segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Ler entre linhas no Público
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Novidades da Planeta Tangerina


quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Boas notícias da Assirinha


terça-feira, 29 de setembro de 2009
Livros manuseados na Assírio e Alvim
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
O fundo da Biblioteca Pública de Angra
Um dos principais critérios de aquisição tem como base os livros sugeridos pela Casa da Leitura, que conta com uma prateleira onde se destacam álbuns e o site do projecto. Os álbuns da Kalandraka abundam, o que é sempre bom sinal. Mas também encontramos álbuns do Planeta Tangerina. Os da Bruaá estão a chegar. Títulos da Caminho, Gatafunho, Presença, Terramar, Horizonte ou Gailivro também constam dos escaparates. As Horas do Conto têm direito a uma estante recheada de livros de qualidade. Vale a pena dizer que recomeçam em Outubro, aos sábados à tarde, para toda a família.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Regresso às aulas

Para começar, deixamos os links para as propostas de actividades de leitura da Bruáa e da Planeta Tangerina. É um desafio para todos os que consideram os seus álbuns menos acessíveis ou menos adequados a determinadas idades. Pela mão dos próprios editores, os seus sites disponibilizam ideias, links e até produtos realizados por crianças em anos transactos. Não há desculpas para não tentar!
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Andar por aí V
segunda-feira, 2 de março de 2009
Cristina Valadas e uma descoberta não muito nova

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Coisas boas na Kalandraka...
Leo Leoni está de volta assim como Anthony Browne. Na colecção Clássicos Contemporâneos, que faz juz aos autores, estes dois pesos pesados da literatura para crianças voltam a ter livros editados em português,
para bem de todos. As sinopses prometem, como sempre, abordar os sonhos, os afectos e as diferenças com a sensibilidade e a voz própria de cada um. De notar que em ambos os casos, texto e ilustração ficam a cargo dos autores.
Já na colecção Obra de Autor, reencontramos a ilustradora Rosa Osuna, cujo traço é imediatamente reconhecível para quem já se tenha deliciado com Avós. Desta vez, trata-se de Um presente diferente, e a avaliar pela capa, estas personagens tenderão mais para o cómico que o avô Manuel e a avó Manuela, naquela tarde em que mostraram que não há razão para que a velhice não seja bela.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Em visita... à Media Vaca

Depois dos doces e da agitação natalícia, recomenda-se uma visita degustativa ao site da editora catalã Media Vaca.
A começar pelo texto de Vicente Ferrer (que esteve presente na última Conferência sobre Literatura Infantil organizada pela Fundação C. Gulbenkian) sobre os livros para crianças, onde o editor clarifica a sua posição acerca de categorias, características e funções associadas a este tipo de edição, tendo em conta o público a quem se destina.
Podem igualmente aguçar-se apetites a partir do texto de Rita Pimenta, a propósito da comunicação de Ferrer na
dita conferência.Mas o mais importante é conhecer os belos álbuns que a editora cria anualmente, desde há dez anos, para todos os leitores, todos mesmo.
domingo, 21 de setembro de 2008
Leya, Porto Editora e Apel: onde param os manuais escolares?
Por ordem:
1º post - 28 de Agosto
2º post - 10 de Setembro
3º post - 11 de Setembro
4º, 5º e 6º posts - 18 de Setembro
Vale muito a pena!
Leya e os manuais escolares
As notícias são diversas e todas contam com testemunhos de livreiros, por todo o país.
A título de exemplo, ficam algumas:
http://noticias.sapo.pt/info/artigo/887895.html
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1015206
http://dn.sapo.pt/2008/09/19/sociedade/livreiros_irritados_atrasos_editoras.html
A má distribuição não é de agora. Muitos livros editados pelas editoras do grupo não chegam a todas as livrarias, principalmente as mais pequenas. Só que este problema não tem a mesma visibilidade que a falta de manuais nas secretárias dos alunos, que afecta toda a classe docente-discente, bem como as respectivas famílias.
Veja-se, a esse respeito, a expressão da revolta de alguns professores no site Sala de Professores.
De estranhar é que a Leya se comprometa a distribuir a sua nova colecção de bolso por inúmeros postos de venda, alguns menos comuns («São também fáceis de comprar. Porque vão estar em toda a parte: nas livrarias, nos supermercados, nos aeroportos e nas estações de caminho de ferro.», no blog da bisleya), quando não conseguem assegurar a distribuição de livros num sector em que algumas das suas editoras eram especialistas.
sábado, 20 de setembro de 2008
Uma leitura para o fim-de-semana
Artigo, livro e editora são respostas paradigmática à pergunta 'O que é um bom livro?', que tantos pais fazem quotidianamente. A sua seriedade contraria veementemente a ideia de que um livro tem de distrair e ser engraçado. Um livro não pode ser resumido a uma função. Tem de ser um lugar mágico, um encontro singular, uma experiência e um regresso. Tem de ser arte. Sara Reis da Silva demonstra igualmente que escrever sobre álbuns ou literatura para a infância não é coisa ligeira, que qualquer jornalista faz. É preciso dominar conceitos literários, é preciso conhecer o cânone, é preciso ser especialista. Isso não significa escrever de forma encriptada ou académica. Significa, isso sim, que os livros não se reduzem a funções pseudo-psicológicas ou pedagógicas e são, acima de tudo, objectos simbólicos e narrativos complexos e com diversos níveis de sentido.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
O mistério por trás da espera...


