TRECHO:
Este pequeno tratado sobre a simbologia dos sonhos é de muita importância para os estudantes esoteristas e para toda a pessoa que deseje saber que lhe dizem os sonhos do ponto de vista oculto, tal como desde remotos tempos se decifram.
A primeira parte corresponde aos sonhos em geral e a segunda parte ao que nos indicam os números em especial.
Há muito mais a saber dos sonhos depois do que nesta publicação se dá a conhecer. O mesmo sucede com os números, ainda que a orientação dada aqui é considerável, pois corresponde ao básico para quem se inicia na ciência numérica chamada Kabála.
O mundo dos sonhos corresponde ao esotericamente chamado mundo astral ou dos mortos e vivos. Este estado é regido por cinco dimensões (dimensão é medida), duas mais das que nos regem aos humanos no mundo físico. Lá não existe a lei de gravidade, pois saltamos e nós ficamos levitados, podemos voar, etc. Se lhe chama mundo dos mortos e vivos, pois quando o corpo físico morre, a alma se traslada à região dos sonhos e quando os vivos sonham a alma sai do corpo físico também para realizar sua transladação ao mundo dos sonhos. Lá nós vemos os vivos e os mortos. Quem o duvide lhe preguntamos: ¿porque nos vemos nos sonhos com os que morreram?
O esotérico é o oculto, o oculto em nós mesmos, pois em nós mesmos encontramos a resposta a toda a incógnita existente uma vez que nos vamos conhecendo. Por isso está aquilo de: "Homem, conhece-te a ti mesmo e conhecerás o Universo e os Deuses".
Todo o interessado em se descobrir a si mesmo, se de verdade mantém seu interesse, busca e Investiga, encontrará a resposta do que deseja.
M.A.M.
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sábado, 9 de maio de 2009
domingo, 1 de junho de 2008
Técnicas para sair do corpo
EXERCÍCIOS PRELIMINARES
Um fato óbvio: a única maneira possível de um indivíduo analisar a verdade do segundo corpo e a existência dentro dele é pela experiência própria.
Logicamente, se isso fosse incumbência fácil, seria hoje lugar-comum. Desconfio que somente uma curiosidade inata permitirá às pessoas vencerem os obstáculos no caminho dessa
conquista. Conquanto existam muitos casos de existência sofridos à parte do corpo físico, eles têm sido, em sua maioria, pelo menos no mundo ocidental, de natureza espontânea e antiga, ocorrendo nos momentos de tensão ou incapacidade física.
Estamos falando de coisa inteiramente diferente, que pode ser investigada objetivamente. O experimentador desejará proceder de maneira a produzir resultados consistentes; talvez não o tempo todo, mas com freqüência bastante para comprovar os indícios, para sua própria satisfação. Acredito que todo mundo pode sentir a existência num segundo corpo, se o desejo for grande ó bastante. Se todo mundo deveria fazê-lo está além da essência do meu julgamento.
As provas me têm levado a crer que a maior parte, senão todos, dos seres humanos abandona seus corpos físicos, de várias formas, durante o sono. Leitura subsequente confirma que essa concepção tem milhares de anos de idade na história do homem. Se ela é uma premissa válida, então o estado em si não é antinatural. Por outro lado, parece que a prática consciente, voluntária, da separação do físico é contrária do padrão, em face dos limitados dados disponíveis.
Efeitos físicos maléficos derivados de tal atividade são indefinidos. Não verifiquei (nem médico nenhum) quaisquer mudanças fisiológicas, boas ou ruins, que possam ser atribuídas diretamente à experiência fora-do-corpo.
Houve, sim, diversas transformações psicológicas que confirmo, e provavelmente muitas mais de que não fiquei a par. No entanto, mesmo meus amigos da profissão psiquiátrica não afirmaram que elas têm sido prejudiciais. Minha revisão gradativa dos conceitos e crenças básicos é visível, em certas atitudes, no decorrer desta obra. Se tais mudanças psicológicas e de personalidade são realmente nocivas, atualmente não há muito que se possa fazer a respeito.
