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Festim dos Corvos

Título: O Festim dos Corvos
Crónicas de Gelo e Fogo - Volume Sete
Autor: George R. R. Martin
Editora: Saída de Emergência
Tradução: Jorge Candeias
Nº de Páginas: 448
"Continuando a saga mais ambiciosa e imaginativa desde O Senhor dos Anéis, As Crónicas de Gelo e Fogo prosseguem após o violento triunfo dos traidores. Enquanto os senhores do Norte lutam incessantemente uns contra os outros e os Homens de Ferro estão prestes a emergir como uma força implacável, a rainha regente Cersei tenta manter intacta a força dos leões em Porto Real. Os jovens lobos, sedentos por vingança, estão dispersos pela terra, cada um envolvido no perigoso jogo dos tronos.Arya abandonou Westeros rumo a Bravos, Bran desapareceu na vastidão enigmática para além da Muralha, Sansa está nas mãos do ambicioso e maquiavélico Mindinho, Jon Snow foi proclamado comandante da Muralha mas tem que enfrentar a vontade férrea do rei Stannis e, no meio de toda a intriga, começam a surgir histórias do outro lado do mar sobre dragões vivos e fogo..."
Depois de um sexto volume no qual a acção se desenrola a um ritmo alucinante seria muito complicado, para qualquer autor, manter o nível alcançado. Martin não é excepção. Não quero com isto dizer que a narrativa ou a história em si deixaram de ser aquilo a que os fãs desta saga foram habituados, pelo contrário, o que se verifica é um abrandar no ritmo a que os acontecimentos se desenrolam. Festim dos Corvos é um volume bem mais calmo que os últimos, é uma vírgula num parágrafo alucinante, uma espécie de pausa para que se possa fazer o balanço daquilo que ficou para trás, para se analisarem as consequências das acções passadas; é um acompanhar da intriga política e das movimentações dos diversos jogadores desta trama que analisando o passado preparam um futuro no qual a acção voltará a surpreender os leitores.
A narrativa continua a seguir alguns dos personagens já conhecidos dos fãs da Saga mas muitos são aqueles dos quais não temos quaisquer notícias uma vez que o qutor opta por introduzir na trama personagens que até agora pouco relevo tinham tido e até alguns que não conheciamos de todo. Consequentemente a acção tem o seu palco em zonas de Westeros que até agora nos eram desconhecidas ou que apenas haviam sido mencionadas de forma pouco detalhada por um ou outro personagem. Longe de nos fazer esmorecer, este "desvio" apenas contribui para que o mistério se adense em torno de algumas situações e personagens. Ficamos a conhecer melhor alguns locais, algumas personagens e as histórias por detrás de alguns destes, simultaneamente são-nos dados a conhecer novos intervenientes que poderão vir a desempenhar papéis importantes no futuro. Para não variar, as perguntas sem resposta são mais que muitas e as suposições vão aumentando, resta-nos esperar pelo próximo volume que sairá ainda este ano.
7/10

terça-feira, 21 de abril de 2009

A Glória dos Traidores

Como já vai sendo normal, chego ao fim de mais um volume com mais perguntas que respostas.... E este é sem dúvida o melhor até agora. Definitivamente, Martin é um narrador exímio, um tecedor de histórias cujo magnífico trabalho é como uma teia, urdida com enorme mestria (e visível paixão) em que cada plano intriguista, cada gota de amor, cada espadeirada, cada beijo, cada fuga, cada morte...contribui para nos deixar mais enredados e prontos para ser devorados por uma saga com vida própria. Cada vez mais me convenço que se tirarmos à história os seus elementos mais sobrenaturais, ela poderia ter sido possível num qualquer lugar numa qualquer época algo distante da nossa História.
A intriga continua a ser uma constante e um elemento fundamental para nos aguçar o apetite e nos levar a colocar questões que só mais tarde poderão ter resposta (espero que não muito mais tarde...) e as hipóteses de desenvolvimento que se nos afiguram ser mais prováveis continuam a nunca ser as mais acertadas. Martin, tem um talento especial para matar os personagens principais, para fazer sofrer os nossos personagens preferidos e para dar a volta a questões complicadas de um modo que só a vida real poderia fazer. Na escrita de "fantasia" as opções deste autor raramente são adoptadas e é isso que torna esta saga tão especial. É completamente imprevisível.
Não quero adiantar muito sobre a história em si, se o fizesse decerto revelaria algo mais que o devido. Apenas posso recomendar vivamente a sua leitura.
9/10

