«- Frederico! Desce da árvore, já! Vamos brincar às escondidas.
- És tu a contar. - disse o Frederico.
- Eu vou-me esconder no sapato... - Está bem, vou contar até 10.
E então contou: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10...
Onde é que tu estás? - resmungou a Kika.
Agora estou-te a ver! - Não vale! Eu ia-me esconder agora!
- Vou para casa comer. Já volto. Depois vamos voltar a jogar às escondidas novamente.
Desta vez estás bem escondido! - resmungou a Kika. Como é que conseguiste entrar?»
Esta foi a história que a Vanda e a Sofia, de 7 anos, inventaram para o álbum sem texto Onde? (Leo Lionni, Kalandraka). A qualidade do álbum é inequívoca e as imagens, na sua simplicidade, são polissémicas, o que se pode comprovar pela visão criativa desta dupla familiar.
Em Sines a sessão de pais e filhos foi animada. As criações das equipas, a partir dos livros que apresentámos e escolheram, foi bastante original.
A Sónia e o seu filho Afonso, de cinco anos, reescreveram a história do álbum Avós (Kalandraka), que não conheciam, a partir das imagens. O resultado foi surpreendente.
«A avó estava a cozinhar e viu um senhor, e depois foi fazer um cachecol. Depois encontrou uma bola e foi lá para fora jogar com o senhor e os amigos dele.Voltaram para casa e a avó perguntou ao senhor se ele queria ser marido dela e ele disse: - Sim, quero! Quando chegou a casa viu o gato a brincar com a lã e disse: - Pára imediatamente Rogério! (nome inventado para o gato) Depois o marido foi tomar banho, molhou-se e ficou todo limpinho, foi para a cama e viu um extra-terrestre. Debaixo da mesa estava o Rogério com as unhas no chinelo da avó e ela disse: - Pára com isso, que me descoses os chinelos todos! Quando acordaram o marido foi à dispensa procurar qualquer coisa para o pequeno-almoço. A avó sentou-se no sofá e lembrou-se que tinha de ir comprar comida, mas sujou-se de baton. Quando veio das compras, pôs o creme que comprou na gaveta. No dia seguinte foi comprar um vestido e o marido foi morar para outra casa e ela começou a fazer tricot e guardou a lã na gaveta para o Rogério não mexer. Quando o marido chegou a casa, a avó queria vestir o vestido que tinha comprado e procurou, procurou e nada. Ela tinha um baile à noite e queria levar o vestido. Depois a avó disse adeus ao marido porque ia morar para outro país e ele deu-lhe um papelinho com o número de telefone para ela lhe telefonar sempre que quisesse.»
Na sessão de pais e filhos, todos, à vez, tentaram identificar os gostos dos seus pares. A Marta estava indecisa entre três álbuns... A mãe, por seu turno, aguardava na expectativa...
Como a secção infantil da Biblioteca Pública de Angra tem um acervo de grande qualidade, parte dos livros que utilizámos na sessão de pais e filhos pertencia ao seu fundo. O objectivo era precisamente familiarizar o público com as obras e, se possível, potenciar o seu regresso. Mesmo antes do final da sessão, a bibliotecária aproveitou o entusiasmo pelos livros e acrescentou ao conjunto por nós seleccionado outros livros que expôs numa mesa. Todas as famílias requisitaram um ou mais volumes, a pedido dos mais novos, ou por curiosidade dos mais velhos. Nesse momento ficou garantido que todos regressariam.
O pai João levou a Inês (5 anos) e o Martim (11 anos) à sessão conjunta. Não tinha podido estar presente na véspera, pelo que não assistiu aos diálogos nem sabia de antemão que tipo de actividades se iriam realizar. Foi por isso apanhado de surpresa ao ter de adivinhar as escolhas de cada um dos seus filhos. Sem combinarem, e apesar da diferença de idades, ambos escolheram o mesmo álbum. Perante tal constatação, o pai resolveu desafiar os filhos e, quando chegou a sua vez, escolheu em segredo o mesmo livro. Os filhos ficaram espantados e questionaram o pai, que respondeu, com toda a propriedade, que estava muito curioso em conhecer o livro, dado o interesse que despertava nos filhos.