Recomenda-se cautela àqueles interessados em experimentar pois, uma vez aberta, a porta para essa experiência não pode ser fechada. Ou mais exatamente: é o caso típico de "você não pode viver com isso, e você não pode viver sem isso". A atividade e resultante conscientização mostram-se bastante incompatíveis com a ciência, religião e outros aspectos da sociedade em que vivemos. A História está semeada de mártires cujo crime único foi o não conformismo. Quando seus objetivo, e pesquisa se tornam conhecidos por todos, você corre o risco de ser rotulado de louco, charlatão ou pior, e de cair no ostracismo. A despeito disso, alguma coisa extremamente vital estaria faltando se não se continuasse a explorar e investigar. Nos incontáveis períodos de "baixa", quando não consegue produzir os fenômenos, não importa quão cuidadosamente tente, você percebe isso profundamente. Tem forte sensação de estar sendo deixado por fora das coisas, do encerramento de uma fonte de grande significado para a vida.
Eis a melhor descrição escrita que posso oferecer da técnica da elaboração da experiência não física.
A BARREIRA DO MEDO
Existe um imenso obstáculo à investigação do segundo corpo e do meio-ambiente no qual ele opera. Talvez seja o único obstáculo significativo. Está presente em todas as pessoas, sem exceção. Pode estar escondido por camadas de inibição e condicionamento, mas quando elas são arrancadas, o obstáculo permanece. É a barreira do medo cego, irracional. Ao receber simplesmente pequenos ímpetos, transforma-se em pânico, e depois em terror. Se você ultrapassa conscientemente a barreira do medo, terá vencido um marco importante na sua investigação.
Estou razoavelmente seguro de que essa barreira é ultrapassada inconscientemente por muitos de nós toda noite. Quando essa parte de nós além da consciência tem o domínio das coisas, ela
não é inibida pelo medo, embora pareça sofrer influência do pensamento e ação da mente consciente. Parece estar acostumada a operar além da barreira do temor, e compreende melhor as normas de existência desse outro mundo. Quando a mente consciente se aquieta para dormir, essa supermente ama?) assume o controle.
O processo investigador relativo ao segundo corpo e seu meio-ambiente parece ser fusão ou mistura do consciente com essa supermente. Se isso é verdade, a barreira do medo é superada.
Tal barreira é multifacetada. O mais temerário dentre nós acredita que ela não existe até, muito para nossa surpresa, a encontrarmos dentro de nós mesmos. Primeiro e principalmente há medo da morte. Devido à separação do corpo físico ser muito parecida com o que se encara como morte, são automáticas as reações imediatas à experiência. Você pensa: "volte pro físico, depressa! Você está morrendo! A vida é lá no físico! Volte rápido!"
Tais reações aparecem, a despeito de qualquer treinamento intelectual ou emocional. Somente ap6s repetir o processo dezoito ou vinte vezes é que finalmente reuni coragem suficiente (e curiosidade) para permanecer fora mais que alguns segundos, para observar objetivamente. O medo da morte foi limitado, ou amenizado, por me ser familiar. Outros que têm praticado essa
técnica interrompem tudo após a primeira ou segunda experiência, incapazes de suprimir o primeiro aspecto da barreira.
O segundo aspecto dela também é ligado ao medo da morte: será que conseguirei retornar ao físico ou voltar para "dentro dele sem diretrizes ou instruções específicas isso persistiu como meu primeiro medo durante vários anos, até que descobri uma resposta simples que fez a coisa funcionar toda vez. O meu caso foi uma questão de racionalização. Eu estivera "fora" várias centenas de vezes, e os indícios mostravam que eu conseguia regressar com segurança, de um modo ou de outro. Portanto a probabilidade era a de que eu retorna ileso também na próxima vez.
O terceiro medo básico era o do desconhecido, As regras e perigos do nosso ambiente físico podem ser numerados em grau razoável. Passamos a vida inteira elaborando reflexos que os combatam. Agora, subitamente, surge mais outro conjunto de normas completamente diverso; outro mundo de possibilidades inteiramente diferentes, habitado por seres que parecem conhecê-las todas. Não se tem um regulamento, nem mapa de estradas, nem livro de etiqueta, nem cursos apropriados de física e química, nem autoridade incontestável a quem se possa apelar para conselhos e respostas. Muitos missionários foram mortos em regiões remotas, sob tais condições!
