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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Pedro Barbosa | Speculations & Trends

1. De que trata este seu livro «Speculations & Trends»?
R- Tendências. Num âmbito global, dos vários mercados, países, economias e sectores. Tendências para os anos 2010-2012.

2.Um livro sem direitos de autor : uma tendência?
R- De facto, a ideia é alinhar o livro com a tendência que está a chegar a todas as áreas criativas, depois da música. Propriedades intelectuais partilhadas geram melhor evolução dos conteúdos. Os leitores – mesmo os que não comprem o livro - podem copiar partes do livro, alterá-las e criar os seus próprios conteúdos, remixá-los com outras obras, podcasts e textos ou vídeo criando novo valor : esta é a lógica mashup. O open source chegará em breve aos livros. Este é apenas o primeiro!

3. Qual a principal ideia que espera transmitir aos seus leitores?
R- Partilhar com eles o processo de aprendizagem que foi construir estes conteúdos e permitir que se preparem de forma mais eficaz para os próximos anos.

4. Um autor que aconselha as pessoas a não comprarem o livro?
R-Cria mais valor para cada potencial leitor fazer aquilo que eu fiz do que ler este livro. A informação existe em dimensões que podemos considerar infinitas. Quem a quiser procurar, filtrar e discutir vai apreender muito mais. Se não quiser investir esse tempo pode desembolsar um par de euros e uma centena de minutos e fica com uma ideia boa do que aí vem. Mas não é a mesma coisa. Nunca é.
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Pedro Barbosa
Speculations & Trends
Vida Económica

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Gerir o lado humano da empresa

Os tempos não correm de feição aos gurus da economia e gestão, tão desacreditados como nunca pensaram ser possível – ou não estivéssemos todos a pagar um elevado preço pelas suas teorias neoliberais, que como verdades absolutas foram sendo impostas.
Apesar desse descrédito, alguns nomes continuam a ser incontornáveis neste domínio, como é o caso de John Adair, de quem foram reunidos, num único manual, os seus principais conselhos e técnicas. Trata-se de “O melhor de John Adair sobre liderança e gestão”, coordenado por Neil Thomas (Publicações Europa-América, €17,90), que teve a aprovação do próprio professor da Universidade de Surrey.
Como o próprio Adair sublinha no prefácio, o livro está dividido em duas partes fundamentais sobre «o lado humano da empresa»: autogestão (1ª parte) e gerir outros (2ª parte).
E numa época em que as exigências a quem trabalha são cada vez maiores, não fará mal nenhum ter umas noções básicas sobre gestão e liderança – se não dos outros, pelo menos de nós próprios.
Nesse âmbito, e no capítulo da autogestão, merecem especial destaque os conselhos sobre estabelecer e atingir metas e objectivos, bem como saber tomar decisões e resolver problemas – e, claro, sobre a gestão do tempo, matéria em que somos prevenidos a “evitar estereótipos” como “ter pouca capacidade para delegar, ser um mau organizador, ser excelente a adiar, ter um fraco desempenho nas reuniões e ser um executivo sem objectivos”.
Para aqueles que têm responsabilidades de liderança, vale a pena uma “espreitadela” aos capítulos sobre gestão de equipas e motivação de recursos humanos.
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Neil Thomas
O melhor de John Adair sobre liderança e gestão
Publicações Europa-América, 17,90€

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Pedro Camargo | Neuromarketing


1- De que trata este seu livro «Neuromarketing»?
R- Trata-se de uma visão diferente da pesquisa de mercado e de algumas premissas de marketing, aconselhando o leitor a levar em conta os processos cerebrais para entender os gatilhos do comportamento de consumo do ser humano, mediante o uso de técnicas de imageamento cerebral. É um livro que questiona a utilização somente dos métodos ortodoxos na pesquisa de marketing (métodos behavioristas de observação do comportamento), questiona as premissas da racionalidade humana, questiona a profundidade das informações obtidas por estes métodos tradicionais, questiona o peso dado para as influências sociais e culturais no comportamento do consumidor, questiona fundamentalmente a nossa visão antropocêntrica de tal comportamento. Traz para o conhecimento do leitor, as novas perspectivas das ciências econômicas, como a economia comportamental, a neuroeconomia e o próprio neuromarketing. Mostra também as universidades, as pesquisas, as empresas e os pesquisadores que estão trabalhando com neuromarketing e por fim trata igualmente do aspecto ético no uso deste tipo de pesquisa.