Não foi por isso difícil escolher o álbum para encabeçar a lista dos cinco livros mais interessantes, entre os que estavam em cima das mesas. Como o Martim já conhecia o álbum, decidiram então continuar a narrativa um pouco mais, com cumplicidade e sentido de humor. O livro merecia-o: Quando a mãe grita...
Numa sala do Conto a transbordar de crianças e energia, houve surpresas e confirmações na hora das escolhas.
A Helena, mãe da Raquel, já tinha partilhado com o grupo, na sessão dos pais, a sua simpatia por álbuns sem texto, que constatava serem muito apreciados em casa, quer pela Raquel, com 6 anos como pela sua irmã mais nova.
No momento em que pode escolher entre a diversidade de livros que estavam em cima da mesa, a Raquel não hesitou e escolheu Onde está o bolo?. Não terá sido por acaso.
Os pais levaram muito a sério a ideia de que a escolha dos livros em família deve ser negociada. Reagiram muito bem ao desafio da lista dos livros que lhes propusemos que fizessem com os seus pequenos (alguns não tão pequenos assim!) na 2ª sessão. Na família da mãe Teresa, foi o António, com 12 anos, que foi obrigado a convencer os outros elementos de que o livro mais interessante aos seus olhos (O Capitão Cuecas e a malta do WC escarlate, Dav Pilkey, Gradiva) deveria ficar em primeiro lugar na lista. Já o pai José não conseguia convencer a Marta (de apenas 4 anos) do interesse do livro Ah! (Josse Goffin, Kalandraka). Ela só tinha olhos para Onde? (Leo Lionni, Kalandraka)! O mais engraçado é que eu própria já tinha tentado chamar-lhe a atenção para Ah! e ela não lhe tinha encontrado qualquer interesse. Não havia nada a fazer, os seus gostos estavam perfeitamente definidos. A partir da segunda escolha, já foi possível o diálogo. Com a família Costa, foi o filho mais velho, António, que cedeu a primazia da escolha ao irmão Pedro que estava apaixonado pelo Bebedor de Tinta (Éric Sanvoisin, Dinalivro). Foi bom de ver as conversações e os argumentos: os mais novos estavam empenhados em fazer valer a sua posição e os mais velhos defenderam os seus gostos, abandonando aquela postura de simples intermediário que não contribui em nada para a partilha afectiva da leitura.
Foi nas Lajes do Pico que tivemos, pela primeira vez, paridade entre homens e mulheres numa acção para pais! Aproveitámos a ocasião para reforçar a importância da presença de um elemento masculino no acto de leitura, de forma a que esta não fique associada a uma actividade exclusivamente feminina, aos olhos das crianças. Para além disso, se ambos os pais participarem no processo de escolha dos livros darão aos filhos mais do que uma perspectiva, não só do acto de contar e ler, como no que concerne as suas preferências.
Na 5ª feira passada, duas mães tentavam convencer as suas filhas (que rondariam os 4 anos) a escolherem um livro para levarem. Foi na Fnac do Chiado, pelas quatro da tarde. Apesar do espaço exíguo dedicado aos mais pequenos e da concorrência 'desleal' que alguns brinquedos fazem aos livros, as mães cumpriam pacientemente a sua função de mediadoras.
Apesar de comemorar diversas efemérides, inclusivamente a do Dia do Pai, tenho algumas dúvidas quanto ao trabalho que as escolas realizam a propósito de dias 'festivos'. Às vezes tenho a sensação de que os livros só servem para isso, que quase não há tempo para ler sem ser a propósito de qualquer coisa... De qualquer forma, e parecendo paradoxal, podem hoje as crianças oferecer livros especiais aos seus pais. É uma prenda envenenada, já que os pais terão de partilhar os livros com os seus rebentos... Por isso, torna-se ainda mais saborosa!