Devo confessar que esse terceiro medo ainda aflora, e com razão O desconhecido continua assim em grande parte. Penetração como eu fiz levantou lamentavelmente poucos critérios inalteráveis e consistentes. Só posso dizer que até hoje sobrevivi a essas expedições. Há muita coisa que não entendo, porque está além da minha capacidade de compreensão.
Outro medo são os efeitos conseqüentes no corpo físico, bem como na mente consciente, da participação e experimentação dessa forma de atividade. Isso também é muito real, já que nossa história, pelo menos que eu saiba, parece não conter registros precisos sobra essa área. Temos estudos de paranóia, esquizofrenia, fobias, epilepsia, alcoolismo, doença do sono, acne, doenças virulentas etc., mas nenhum conjunto de dados objetivos sobre a patologia do segundo corpo.
Não sei como enganar a barreira do medo, a não ser por cautelosos passos iniciais que criem conhecimento íntimo, pouco a pouco, à medida que você avança. Espero que esta obra, no seu todo, vá fornecer um "passo" psico1ógico para transpor a barreira. Talvez ajude no reconhecimento de estados e padrões que são familiares a pelo menos uma pessoa que teve experiências semelhantes e sobreviveu.
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Um fato óbvio: a única maneira possível de um indivíduo analisar a verdade do segundo corpo e a existência dentro dele é pela experiência própria.
Logicamente, se isso fosse incumbência fácil, seria hoje lugar-comum. Desconfio que somente uma curiosidade inata permitirá às pessoas vencerem os obstáculos no caminho dessa
conquista. Conquanto existam muitos casos de existência sofridos à parte do corpo físico, eles têm sido, em sua maioria, pelo menos no mundo ocidental, de natureza espontânea e antiga, ocorrendo nos momentos de tensão ou incapacidade física.
Estamos falando de coisa inteiramente diferente, que pode ser investigada objetivamente. O experimentador desejará proceder de maneira a produzir resultados consistentes; talvez não o tempo todo, mas com freqüência bastante para comprovar os indícios, para sua própria satisfação. Acredito que todo mundo pode sentir a existência num segundo corpo, se o desejo for grande ó bastante. Se todo mundo deveria fazê-lo está além da essência do meu julgamento.
As provas me têm levado a crer que a maior parte, senão todos, dos seres humanos abandona seus corpos físicos, de várias formas, durante o sono. Leitura subsequente confirma que essa concepção tem milhares de anos de idade na história do homem. Se ela é uma premissa válida, então o estado em si não é antinatural. Por outro lado, parece que a prática consciente, voluntária, da separação do físico é contrária do padrão, em face dos limitados dados disponíveis.
Efeitos físicos maléficos derivados de tal atividade são indefinidos. Não verifiquei (nem médico nenhum) quaisquer mudanças fisiológicas, boas ou ruins, que possam ser atribuídas diretamente à experiência fora-do-corpo.
Houve, sim, diversas transformações psicológicas que confirmo, e provavelmente muitas mais de que não fiquei a par. No entanto, mesmo meus amigos da profissão psiquiátrica não afirmaram que elas têm sido prejudiciais. Minha revisão gradativa dos conceitos e crenças básicos é visível, em certas atitudes, no decorrer desta obra. Se tais mudanças psicológicas e de personalidade são realmente nocivas, atualmente não há muito que se possa fazer a respeito.
Recomenda-se cautela àqueles interessados em experimentar pois, uma vez aberta, a porta para essa experiência não pode ser fechada. Ou mais exatamente: é o caso típico de "você não pode viver com isso, e você não pode viver sem isso". A atividade e resultante conscientização mostram-se bastante incompatíveis com a ciência, religião e outros aspectos da sociedade em que vivemos. A História está semeada de mártires cujo crime único foi o não conformismo. Quando seus objetivo, e pesquisa se tornam conhecidos por todos, você corre o risco de ser rotulado de louco, charlatão ou pior, e de cair no ostracismo. A despeito disso, alguma coisa extremamente vital estaria faltando se não se continuasse a explorar e investigar. Nos incontáveis períodos de "baixa", quando não consegue produzir os fenômenos, não importa quão cuidadosamente tente, você percebe isso profundamente. Tem forte sensação de estar sendo deixado por fora das coisas, do encerramento de uma fonte de grande significado para a vida.