terça-feira, 17 de março de 2009

A Tormenta de Espadas

"Os Sete Reinos estremecem quando os temíveis selvagens do lado de lá da Muralha se aproximam, numa maré interminável de homens, gigantes e terríveis bestas. Jon Snow, o Bastardo de Winterfell, encontra-se entre eles, debatendo-se com a sua consciência e o papel que é forçado a desempenhar.Todo o território continua a ferro e fogo. Robb Stark, o Jovem Lobo, vence todas as suas batalhas, mas será ele capaz de vencer as mais subtis, que não se travam pela espada? A sua irmã Arya continua em fuga e procura chegar a Correrrio, mas mesmo alguém tão desembaraçado como ela terá dificuldade em ultrapassar os obstáculos que se aproximam.Na corte de Joffrey, em Porto Real, Tyrion luta pela vida, depois de ter sido gravemente ferido na Batalha da Água Negra, e Sansa, livre do compromisso com o rapaz cruel que ocupa o Trono de Ferro, tem de lidar com as consequências de ser segunda na linha de sucessão de Winterfell, uma vez que Bran e Rickon se julgam mortos.No Leste, Daenerys Targaryen navega na direcção das terras da sua infância, mas antes terá de aportar às cidades dos esclavagistas, que despreza. Mas a menina indefesa transformou-se numa mulher poderosa. Quem sabe quanto tempo falta para se transformar numa conquistadora impiedosa?"
Neste quinto volume d' As Crónicas de Gelo e de Fogo, George R.R. Martin consegue mais uma vez surpreender-nos, não só com a vida que inunda os seus personagens, tornando-os quase reais, mas também coma sua prodigiosa imaginação que parece não se esgotar. A acção central continua a focar-se na guerra pelo trono de Westeros muito embora os acontecimentos para lá da Muralha comecem a ganhar maior destaque e consequentemente a despertar no leitor um maior interesse. Contudo, mais do que as batalhas de espadas travadas entre as grandes casas dos Sete Reinos o importante neste volume são as batalhas mais subtis, as da diplomacia, da astúcia e dos interesses. E é aqui que a imaginação do autor nos surpreende...Alianças impervistas são forjadas, desvenças e traições espreitam onde menos seria de esperar, encontros e desencontros quase impensáveis, casamentos forçados que (se) revelam verdadeiras surpresas...enfim, um sem fim de acontecimentos mundanos aos quais se junta a magia de sombras, o frio dos Outros e o calor dos dragões, todos eles esperando voltar a "casa".
E uma vez mais o final chega na melhor parte e quando menos é vontade do leitor, deixando-nos com imensas perguntas (por enquanto) sem resposta. Só posso recomendar vivamente a leitura não apenas deste volume mas de toda a Saga.
8/10

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Despertar da Magia

Já não tenho palavas para descrever esta saga... Já tanto foi dito que pouco se pode acrescentar.
O nome deste 4º volume foi muitíssimo bem escolhido, ao longo desta parte da história apercebemo-nos que o eclodir dos ovos de dragão de Daenerys foram apenas o primeiro indício que a magia está de volta a Westeros; ao longo dos vários capítulos a magia torna-se cada vez mais presente não apenas nos Sete Reinos mas também para lá da Muralha. São também os acontecimentos ocorridos naquela região gelada, colonizada pelos "rebeldes que contribuem para o adensar do mistério e do suspense ao virar de cada página.
A guerra pelo trono continua, chegando finalmente às muralhas da capital do reino. Penso que é neste ponto que Martin nos mostra mais uma vez a sua capacidade de construção da personalidade das personagens (passo a redundância). É no desenrolar da guerra que nos deparamos com as situações e decisões mais surpreendentes por parte de alguns personagens, é aqui que temos verdadeiras dores com o destino de alguns e alegrias com o destino de outros...
Para não variar, o livro acabou na melhor parte e muitas foram as perguntas que ficaram por responder, acho que vou aproveitar as mini-férias do carnaval para conhecer o desfecho de algumas situações (se o autor assim o quiser).
8/10