Quando estivemos na Horta, perguntaram-nos qual era o adulto mais indicado para ler aos filhos, a mãe ou o pai. Na altura respondemos que qualquer um dos dois, e até que seria importante que ambos o fizessem, porque este era o tipo de tarefa que um não fará necessariamente melhor que o outro. Pelo contrário, a criança ganha se forem os dois pais a ler-lhe, porque cada um tem as suas preferências, a sua expressividade, desenvolvendo uma empatia particular com a criança. Hoje, ao ler uma súmula do livro de Ema Walton Hamilton, "Raising bookworms: Getting Children Reading for Pleasure and Empowerment", via alcameh, fui alertada para um outro aspecto que aumenta a necessidade da presença do pai em actividades de leitura. Diz o relatório que a maioria das educadoras e professoras do 1º ciclo são mulheres, pelo que as crianças, principalmente os rapazes, precisam de um modelo masculino positivo, que prepasse o prazer da leitura da mesma forma que as mulheres o fazem. Neste caso, o pai representa a universalidade do prazer de ler. Sem qualquer influência positiva de um ente masculino próximo, a criança poderá associar a leitura à mulher, desvirtuando a sua transversalidade. No site da Beech Tree Books, editora do livro, podemos encontrar, para além deste pdf intitulado "Five keys to getting - and keeping - kids reading", outro com vinte e cinco razões para ler, todos eles retirados da obra da autora.
A escolha dos livros para a escrita de uma história foi surpreendentemente fácil, porque todos os pares optaram por obras diferentes.
Aqui fica uma recriação do livro Agora não, Duarte! (David McKee, Caminho), a partir das ilustrações. «Era uma vez um monstro roxo que gostava muito de palhaçada. Um dia esse monstro fez uma palhaçada para o Gustavo. O Gustavo ficou zangado. O Gustavo chamou a sua mãe e a mãe zangou-se com o monstro. Afinal o monstro não era mau e ficaram os três muito amigos.» Sandra e Rosa
Ao livro Um pesadelo no meu armário (Mercer Mayer, Kalandraka), foi-lhe acrescentado um novo final, porque o par já conhecia a história do livro que escolheu.
«O João achou que afinal os pesadelos não eram horríveis, mas sim bons. Por essa razão, todos os dias quando acabava as aulas ia para casa acrescentar a sua cama com paus de madeira. Quando acabava ia abrir a porta para entrar mais um pesadelo. Até que um dia, ao abrir a porta do armário não encontrou pesadelos. Nessa altura, o João olhou para o quarto e viu que já não havia espaço para mais pesadelos. Os pesadelos eram todos amigos do João e amigos uns dos outros.» Catarina e Francisco
De regresso às Ilhas, desta vez foi na Horta, Faial, que se realizou mais uma acção para pais e filhos. A primeira sessão contou com dez mães bastante empenhadas em motivar os seus filhos para a leitura. Na sua maioria, todas se consideravam leitoras. Uma delas, pelo contrário, participava na acção porque não gostava de contar histórias e tinha pena, pois não sabia como estimular o interesse da filha pelos livros. Estava com um ar mais apoquentado do que as restantes, cujas principais motivações era conhecerem mais livros e adequarem a leitura às idades das crianças. Mas o desafio para um não leitor é maior. Ou talvez nem tanto. Porque é muito mais fácil interessarmo-nos por algo que sempre esteve presente nas nossas vidas, do que por algo que nos é estranho. Na sessão conjunta, as mães contribuiram decisivamente para o bom ambiente do grupo. Foi impossível conter o riso em diversos momentos, com os comentários dos mais pequenos, os os palpites errados de mães e filhos.