Eis a melhor descrição escrita que posso oferecer da técnica da elaboração da experiência não física.
A BARREIRA DO MEDO
Existe um imenso obstáculo à investigação do segundo corpo e do meio-ambiente no qual ele opera. Talvez seja o único obstáculo significativo. Está presente em todas as pessoas, sem exceção. Pode estar escondido por camadas de inibição e condicionamento, mas quando elas são arrancadas, o obstáculo permanece. É a barreira do medo cego, irracional. Ao receber simplesmente pequenos ímpetos, transforma-se em pânico, e depois em terror. Se você ultrapassa conscientemente a barreira do medo, terá vencido um marco importante na sua investigação.
Estou razoavelmente seguro de que essa barreira é ultrapassada inconscientemente por muitos de nós toda noite. Quando essa parte de nós além da consciência tem o domínio das coisas, ela
não é inibida pelo medo, embora pareça sofrer influência do pensamento e ação da mente consciente. Parece estar acostumada a operar além da barreira do temor, e compreende melhor as normas de existência desse outro mundo. Quando a mente consciente se aquieta para dormir, essa supermente ama?) assume o controle.
O processo investigador relativo ao segundo corpo e seu meio-ambiente parece ser fusão ou mistura do consciente com essa supermente. Se isso é verdade, a barreira do medo é superada.
Tal barreira é multifacetada. O mais temerário dentre nós acredita que ela não existe até, muito para nossa surpresa, a encontrarmos dentro de nós mesmos. Primeiro e principalmente há medo da morte. Devido à separação do corpo físico ser muito parecida com o que se encara como morte, são automáticas as reações imediatas à experiência. Você pensa: "volte pro físico, depressa! Você está morrendo! A vida é lá no físico! Volte rápido!"
Tais reações aparecem, a despeito de qualquer treinamento intelectual ou emocional. Somente ap6s repetir o processo dezoito ou vinte vezes é que finalmente reuni coragem suficiente (e curiosidade) para permanecer fora mais que alguns segundos, para observar objetivamente. O medo da morte foi limitado, ou amenizado, por me ser familiar. Outros que têm praticado essa
técnica interrompem tudo após a primeira ou segunda experiência, incapazes de suprimir o primeiro aspecto da barreira.
O segundo aspecto dela também é ligado ao medo da morte: será que conseguirei retornar ao físico ou voltar para "dentro dele sem diretrizes ou instruções específicas isso persistiu como meu primeiro medo durante vários anos, até que descobri uma resposta simples que fez a coisa funcionar toda vez. O meu caso foi uma questão de racionalização. Eu estivera "fora" várias centenas de vezes, e os indícios mostravam que eu conseguia regressar com segurança, de um modo ou de outro. Portanto a probabilidade era a de que eu retorna ileso também na próxima vez.
O terceiro medo básico era o do desconhecido, As regras e perigos do nosso ambiente físico podem ser numerados em grau razoável. Passamos a vida inteira elaborando reflexos que os combatam. Agora, subitamente, surge mais outro conjunto de normas completamente diverso; outro mundo de possibilidades inteiramente diferentes, habitado por seres que parecem conhecê-las todas. Não se tem um regulamento, nem mapa de estradas, nem livro de etiqueta, nem cursos apropriados de física e química, nem autoridade incontestável a quem se possa apelar para conselhos e respostas. Muitos missionários foram mortos em regiões remotas, sob tais condições!
Devo confessar que esse terceiro medo ainda aflora, e com razão O desconhecido continua assim em grande parte. Penetração como eu fiz levantou lamentavelmente poucos critérios inalteráveis e consistentes. Só posso dizer que até hoje sobrevivi a essas expedições. Há muita coisa que não entendo, porque está além da minha capacidade de compreensão.
Outro medo são os efeitos conseqüentes no corpo físico, bem como na mente consciente, da participação e experimentação dessa forma de atividade. Isso também é muito real, já que nossa história, pelo menos que eu saiba, parece não conter registros precisos sobra essa área. Temos estudos de paranóia, esquizofrenia, fobias, epilepsia, alcoolismo, doença do sono, acne, doenças virulentas etc., mas nenhum conjunto de dados objetivos sobre a patologia do segundo corpo.