Já sabíamos que a aposta inicial da Bruaá seria em álbuns de autores e ilustradores estrangeiros. Imaginávamos que os critérios fossem bastante rigorosos, não fosse o seu primeiro livro, A árvore generosa um clássico de 1964 que nunca tinha chegado a Portugal.
Mas a grande revelação surgiu quando folheámos virtualmente as primeiras páginas do novo livro, no site. De repente, estava ali aquele livro que a Dora Batalim nos tinha lido, ainda por traduzir, com aquela voz doce e lenta, que avivava ainda mais as sensações diversas associadas a cada espera.
O livro é fascinante na sua simples profundidade, comunicando directamente com um lugar sensível sem que tenhamos espaço ou tempo para mediar o diálogo. Na sua beleza quase minimalista conta-se a história de toda uma vida, sem contemplações ou explicações. Tudo por um longo fio (Será de lã? Será de linha?) que une as páginas do álbum como une os fragmentos da biografia através da espera. A polissemia da palavra presta-se a que a enumeração ganhe direcções várias e que a linearidade do fio, que terá um fim e um princípio, mas se pode atar tornando-o infinito e circular, seja um espelho do tempo como o vemos e não uma realidade objectiva.
Há uma emoção tão genuína nesta história que a descrição falha sempre. Até porque um livro assim pede silêncio, o silêncio de quem é arrebatado por algo que está para além das palavras.
Um dos álbuns mais belos que já vi.
Muito obrigada!
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Apresentação de três novos livros do Planeta Tangerina
É já hoje, pelas 18.30 Horas, no Café Sargo que tem lugar a sessão de apresentação das mais recentes pérolas do Planeta Tangerina. Coração de Mãe, O Meu Vizinho é um Cão e O Mundo num Segundo serão apresentados à beira mar ali para os lados da Praia da Parede. Nós contamos lá estar e ver com olhos de ver os novos livrinhos que aí estão!
segunda-feira, 24 de março de 2008
terça-feira, 18 de março de 2008
Livros no Dia da Poesia
Das versões de Herberto Helder, à poesia russa, passando pela poesia americana, francesa, celta, italiana, alemã e espanhola.
No dia 21, em que se comemora o Dia Mundial da Poesia, a cadeia de livrarias oferece ainda Orla marítima e outros poemas, de Rui Belo, na compra de um dos packs.
O Jazz Segundo Villas-Boas
A propósito da comemoração dos 60 anos do Hot Clube de Portugal, destacamos um livro editado pela Assírio & Alvim. Uma obra que reúne uma série de testemunhos e de exemplos que demonstram a importância de Villas-Boas (em casa de quem funcionou a primeira sede do Hot) para a história do Jazz em Portugal. É caso para desejar também os parabéns a uma instituição que tem formado gerações de músicos em Portugal e que semanalmente recebe amantes, alunos e intérpretes do Jazz num espaço único em Lisboa. Vale a pena uma visita à Praça da Alegria!Aqui ficam alguns dos testemunhos incluídos no livro:
Bernardo Moreira — O Villas-Boas era o jazz em Portugal. Tudo o que existe hoje foi ele que fez. Se não fosse ele, ainda estaríamos na pré-história do jazz.
Bernardo Sassetti — Foi uma pessoa que sempre me acompanhou e tinha um carisma especial e uma vontade de estar com os músicos e partilhar connosco as suas aventuras. Foi um pioneiro do jazz em Portugal. Uma força da natureza a contar histórias. Isso aproximou-me muito do mundo do jazz, numa altura em que eu tinha 16, 17, 18 anos.
Duarte Mendonça — Trabalhei com ele durante 15 anos, entre 1974 e 1988, no Cascais Jazz. Conheci-o na década de 1950, através do Gérard Castello-Lopes, um dos fundadores do Hot Clube. Foi ele que trouxe o jazz para Portugal. Foi ele que fez o primeiro programa de rádio sobre jazz, com o Artur Agostinho.
Maria João — Luís Villas-Boas era a pessoa mais importante do jazz em Portugal. Tinha um grande amor por aquela música, sem intuitos lucrativos. A mim ajudou-me com o seu entusiasmo e sempre me tratou muito bem. Acreditou em mim e deu-me trabalho, e assim pude dedicar-me inteiramente à música que eu amava.
Mário Laginha — Foi o mais importante impulsionador do jazz em Portugal, numa época em que era muito mais difícil fazê-lo. Eu era pequeno e ainda não pensava em ser músico, já ele se dedicava ao jazz de forma desinteressada e apaixonada. O Cascais Jazz ficará para a história da música em Portugal como o único pulmão de uma música que era quase um sinal de liberdade.
quinta-feira, 6 de março de 2008
Proposta para o fim-de-semana

uma mão cheia de livros
FEIRA DE LIVROS MANUSEADOS
Rua Garrett, nº 72
8 a 16 de Março
A BI, Biblioteca de editores Independentes, evoluiu. Longe vai o tempo em que a sigla BI era apenas uma colecção de livros de bolso. Hoje, BI significa muito mais do que algumas dezenas de volumes disponíveis nas melhores livrarias do país. BI é uma força editorial, constituída pela Assírio & Alvim, Relógio D’Água e Livros Cotovia, que começa, a partir de agora, a ser responsável pela criação de iniciativas pensadas para aqueles que não sabem viver sem livros. E é por isto que, com o apoio da Abraço, vai organizar uma feira de livros manuseados no Chiado.
De 8 a 16 de Março, venha à Rua Garrett e leve uma mão cheia de livros destas três editoras, a partir de 1 euro.
Horário de funcionamento
8 de Março, Sábado – das 11h às 22h
9 de Março, Domingo – das 11h às 18h
10 de Março, Segunda - das 11h às 20h
11 de Março, Terça – das 11h às 20h
12 de Março, Quarta – das 11h às 20h
13 de Março, Quinta – das 11h às 20h
14 de Março, Sexta – das 11h às 22h
15 de Março, Sábado – das 11h às 22h
16 de Março, Domingo – das 11h às 18h