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Para os admiradores de George R. R. Martin

Bom dia a todos!!
Hoje deixo-vos aqui uns links que me foram dados por um amigo. Os que admiram George R. R. Martin e a sua obra podem já conhecer estas páginas mas, ainda assim, decidi publicar o post. Aproveito para pedir aos leitores que deixem os seus comentários sempre que quiserem, estejam à vontade...

Página oficial do autor - www.georgerrmartin.com

Diário do autor - grrm.livejournal.com

Páginas de clubes de fans - www.westeros.org


As imagens foram retiradas daqui. Bom fim-de-semana e boas leituras para todos...



segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

A Fúria dos Reis

"Quando um cometa vermelho surge nos céus de Westeros encontra os Sete Reinos em plena guerra civil. Os combates estendem-se pelas terras fluviais e os grandes exércitos dos Stark e dos Lannister preparam-se para o derradeiro embate.
No seu domínio insular, Stannis, irmão do falecido Rei Robert, luta por construir um exército que suporte a sua reivindicação ao trono e alia-se a uma misteriosa religião vinda do oriente. Mas não é o único, pois o seu irmão mais novo também se proclama rei, suportado por uma hoste que reúne quase todas as forças do sul. Para pior as coisas, nas Ilhas de Ferro, os Greyjoy planeiam a vingança contra aqueles que os humilharam dez anos atrás.
O Trono de Ferro é ocupado pelo caprichoso filho de Robert, Joffrey, mas quem de facto governa é a sua cruel e maquiavélica mãe. Com a afluência de refugiados e um fornecimento insuficiente de mantimentos, a cidade transformou-se num lugar perigoso, e a Corte aguarda com medo o momento em que os dois irmãos do falecido rei avancem contra ela. Mas quando finalmente o fazem, não é contra a cidade que investem...
O que os Sete Reinos não sabem é que nada disto se compara ao derradeiro perigo que se avizinha: no distante Leste, os dragões crescem em poder, e não faltará muito para que cheguem com fogo e morte!"
Dos três livros desta saga que li até agora este foi o mais "parado" isto é, foi aquele em que notei que a acção se desenvolve mais lentamente. O desenvolvimento da história faz-se mais à custa da intriga da corte, das negociações e das alianças. Também me pareceu existir um pouco mais de descrição e um aumento da narrativa relativa a tempos anteriores à história em si, o autor conta-nos mais daquilo que foi antigamente para que possamos perceber melhor o agora e o que está para vir. As personagens mantém uma linha mais constante (ao nível do comportamento) que nos volumes anteriores, não nos brindando com acções demasiadamente inesperadas. Ainda assim, já nos capítulos finais, Arya conseguiu surpreender-me.
Não me parece que já o tenha dito aqui mas os meus personagens preferidos são Arya, Tyrion e Jon Snow. Não conheço a opinião de mais ninguém que tenha lido os livros mas para mim, por enquanto, estes são os meus predilectos.
Contudo, "nem tudo são rosas" e apesar de muito me custar, hoje tenho um reparo a fazer. Já tinha dado por isto nos volumes anteriores mas desta vez dei por mim a ficar realmente irritada com a coisa (acho que vai ser melhor tomar uns calmantes quando pensar em ler "O Crepúsculo"...!!!). A tradução no geral está bastante boa, não há erros de ortografia e não notei que houvesse falhas na adaptação de expressões idiomáticas nem nada desse género mas... Será que hoje já ninguém sabe conjugar verbos? Será assim tão complicado usar o presente do conjuntivo? Numa época em que, vá-se lá saber porquê, as pessoas falam cada vez pior, ouvem os outros a fazê-lo constantemente e escrevem ainda pior do que falam custa-me ver que os livros começam a espelhar essa realidade (nem é pelo dinheiro gasto, é mesmo porque um livro é fonte de informação e saber). Principalmente quando a tradução de uma forma geral é boa, como é o caso... Não percebo mesmo como pode acontecer. Para que percebam do que falo deixo aqui alguns exemplos (não todos os que encontrei...infelizmente).
  • Página 213 - "Bran via que o ponto calvo no topo da cabeça do Meistre tinha-se tornado vermelho". - Não será mais correcto se tinha?;
  • Página 308 - "...agradeço que não contais histórias..." - e aqui a forma correcta do presente do conjuntivo do verbo contar é conteis;
  • Página 412 - "Deuses, sede bons, não permiti que seja o Regicida." - mais uma vez o conjuntivo do qual a forma correcta é permitais;
  • Página 414 - "Não lhe tocai no rosto." - outra vez o mesmo tempo verbal, desta feita deveria ler-se toqueis.
8/10