Não sei como enganar a barreira do medo, a não ser por cautelosos passos iniciais que criem conhecimento íntimo, pouco a pouco, à medida que você avança. Espero que esta obra, no seu todo, vá fornecer um "passo" psico1ógico para transpor a barreira. Talvez ajude no reconhecimento de estados e padrões que são familiares a pelo menos uma pessoa que teve experiências semelhantes e sobreviveu.
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sábado, 24 de maio de 2008
7 Dicas de Robert Monroe para a Viagem Astral
De acordo com Robert Monroe, qualquer pessoa consegue viajar fora do corpo. Tudo que precisa é de pratica e da vontade de fazê-lo. A quem tentar a EECs, Monroe sugere os seguintes passos:
1-Num quarto escuro, onde você não seja perturbado, deite-se em posição confortável, com a cabeça em direção ao norte. Desaperte as roupas e tire as jóias;
2-Relaxe a mente e o corpo. Feche os olhos e respire de modo rítmico, mantendo a boca ligeiramente entreaberta;
3-Focalize uma única imagem, a medida que vai caindo no sono. Quando atingir aquele estado limítrofe entre a vigília e o sono relaxe ainda mais, concentrando-se na escuridão além de suas pálpebras;
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1-Num quarto escuro, onde você não seja perturbado, deite-se em posição confortável, com a cabeça em direção ao norte. Desaperte as roupas e tire as jóias;
2-Relaxe a mente e o corpo. Feche os olhos e respire de modo rítmico, mantendo a boca ligeiramente entreaberta;
3-Focalize uma única imagem, a medida que vai caindo no sono. Quando atingir aquele estado limítrofe entre a vigília e o sono relaxe ainda mais, concentrando-se na escuridão além de suas pálpebras;
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quinta-feira, 15 de maio de 2008
Curso de viagem astral, de Daniel Ruffini
INTRODUÇÃO
As viagens fora do corpo têm sido uma constante na história da humanidade. Muitos
homens do saber as têm descrito conforme seus campos de experiência, e outros, por
uma razão qualquer, a ignoraram completamente. Aqueles empenhados em
desenvolver um estudo científico e acadêmico ortodoxo fecharam seus olhos para não
se incomodarem com assuntos impalpáveis e quase impossíveis de serem medidos
através de aparelhos; por outro lado, um novo ramo da ciência moderna, ainda
precariamente estabelecido e intitulado Parapsicologia, catalogou as experiências fora
do corpo dentro da vastíssima gama de fenômenos paranormais como Projeciologia;
muitas linhas psiquiátricas e psicológicas, sem terem onde encaixar estes estados de
consciência inexplicáveis para seus estudos acadêmicos, simplesmente a definiram
como distúrbios psíquicos ou alucinações. Finalmente, os místicos e religiosos de todas
as doutrinas e religiões do mundo nos relatam serem tais experiências uma ponte entre
o divino e o eterno.
Afinal, onde devemos nos enquadrar para podermos ter maior compreensão desses
estudos?
A resposta para essa pergunta é simples de ser dada, mas, ao mesmo tempo,
extremamente complexa de ser obtida, haja vista a demanda de tempo e de esforços
que cada pessoa terá que dispor para chegar à resposta por si mesma, e não através
de opiniões emitidas por pessoas que nem sequer tiveram a bem-aventurança de ver
com outros olhos e ouvir com outros ouvidos (metafísicos). Oral! Não devemos seguir
nenhuma das direções isoladamente, mas sim empreendê-las holisticamente, ou seja,
integralmente. Sem dúvida não será um trabalho fácil, mas o risco de dogmatismo, em
qualquer área, também será afastado. Por isso faz-se necessário conhecermos todas
as visões: a psicológica, a cientifica, a paracientifica, a mística e a religiosa, pois todas
elas, isoladamente, são apenas fragmentos da verdade; no entanto, numa visão
superior do conjunto, complementam-se umas às outras em suas limitações e
impropriedades.
Sabemos que os primeiros passos serão confusos, pois muitas informações se
chocarão umas com as outras, mas será deste caos que haverá de nascer a
compreensão das realidades que constatam a multiplicidade dimensional presente em
todo o universo.