Um dos participantes na Comunidade de Jovens Leitores em Montemor-o-Novo confidenciou-nos que os pais não lhe compram livros porque acham que ler é uma perda de tempo. Apesar de ter alguns livros em casa, a leitura não é incentivada. No ano passado, com 14 anos, descobriu e devorou, na Comunidade, todos os volumes do Diário Secreto de Adrian Mole (Sue Townsend, Difel). Ainda leu o Diário de um Louco (Ted Nancy, Gradiva) e nas férias, sedento de livros, e depois de ter relido, à falta de melhor, as aventuras do Bando dos Quatro, requisitou na Biblioteca Municipal o Artemis Fawls, de que gostou muito. Chegou até a tentar comprar os volumes seguintes na livraria, mas estavam esgotados. Este ano, para além do juvenil Sam e a maldição de sangue (Thomas Bloor, Europa-América), já leu A Metamorfose e a Carta ao Pai, de Franz Kafka (Relógio d'Água). Ganhou-se um leitor.
«O Mediatus costuma fazer uma visita à menina Inês. Entra de mansinho no seu quarto, todo catita e faz bu!, bu!, bu! Ele é muito gordo, a sua cara bolachuda, os seus dentes são muito afiados e os seus olhos muito abertos, enfim, muito assustador. Um dia, Inês, numa das suas muitas visitas, fez-lhe uma partida, com a sua pistola de água, (ah, ah, ah!) desfez o Mediatus. Então ela nunca mais teve medo do monstro do medo, do Sr. Mediatus.»
Esta história foi criada pela Júlia e Inês Palmeira (de seis anos) na sessão para pais e filhos da Arte da Leitura de Pais para Filhos, em Mirandela, a partir da observação do livro Guia Familiar para os Monstros lá de Casa II (Stanislav Marijanovic, Dinalivro).
A acção foi surpreendente. A experiência de acções passadas permitiu-nos prever tendências, e presumir certezas onde não as há... As grandes revelações, desta vez, brindaram-nos a nós. Devíamos ter percebido, logo na 6ª feira, que algo de diferente se passava. Das nove participantes, uma era a Bibliotecária, e outra a professora responsável pela Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas de Vila Velha. Significa que a maioria das participantes estavam lá na sua condição de mães, o que é raro acontecer. Foi também reconfortante constatarmos que Graça Batista tem a sensibilidade necessária para divulgar as iniciativas da Biblioteca pessoalmente, conversando com as pessoas, convidando-as e incentivando-as a participar. Foram as próprias mães quem no-lo disseram, depois da própria Graça já ter partilhado a estratégia connosco. Outro aspecto a destacar foi a forma descontraída como resolveu todas as contrariedades apresentadas pelas mães, relativamente à sua disponibilidade. No dia seguinte, para além das mães que já conheciamos da véspera, apareceu mais uma mãe, com o seu filhote, cujo contributo foi bastante positivo para o bom ambiente e participação espontânea das outras crianças. Começámos, como sempre, por convidar as crianças a escolher um de dois livros para ser lido em voz alta. A escolha foi inédita: venceu Donde vem a Pimenta? As mães riram-se perante a nossa surpresa. Tinhamos-lhes confidenciado que certamente seria É tão injusto! o primeiro livro a ser lido, como sempre acontecera. Mais, praticamente lhes assegurei que as crianças mais velhas escolheriam Donde vem a Pimenta?, e sairiam vencidas. Mas João, de dez anos, votou vencido no É tão injusto! A leitura dos livros por ordem oposta não influenciou negativamente a sessão, mas serviu para voltarmos a tomar consciência de que, quando trabalhamos com pessoas, não há certezas absolutas e as estratégias não funcionam sempre da mesma forma. Quando elaboraram a lista final (cada par escolheu cinco livros) dos livros que mais gostariam de ler, os pares optaram por obras diferentes, havendo apenas dois livros que se repetiram: Os miúdos do piolho/Os piolhos do miúdo e O sonhador. Também não é normal, mas quando as mães e tias (havia três com as sobrinhas) desabafaram que as negociações foram árduas, constatámos que a mensagem de 6ª feira tinha passado: as adultas não deram descanso aos mais pequenos. A terminar lemoso É tão injusto!...