2- De forma resumida, qual a principal idéia que espera conseguir transmitir aos seus leitores?
R- Quero transmitir que somos seres humanos, homo sapiens e não homo economicus, isto significa que temos comportamentos de consumo muitas vezes nada racionais, desde a escolha até a tomada de decisão. Portanto não há como entender o real comportamento do consumidor usando somente métodos de pesquisa de mercado tradicionais, com entrevistas e questionários ou mesmo focus group e a partir deste viés, ter a certeza de que chegou ao âmago ou ao cerne da questão. É preciso mais! Faz-se necessário buscar as informações anteriores ao próprio comportamento, subjacentes a ele, pois já se sabe, desde as pesquisas de Benjamin Libet que o cérebro decide milésimo de segundos antes que tenhamos consciência disso. Estas informações anteriores ao comportamento observável, são processadas nas várias áreas do cérebro e por isso o diagnóstico por imagem pode nos ser muito útil na busca pela verdade. O ser humano não sabe o que o levou a tal comportamento por motivos vários que alego no livro (escurecimento verbal, auto-engano, instinto, processos automáticos, memória) e, portanto, se responder a uma pesquisa, estará dizendo algo que seja condizente com seu modelo mental e não a verdade ou o real motivo do comportamento. Uma pesquisa quantitativa pode ser feita, sem dúvida alguma, na forma de observação (como prega teoria behaviorista), basta contar quantos compraram, já pesquisa que se diz ser qualitativa, não pode ser feita somente com uso dos métodos ortodoxos, pois o que se descobrirá, certamente não será o real motivo de compra.

3-Pensando no futuro: o que está a escrever neste momento?
R - Estou escrevendo um novo livro que deve estar pronto ainda este ano, no máximo no começo de 2010, que leva o título “Biologia do Comportamento do Consumidor”. Este tema que criei e registrei, é inédito nos estudo de marketing e de comportamento do consumidor e também muito interessante na medida em que levanta todos os aspectos biológicos subjacentes ao comportamento de consumo. Neste novo livro, vou além do neuromarketing, que é um método de pesquisa de marketing feita mediante o uso de equipamentos de diagnóstico por imagem e levanto outras questões físico-químicas corporais, que influenciam direta e indiretamente o comportamento de consumo, ligadas à genética, a biologia, a neuroquímica, a endocrinologia, ao sistema nervoso entérico e até à filogenia. É um livro que complementa o primeiro, no sentido de que trará ainda mais informações biológicas do comportamento de consumo do ser humano e muito curioso porque levanta informações ainda não pensadas pelo marketing, que tem o viés apenas das ciências sociais, esquecendo-se de que somos, antes de seres sociais e culturais, seres biológicos, imperfeitos em nossas escolhas e decisões e nem sempre conscientes de nossos atos. É uma visão diferente que leva em conta a etologia, a zoologia a biologia comportamental, a genética comportamental, a psicologia evolucionista e várias outras áreas. Para tanto tenho recebido a colaboração e o apoio de vários cientistas consagrados que me ajudam enviando informações fantásticas como: Frans de Wall, Bonie Blesser, Marco Iacoboni e alguns outros.
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Pedro Camargo
Neuromarketing
Edições IPAM

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Alice Duarte | Experiências de Consumo


1-De que trata este seu livro?
R- Contrariando uma tendência existente e, até, ainda possivelmente dominante de olhar o consumo como mera resultante da produção capitalista e de perceber a mercadoria como algo intrinsecamente negativo, neste meu livro o processo de consumo é abordado enquanto processo de produção de identidades sem que também estas surjam reduzidas às das categorias sociais de classe ou status. As opções e actividades de consumo de 24 famílias da “classe média”, considerando não apenas os meros actos de compra mas abrangendo todas as suas decisões e actos anteriores e posteriores à compra propriamente dita, são analisadas enquanto meios de expressão e comunicação de construções de valor e do sentido do que cada um é em termos emocionais, morais, ideológicos.
Descortinando e compreendendo a diversidade de possibilidades de re-socialização das mercadorias levadas a cabo pelas respectivas apropriações criativas de consumidores concretos, evidencio o papel instrumental que o consumo pode ter na vida das pessoas. Trata-se de uma abordagem do consumo enquanto actividade prática, contextual e moral, cuja análise foi possível através de um dispositivo qualitativo de pesquisa assente num esquema intensivo de entrevistas e etnografia.