Não podemos trilhar por você os caminhos capazes de o levarem à vivência de outra
realidade além desta já conhecida, mas podemos lhe indicar para onde deve caminhar
e até mesmo como deve fazê-lo; a caminhada, por si mesma, ficará por sua conta.
Ainda que devamos buscar a compreensão deste conhecimento através do holismo,
conforme citamos, somos obrigados a afirmar que, ainda sim, para iniciarmos este
labor, precisamos ter em mãos algo prático, real, o qual nos será a prova da existência
de possibilidades múltiplas em nosso interior.
Por isso, somos enfáticos em afirmar a necessidade de vivenciarmos diretamente a
realidade de estar “acordado” do outro lado, pelo menos num primeiro estágio, para
então, mais adiante, ocupar-nos de desenvolver completamente o sentido integral, o
qual nos levará ao nosso completo autodomínio nas diferentes dimensões descobertas.
Vivenciar, expandir e dominar são três estágios diferentes para o iniciante. Neste curso
tratamos apenas de possibilitar as primeiras vivências, dando-lhe pequenas pinceladas
possíveis de serem expandidas, caso você se eleve até elas. Já o terceiro estágio não
pode lhe ser oferecido por ninguém, a não ser por você a si mesmo.
Por último, de todo o abordado neste curso, aquilo que realmente terá validade será a
parte prática. É ilusão e auto-engano perder seu tempo apenas virando páginas e
decorando frases, ou mesmo ouvindo atentamente as palavras do instrutor. Sem
dúvida é importante o conhecimento teórico das possibilidades a serem encontradas,
mesmo porque é o caminho holistico que nos interessa, mas é somente a prática com
afinco que ativará os centros responsáveis em tirar da letargia seus potenciais mais
interiores. Enfim, somente as práticas constantes poderão lhe proporcionar as
experiências fora do corpo.
Escola Gnóstica FUNDASAW
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As viagens fora do corpo têm sido uma constante na história da humanidade. Muitos
homens do saber as têm descrito conforme seus campos de experiência, e outros, por
uma razão qualquer, a ignoraram completamente. Aqueles empenhados em
desenvolver um estudo científico e acadêmico ortodoxo fecharam seus olhos para não
se incomodarem com assuntos impalpáveis e quase impossíveis de serem medidos
através de aparelhos; por outro lado, um novo ramo da ciência moderna, ainda
precariamente estabelecido e intitulado Parapsicologia, catalogou as experiências fora
do corpo dentro da vastíssima gama de fenômenos paranormais como Projeciologia;
muitas linhas psiquiátricas e psicológicas, sem terem onde encaixar estes estados de
consciência inexplicáveis para seus estudos acadêmicos, simplesmente a definiram
como distúrbios psíquicos ou alucinações. Finalmente, os místicos e religiosos de todas
as doutrinas e religiões do mundo nos relatam serem tais experiências uma ponte entre
o divino e o eterno.
Afinal, onde devemos nos enquadrar para podermos ter maior compreensão desses
estudos?
A resposta para essa pergunta é simples de ser dada, mas, ao mesmo tempo,
extremamente complexa de ser obtida, haja vista a demanda de tempo e de esforços
que cada pessoa terá que dispor para chegar à resposta por si mesma, e não através
de opiniões emitidas por pessoas que nem sequer tiveram a bem-aventurança de ver
com outros olhos e ouvir com outros ouvidos (metafísicos). Oral! Não devemos seguir
nenhuma das direções isoladamente, mas sim empreendê-las holisticamente, ou seja,
integralmente. Sem dúvida não será um trabalho fácil, mas o risco de dogmatismo, em
qualquer área, também será afastado. Por isso faz-se necessário conhecermos todas
as visões: a psicológica, a cientifica, a paracientifica, a mística e a religiosa, pois todas
elas, isoladamente, são apenas fragmentos da verdade; no entanto, numa visão
superior do conjunto, complementam-se umas às outras em suas limitações e
impropriedades.
Sabemos que os primeiros passos serão confusos, pois muitas informações se
chocarão umas com as outras, mas será deste caos que haverá de nascer a
compreensão das realidades que constatam a multiplicidade dimensional presente em
todo o universo.
