domingo, 6 de maio de 2007

JULIO VERNE - MIGUEL STROGOFF - 2 VOLUMES - 06/05/2007



Júlio Verne - Miguel Strogoff - Vol. I e II

Literatura Estrangeira - Romance



Para Cumprir sua Missao, Miguel Strogoff Precisava Percorrer 5.500 km Entre as Tropas Inimigas. Miguel Strogoff é o Protótipo do Herói Perfeito. Forte e Determinado ele Vence Todos os Obstáculos.


JULIO VERNE - DOIS ANOS DE FÉRIAS - 2 VOLUMES - 06/05/2007



Júlio Verne - Dois Anos de Férias - Vol. I - A Escuna Perdida


Júlio Verne - Dois Anos de Férias - Vol. II- A Colonia Infantil



Um tropinha de garotos de 8 a 14 anos, alunos de uma escola da Nova Zelandia, resolvem dar um passeio curto de barco. Em decorrência de sua imprudência, o barco ganha o alto mar, enfrenta uma forte tempestade e vai parar numa ilha deserta : as ´longas férias´ começam. Sozinhos na ilha, os garotos lutam para sobreviver : eles caçam, pescam, inventam armadilhas, plantam, etc... Num dia, uns foras-da-lei se aproximam da ilha. Uma batalha acirrada começa então : crinças contra homens sem fé ou leis.

JULIO VERNE - A CASA A VAPOR - 2 VOLUMES - 06/05/2007



Júlio Verne - A Casa a Vapor - Vol. I - A Chama Errante
Júlio Verne - A Casa a Vapor - Vol. II - A Ressuscitada

Literatura Estrangeira - Romance

versão doc, pdf e txt

Neste livro Julio Verne faz um bom resumo das revoltas indianas contra a dominação inglesa, sobretudo a rebelião dos spahis em 1857.

Neste dia...



esta é a prenda para a minha mãe!

sábado, 5 de maio de 2007

Elisabeth Badinter - Um Amor Conquistado: O Mito do Amor Materno


Elisabeth Badinter - Um Amor Conquistado: O Mito do Amor Materno



Será o amor materno um instinto, uma tendência feminina inata, ou depende, em grande parte, de um comportamento social, variável de acordo com a época e os costumes? É essa a pergunta que Elisabeth Badinter procura responder neste livro, desenvolvendo para isso uma extensa pesquisa histórica, lúcida e desapaixonada, da qual resulta a convicção de que o instinto materno é um mito, não havendo uma conduta materna universal e necessária.

Ao contrário, a autora constata a extrema variabilidade desse sentimento, segundo a cultura, as ambições ou as frustrações da mãe. Não pode então fugir à conclusão de que o amor materno é apenas um sentimento humano como outro qualquer e como tal incerto, frágil e imperfeito. Pode existir ou não, pode aparecer e desaparecer, mostrar-se forte ou frágil, preferir um filho ou ser de todos. Contrariando a crença generalizada em nossos dias, ele não está profundamente inscrito na natureza feminina. Observando-se a evolução das atitudes maternas, verifica-se que o interesse e a dedicação à criança não existiram em todas as épocas e em todos os meios sociais. As diferentes maneiras de expressar o amor vão do mais ao menos, passando pelo nada, ou quase nada.

O amor materno não constitui um sentimento inerente à condição de mulher, ele não é um determinismo, mas algo que se adquire. Tal como o vemos hoje, é produto da evolução social desde princípios do século XIX, já que, como o exame dos dados históricos mostra, nos séculos XVII e XVIII o próprio conceito do amor da mãe aos filhos era outro: as crianças eram normalmente entregues, desde tenra idade, às amas, para que as criassem, e só voltavam ao lar depois dos cinco anos. Dessa maneira, como todos os sentimentos humanos, ele varia de acordo com as flutuações sócioeconômicas da história.

São essas as conclusões a que chega Elisabeth Badinter neste seu controvertido estudo, que vendeu, quando de seu lançamento na França, mais de meio milhão de exemplares.

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Acção de sensibilização para pais na Ericeira

Amanhã estarei pelas 15h30 na Biblioteca da Ericeira com um grupo de pais a discutir estratégias de mediação para porem em prática com os seus filhos. Falaremos das suas experiências de leitores, das suas memórias, e das ideias que cada um terá acerca da leitura.
Finalmente, se ainda tivermos tempo, escolheremos alguns livros para eventuais actividades de leitura a par que os pais poderão desenvolver em casa.
Amanhã darei notícias...

Monteiro Lobato - A Chave do Tamanho

Monteiro Lobato - A Chave do Tamanho - Ilustrado

Literatura Infanto-Juvenil

Sinopse:

Dona Benta andava arrasada com os horrores da guerra, chegava mesmo a ter vontade de morrer. Aquela tristeza enchia de sombras o Sítio do Picapau, outrora tão alegre e feliz. E foi justamente essa tristeza que levou Emília a planejar e realizar a mais tremenda aventura que até hoje já ocorreu no mundo. Querendo acabar com a guerra, por um triz a boneca não acabou com a humanidade inteira.