2-De forma resumida, qual a principal ideia que espera conseguir transmitir aos leitores?
R- a) Evidenciar como o consumo pode ser um meio precioso de expressão dos actores sociais, enriquecendo a visão simplista da questão normalmente veiculada pelos mass media e correspondente senso comum;
b) Fornecer uma caracterização qualitativa razoavelmente penetrante dos contornos culturais (sociais, mas também morais, ideológicos) orientadores das opções de vida das “novas classes médias” portuguesas.

3-Pensando no Futuro: o que está a escrever neste momento?
R-Estou a escrever outro livro igualmente sobre o consumo, mas em que o tópico central se desloca da identidade para as sociabilidades. Pela consideração do “consumo para os Outros” na forma de presentes, analiso o consumo enquanto canal de estabelecimento e manutenção de relacionamentos entre os actores sociais.
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Alice Duarte
Experiências de Consumo - Estudos de Caso no Interior da Classe Média
U.Porto Editorial

domingo, 13 de setembro de 2009

Beja Santos | Quem Mexeu no Meu Comprimido


1- De que trata este seu livro «Quem mexeu no Meu Comprimido»?
R– O medicamento tem um desempenho fundamental na prevenção da doença e no seu tratamento. Não se entende o paradigma da saúde (auto-cuidados, culto da forma, adopção de estilos de vida saudáveis, etc.) sem o bom uso do medicamento. Vivemos um tempo que exalta a autonomia do indivíduo e a sua co-responsabilização na área da saúde. Para haver sucesso, a cultura do medicamento deverá fazer parte da educação e das escolhas criteriosas dos doentes crónicos e dos utentes de saúde em geral. Este livro procura preencher essa lacuna nas seguintes dimensões: propiciar noções elementares sobre o papel do medicamento na nossa saúde e no universo do consumo; procurar inserir o bom uso do medicamento num contexto amplo dos auto-cuidados, da literacia em saúde e dos direitos dos doentes e dos consumidores, especialmente no que toca à informação e à educação; ensinar o doente e o utente de saúde a tirar partido de todas as potencialidades que são devidas ao aconselhamento farmacêutico; reflectir sobre os novos desafios nas relações entre o doente e o farmacêutico, com o objectivo de melhorar a qualidade de vida e obter mais ganhos em saúde; convidar os formadores a usar o medicamento nas aulas de saúde e em todos os currículos orientados para a aprendizagem da cidadania. É um livro de divulgação, faço votos para que outros desenvolvam e aperfeiçoem estas temáticas, espero que outros pensem no aconselhamento do médico e do enfermeiro.

2- De forma resumida, qual a principal ideia que espera conseguir transmitir aos seus leitores?
R- A principal mensagem deste livro de divulgação é a seguinte: tens tudo a ganhar em seres exigente, em termos de promoção de saúde, e saberes mais sobre o medicamento, usá-lo para tirar o melhor proveito, saberes questionar e pedir conselho ao teu farmacêutico, ele não está no balcão da farmácia para te dispensar mecanicamente medicamentos, ele é um técnico do medicamento, os medicamentos devem ser dispensados com conselho, a educação do consumidor e dos direitos dos doentes exigem uma ampla e persistente discussão sobre o uso do medicamento e o aconselhamento farmacêutico.

3-Pensando no futuro: o que está a escrever neste momento?
R- Estou a meio da redacção da “Mulher Grande” (MINDJER GARANDI), narrativa de uma heroína anónima com incidências familiares. Trata-se das recordações de uma nonagenária, desde a I República à actualidade. Teve uma existência de privilégio, soube ultrapassar todos os vagalhões do sofrimento e da contrariedade, é a portuguesa típica da adaptação (à vida tropical, às novas profissões, aos imperativos da solidariedade). Era a história de amor que me faltava para agradecer as coisas boas que a vida me deu nas três mulheres que, na infância e adolescência, me ajudaram a ser quem sou.
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Beja Santos
Quem mexeu no meu Comprimido?
Temas e Debates

sábado, 4 de abril de 2009

Daniel Sá | Sports Marketing

1- De que trata este vosso livro?
R- O livro “Sports Marketing – As Novas Regras do Jogo” dá a conhecer os aspectos únicos do desporto, que permitem a compreensão global do fenómeno e a correcta aplicação do marketing neste domínio. Assumindo uma abordagem prática, o livro compromete-se a apresentar detalhadamente as especificidades do modelo Sports Marketing Game, enquanto ferramenta válida para a gestão eficaz das organizações desportivas.