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

A Muralha de Gelo

" Eddard Stark só aceitou o prestigiado cargo de Mão do Rei para proteger o rei... ou não suspeitasse que o anterior detentor desse título fora mandado assassinar pela rainha. Mas agora Eddard tem a certeza que foi ela. E também sabe a razão: a rainha tem um segredo escabroso que pode levar à queda da dinastia e mesmo à guerra civil!
E como se a conspiração palaciana não bastasse, tudo piora quando o rei Robert Baratheon é ferido mortalmente por um animal numa caçada. Mas a Mão do Rei já desconfia de tudo: terá sido mesmo um animal... ou o trabalho de mais um assassino da rainha? Um homem honrado e justo, Eddard Stark começa a temer ser derrotado pelo ninho de víboras que é a Corte e a Casa Lannister.
Mas a ameaça de guerra civil não é a pior sombra que paira no ar. No norte, para lá da muralha de gelo, uma força misteriosa manifesta-se de maneira sobrenatural. E ainda mais longe, a última herdeira dos Targaryen prepara-se para invadir os Sete Reinos com o maior exército alguma vez visto... e com o auxílio de dragões!"

Com este segundo volume das Crónicas de Gelo e Fogo George R. R. Martin apenas conseguiu prender completamente a minha atenção. Com o rei morto e as relações entre Lannister e Stark completa e irremediavelmente quebradas tem início a guerra pelo Trono dos Sete Reinos com a qual leitor tem a oportunidade de fazer descobertas incríveis e de ser surpreendido pelo desenrolar da acção que, muitas vezes, toma rumos nunca por si imaginados. As fugas, as traições, a intríga palaciana...tudo se conjuga para que o leitor tenha verdadeira difuculdade em largar o livro nem por um instante.

O facto de em cada capítulo do livro a história ser narrada do ponto de vista de um personagem diferente fez com que desse por mim a desejar que rapidamente chegasse o capítulo de determinado personagem para poder saber novas suas e das suas peripécias. Esta característica do livro permite-nos também ver a história do ponto de vista dos diversos personagens, descobrir o modo como cada um vê o mesmo assunto de um ângulo distinto, torna mais familiar o modo de agir e pensar dos personagens levando o leitor a tentar por vezes antecipar as acções de alguns deles. Confesso que, no meu caso, não foram muitas as vezes que acertei pois a imaginação do autor é tudo menos previsível. Adoro ver os personagens crescer e tomarem novas formas aos nossos olhos, as mutações sofridas pelas suas emoções, o modo como nos podem surpreender as suas acções...

O lado mais sobrenatural e fantástico da história continua presente. Não só a khaleesi Daenerys consegue dar vida a três fabulos dragões - criaturas há muito extintas em todo Westeros - como se adensam os problemas para lá da Muralha. O mistério e o perigo aumentam a cada página virada...

9/10