O direito à greve é inalienável. As razões dos professores, mais ou menos claras para a opinião pública, têm-nos mobilizado de forma tão veemente que é impossível passarem despercebidas. Assim, é de estranhar que os pais não estivessem ao corrente que hoje haveria greve de professores. Se estão ou não de acordo com as suas motivações, é uma outra questão. O que não pode, no entanto, ser escamoteado é que os pais são, em primeiro lugar, os responsáveis pelos seus filhos. Por isso, caber-lhes-ia ter antecipado a possibilidade de não haver aulas e em consequência encontrar soluções. É absolutamente extraordinário ouvir, como aconteceu num jornal da tarde, um pai afirmar que as crianças deviam ficar na escola, mesmo sem aulas, porque os funcionários não estão em greve e as cantinas podem funcionar. Imagino que nunca tenha pisado um pátio num intervalo, para ter uma pequena ideia do que seria cerca de 200, 300, 500 crianças espalhadas pelo espaço da escola, sob a vigilância de meia dúzia de funcionários. Gostava igualmente que esse pai me esclarecesse se é a favor ou contra as aulas de substituição, porque afinal não há problema se as crianças ficarem livres e soltas durante uma manhã ou um dia inteiro. Imagino, contudo, que se algo acontecesse ao seu filho, este pai extremoso se queixasse imediatamente da incapacidade dos presentes. Para mim, que vou às escolas e constato nas crianças comportamentos desregrados, egocêntricos, carentes (e refiro-me a crianças do 1º ciclo), choca-me ver tantos pais tão pouco conscientes do péssimo trabalho que fazem em casa, queixando-se constantemente dos professores. A falta de atenção e educação não se vê apenas nas escolas, vê-se em locais públicos onde as crianças gritam, fazem chantagem, ou os adultos frequentemente as ignoram ou gritam com elas. Verificamos, nas nossas acções para pais e filhos, que a participação é ainda escassa. Em sessões onde poderiam participar vinte pais ficamos contentes se temos dez presentes. E é quase certo que só participam mães, é raríssimo contarmos com os pais. Ainda mais, é frequente que entre as mães se contem professoras e auxiliares educativas. Onde estão todos os outros? Para que o sistema educativo funcione, é fundamental que os pais aprendam a educar os seus filhos, para que os professores se centrem apenas na psicologia da sala de aula e não no acompanhamento das fragilidades afectivas e familiares de cada criança. É certo que os pais não são todos assim. Há uma grande vontade, por parte de alguns, de darem aos filhos os alicerces para crescerem saudáveis, responsáveis e felizes. Mas o percurso é longo. Só pais preparados podem ser pais críticos. E todos precisamos de pais responsáveis que contribuam para a tão apregoada melhoria do sistema educativo.
Começou em Outubro uma campanha de sensibilização junto dos pais de bébes do Concelho de Sintra. Na agenda cultural é explicado o processo e a intenção da iniciativa: «Bebé Leitor de Sintra Arranca em Outubro, nas Bibliotecas Municipais de Sintra, o projecto de leitura para bebés que pretende ser um contacto precoce com o livro, criarestímulos junto dos pais para a partilha de livros com os seus filhos e envolve-los directamente no processo de socialização da leitura.Esta campanha que pretende ainda ser uma forma da autarquia dar as boas vindas aos seus potenciais e futuros leitores. Será distribuído, em todos Centros de Saúde do Concelho de Sintra a bebés que efectuem o “Diagnóstico Precoce”, um livro e “voucher” que convida os pais a visitarem as Bibliotecas Municipais e a fazerem do seu filho um “Bebé Leitor de Sintra”. Este “voucher” permite que os bebés se inscrevam como leitores e que participem nas actividades promovidas pelas Bibliotecas Municipais.» No site Sintravox, acrescenta-se que «O voucher é carimbado logo que os pais e bebés se inscrevam como leitores e cada vez que participem nas actividades. Quando estiver completo dá direito a um brinde de fidelidade para o “Bebé Leitor de Sintra”.»