2- De forma resumida, qual a principal ideia que espera conseguir transmitir aos seus leitores?
R- Ao longo de 135 páginas distribuídas por quatro capítulos, o livro apresenta um vasto leque de casos reais do desporto nacional e internacional e destaca as profundas alterações que se tem operado nesta área na última década. As novas regras deste fascinante e complexo jogo são agora ditadas pelo triângulo fan, show e sponsor. O livro ajuda a perceber o modo como os dirigentes desportivos podem desenvolver fluxos e potenciar cada um destes elementos com vista a fazer do desporto um negócio ainda mais envolvente, espectacular e rentável.
Estabelecer uma imagem positiva da organização desportiva, captar a atenção dos patrocinadores, estimular a adesão de público aos recintos e maximizar os proveitos são algumas das metas a que o marketing desportivo se propõe a alcançar. O livro alerta para as particularidades da realidade desportiva e para a necessidade dos gestores adaptarem e desenvolverem novas práticas de marketing com vista a alcançar os objectivos traçados e a fazer face às dificuldades económicas. A obra dá especial enfoque às nuances que derivam da aplicação de técnicas de marketing a organizações desportivas profissionais, semi-profissionais e amadoras.

3-Pensando no futuro: o que está a escrever neste momento?
R- No futuro a ideia passa por continuar a escrever sobre esta área, mais especificamente sobre o comportamento dos fans desportivos.

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Daniel Sá/Carlos Sá
Sports Marketing
Edições IPAM, 19,95€

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Rita Curvelo | Marketing das Artes em Directo

1- De que trata este seu livro?
R- Marketing da cultura – como deverão o museu, o teatro, o cinema, a dança o património ser comunicados às pessoas.

2- De forma resumida, qual a principal ideia que espera conseguir transmitir aos seus leitores?
R- Qual o lugar que o marketing deve ocupar nas estratégias de investimento institucional e de comunicação externa das instituições e organizações que fazem cultura em Portugal.

3-Pensando no futuro, o que está a escrever neste momento?
R- Neste momento apenas programas de rádio; uma rubrica sobre artes e outra sobre moda.
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Rita Curvelo
O Marketing das Artes em Directo
Quimera Editores, 21€

domingo, 22 de junho de 2008

Manual para novos empresários


Um manual sintetizado com o essencial para a gestão de empresas. Útil para estudantes da área e para jovens empresários que pretendam dsenvolver os seus negócios de forma mais eficaz.
Organizado como um manual passo-a-passo, a obra explica tudo desde a constituição da empresa até à sua eventual dissolução passando pela gestão financeira, gestão de marketing, compras e gestão de stocks, recursos humanos, sistema de informação, etc.
Uma visão abrangente que permite, pelo menos, que se faça uma gestão mais informada. Não é uma obra muito aprofundada (nem o podia ser atendendo à sua dimensão) mas aborda os aspectos essenciais.
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Manuel Poirier Braz
Gestão para Empresários que Querem Crescer
Editorial Presença, 15€

Sobre o valor das competências


As transformações da economia e do mercad0 (a nível nacional e a nível global) provocaram, nos últimos anos, uma radical mudança na forma como as empresas a sua força de trabalho. Hoje, às empresas importa recrutar, cativar e desenvolver competências dos seus recursos humanos.
Destes espera-se mais do que a realização de tarefas. Busca-se, essenciamente, a capacidade de «enfrentar os imprevistos e as mudanças permanentes».
A autora tenta responder a uma questão nuclear (e raramente equacionada): «em que medida as reivindicações, por parte dos empregadores, relativamente a necessidades de competências, se traduzem na sua efectiva valorização»?
O campo de análise foi o sector bancário, considerando a autora os resultados como «surpreendentes» uma vez que, apesar de ser clara a valorização das competências enquanto necessidade das empresas, não existe uma verdadeira tradução dessa numa compensação salarial proporcional.
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Fátma Suleman
O Valor das Competências. Estudo Aplicado ao Sector Bancário
Livros Horizonte, 21,55€

Psicologia organizacional

Um verdadeiro manual de psicologia das organizações entendida como «a disciplina que procura analisar as relações que se estabelecem entre as pessoas e as organizações com as quais interagem em múltiplas situações da sua vida».
Os autores desenvolvem uma exaustiva e esclarecedora viagem por esta área temática: desde o conceito de organização até à cultura, passando pela estrutura, funcionamento, modelos, clima, entre outros.
Um livro que parte de uma abordagem académica mas não de uma forma redutora uma vez que pretende sempre estar em sintonia com a realidade organizacional vivenciada no dia a dia.
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Maria José Chambel/Luís Curral
Psicologia Organizacional. Da Estrutura à Cultura
Livros Horizonte, 21€

Falar é fácil...


Falar é fácil. Comunicar é (muito) difícil. E, no entanto, é uma das competências críticas para profissionais, gestores, professores, líderes de projectos, entre muitos outros.
Em qualquer organização humana, a comunicação é essencial. Os autores abordam o tema de forma muito directa e objectiva, com especial incidência no desempenho mais eficaz das chefias de equipas.
Saber ouvir, saber falar, saber conduzir uma conversa, respeitar o interlocutor, promover o consenso.
Tudo baseado nas suas experiências (pessoais e profissionais) e com exemplos práticos muito elucidativos.
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F. Schulz von Thun/J. Ruppel/R. Stratmann
Saber Comunicar, Saber Dialogar
Editorial Presença, 15€

domingo, 8 de junho de 2008

Retratos de liderança


Olhar os líderes e colher ensinamentos não apenas na área da gestão mas também em domínios tão importantes como visão, contributo para o bem estar geral, dinamização das equipas, entre outros.
O resultado é um conjunto de 25 histórias de outros tantos líderes de organizações mutip diferentes entre si mas que de comum têm a paixão pela gestão e a procura das formas pelas quais o seu negócio contribui para o bem estar da sociedade.
Neste livro encontramos as histórias de Xabier de Irala (Iberia) e José Maria Castellano (Inditex) entre outros. Pena só seja contempladas personalidades espanholas.
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Manuel Márquez Dorsch/Jorge Barbat Hernández
Retratos de Liderança. 25 Líderes Descrevem-lhe as Chaves para o Sucesso
Âmbar, 25€

Experimentar


Danny Meyer é um empresário de sucesso num mercado onde, nos EUA, 75% dos negócios falham: a restauração. Este livro conta-nos como faz e porque faz desde 1985, ano em que abriu o seu primeiro restaurante. O autor defende que um bom produto já não basta. É importante criar aos clientes experiências únicas e inesquecíveis.
O que é que Meyer gosta de ouvir os seus clientes dizer: «Adoro os vossos restaurantes e a comida é fantástica. Mas do que gosto mesmo é da vossa extraordinária maneira de ser».
Parece ser uma «receita» simples mas, como todas as boas ideias simples: dá trabalho, requer muito esforço, dedicação e foco em objectivos muito concretos.
Antes de montar uma empresa, leia este livro. Será um dos seus melhores investimentos.
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Danny Meyer
Negócios à Mesa
Lua de Papel, 18€

Genial


Há livros que, apesar de pequena dimensão (neste caso, 125 páginas) são ricos, densos e úteis.
Este é um deles: descontado o exagero de ambicionar transformar os seus leitores em génios, de facto esta é uma obra que qualquer gestor devia ler. Sobretudo aqueles que passam a vida a lamentar-se e a dizer que nada há a fazer.
Fox mostra como com inteligência e com uma atitude forte, com visão e atenção aos pormenores, é possível fazer o marketing funcionar a sério.
Um livro com um pouco mais de boas 50 sugestões para pensar e melhorar os negócios. Simples, objectivo, sensato, expedito. Numa palavra: genial.
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Jeffrey J. Fox
Para Ser um Génio do Marketing
Editorial Presença, 15€

Formação de Adultos


Uma guia útil para todos os que se dedicam à formação de adultos.
Um manual que aborda de forma transversal a função do animador de formação para adultos: preparação de actividades formativas e seu desenvolvimento, métodos pedagógicos, processos de aprendizagem, instrumentos e actividades, mecanismos de controlo e avaliação, entre muitas outras áreas.
Fruto de muitos anos de experiência, esta nova edição (revista e actualizada) é essencial para formadores.
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Paulo da Trindade Ferreira
Guia do Animador na Formação de Adultos
Editorial Presença. 15€

Fazer


Se o planeamento e a construção de projectos é fundamental na gestão de uma empresa, mais importante ainda se torna a capacidade de os pôr em prática, de os concretizar.
Nesta obra, reúne-se uma dupla perspectiva: a de gestor executivo (Larry Bossidy) e a de consultor (Ram Charan). Em jeito de diálogo, ambos procuram ilustrar com casos por si vivenciados êxitos e fracassos em processos de concretização de projectos.
Aqui explicitam as suas certezas e dúvidas, surpresas e confirmações. Um breve mas interessante manual do saber-fazer tendo por base inúmeros exemplos de empresas concretas.
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Larry Bossidy/Ram Charan
Fazer Acontecer. A Arte de Pôr em Prática as Ideias e Estratégias
Editorial Presença, 15€

Personagens da inovação


Tom Kelley afirma que este é um livro «sobre a inovação com rosto humano» e, de facto, as histórias e casos contados centram-se nos homens e mulheres que, em muitas organizações, procuram ser criativos e inovar.
A tese essencial da obra é a de que o desenvolvimento das práticas consistentes de de inovação numa organizção resulta de vários tipos de actores ou personagens (como lhes chama): os que aprendem (o antropólogo, o experimentador, o polinizador), os que organizam (o corredor de barreiras, o colaborador e o realizador) e os que constroem (o arquitecto de experiências, o cenógrafo, o prestador de cuidados e o contador de histórias).
No seu conjunto e trabalhando em equipa, estes 10 elementos são a base para que as organizações possam competir cada vez mais e melhor no mundo globalizado em que vivemos.
Apesar disso, o autor alerta ainda para os os advogados do diabo que, com a suas múltiplas (e nem sempre razoáveis...) objecções e dúvidas, assumem uma visão negativa e castradora da criatividade.
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Tom Kelley (e Jonathan Littman)
As Dez Faces da Inovação. O Poder da Criatividade e da Inovação na Empresa
Editorial Presença, 18€

Negociação, modo de usar

Negociar é uma realidade permanente, seja na vida profissional, seja na vida familiar ou social.
A Lua de Papel lançou dois excelentes manuais desta «arte» que, sendo autónomos, poder ser lidos de forma complementar uma vez que as abordagens são, de facto, relacionadas, tocando-se de forma enriquecedora.
Em Como Conduzir uma Negociação, é usado o Projecto negocial de Harvard e temos uma abordagem formal e bem estruturada das diversas técnicas para alcançar acordos mutuamente vantajosos. Em Como Usar as Emoções para Negociar é utilizada uma outra (importante mas nem sempre clara...) dimensão de qualquer processo negocial: as emoções.
Para ler com muita atenção antes de se voltar a sentar à mesa de negociações porque os conselhos, casos práticos e sugestões são muitos e muito úteis.
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Roger Fisher/William Ury/Bruce Patton
Como Conduzir uma Negociação
Lua de Papel, 14€
Roger Fisher/Daniel Shapiro
Como Usar as Emoções para Negociar
Lua de Papel, 14€

Avaliar pessoas


Primeiro facto fácil de constatar: qualquer avaliação de desempenho introduz factores de tensão e desconforto, seja apara os avaliados, seja para os avaliadores. Também por isso, utilizar uma metodologia eficaz e justa é da máxima importência.
O livro de António Caetano é um verdadeiro manual nesta difícl área. Tanto ao nível do conceito como ao nível das medidas concretas a tomar para que o processo se conclua com sucesso, reforçando a organização, desenvolvendo o potencial dos recursos humanos e potenciando o talento.
O autor explicita, ao longo do livro, uma visão abrangente destes processos e das suas múltiplas implicações. Um manual de referência que faltava em língua portuguesa.
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António Caetano
Avaliação de Desempenho. O Essencial que Avaliadores e Avaliados precisam de Saber
Livros Horizonte, 18€

domingo, 25 de maio de 2008

Em torno da avaliação


António Caetano apresenta um estudo sólido sobre um domínio em que, muitas vezes, são grandes as dúvidas: a avaliação dos resultados da formação e a sua efectiva transferência para a prática nas organizações.
Não sendo uma tarfea fácil, o autor dá um sério contributo com a análise de casos concretos que, com as devidas adaptações, podem tornar-se úteis noutras empresas.
E, sobretudo, dá uma resposta segura aos que consideram que ou não se pode medir ou, quando se mede, os dados não são fiáveis. Com tanto investimento feito em formação, é tempo de se começar, de forma séria e objectiva, começar a medir, começas a avaliar os resultados. E tomar decisões. Afinal, é do nosso futuro enquanto país competitivo que estamos a falar.
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António Caetano
Avaliação da Formação. Estudos em Organizações Portuguesas
Livros Horizonte, 13€