Não podemos trilhar por você os caminhos capazes de o levarem à vivência de outra
realidade além desta já conhecida, mas podemos lhe indicar para onde deve caminhar
e até mesmo como deve fazê-lo; a caminhada, por si mesma, ficará por sua conta.
Ainda que devamos buscar a compreensão deste conhecimento através do holismo,
conforme citamos, somos obrigados a afirmar que, ainda sim, para iniciarmos este
labor, precisamos ter em mãos algo prático, real, o qual nos será a prova da existência
de possibilidades múltiplas em nosso interior.
Por isso, somos enfáticos em afirmar a necessidade de vivenciarmos diretamente a
realidade de estar “acordado” do outro lado, pelo menos num primeiro estágio, para
então, mais adiante, ocupar-nos de desenvolver completamente o sentido integral, o
qual nos levará ao nosso completo autodomínio nas diferentes dimensões descobertas.
Vivenciar, expandir e dominar são três estágios diferentes para o iniciante. Neste curso
tratamos apenas de possibilitar as primeiras vivências, dando-lhe pequenas pinceladas
possíveis de serem expandidas, caso você se eleve até elas. Já o terceiro estágio não
pode lhe ser oferecido por ninguém, a não ser por você a si mesmo.
Por último, de todo o abordado neste curso, aquilo que realmente terá validade será a
parte prática. É ilusão e auto-engano perder seu tempo apenas virando páginas e
decorando frases, ou mesmo ouvindo atentamente as palavras do instrutor. Sem
dúvida é importante o conhecimento teórico das possibilidades a serem encontradas,
mesmo porque é o caminho holistico que nos interessa, mas é somente a prática com
afinco que ativará os centros responsáveis em tirar da letargia seus potenciais mais
interiores. Enfim, somente as práticas constantes poderão lhe proporcionar as
experiências fora do corpo.
Escola Gnóstica FUNDASAW
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quarta-feira, 16 de abril de 2008
Regressão, A Terapia De Vidas Passadas Para A Libertação Imediata, de Samuel Sagan
INTRODUÇÃO
Regressão é uma das grandes técnicas do futuro nos campos de auto-descoberta e psicoterapia. Uma de suas características mais importantes é que integra duas dimensões dentro do mesmo processo: uma dimensão psico-terapêutica, e uma metafísica.
Para psicoterapeutas, regressão é uma técnica transpessoal que permite explorações e libertações de profundidade sem precedente, e através da qual a necessária dimensão metafísica pode ser incorporada em psicoterapia.
Para quem cultiva a espiritualidade, regressão é a maior ferramenta na abertura da percepção, um acordar poderoso do terceiro olho, e acima de tudo um caminho de descondicionamento mental. Esta técnica proporciona também uma purificação profunda e sistemática da camada emocional – não diferente da catarse que Bernard de Clairveaux, patrono dos Templários, costumava descrever com a palavra latina defæcatio , considerando isto um preliminar indispensável para uma experiência espiritual mais elevada.
Regressão visa explorar e liberar bloqueios emocionais e complexos mentais, assim como muitas outras terapias. A diferença da regressão, entretanto, está na sua maior capacidade para alcançar recordações subconscientes e inconscientes escondidas. Até mesmo nas primeiras sessões, não é incomum experimentar flashbacks que não podem ser relacionados a qualquer experiência nesta vida, mas que são acompanhados por um sentimento profundo e uma certeza interna de que eles se referem a você. Por isso o nome “Terapia de Vidas Passadas” é dado com freqüencia à Regressão.
Com relação à vidas passadas, porém, alguns pontos devem ser bem esclarecidos desde o princípio. Primeiro, de maneira alguma é necessário acreditar em vidas passadas para passar por um processo de regressão. ISIS, a técnica de regressão que eu desenvolvi, não usa nem imaginação nem visualização criativa. Ela não requer que você acredite em coisa alguma, mas apenas que siga o processo. Na realidade, quanto menos crenças você trazer com você, maior a chance de sucesso, pois crenças geram expectativas que tendem a distorcer a pureza das experiências.
Alguns dos flashbacks durante a regressão são de extrema clareza e deixam o cliente com pouca dúvida de que são reais; entretanto, o que importa nas experiências de regressão não é se eles vêm de vidas passadas, mas que tipo de melhoria podem trazer à sua vida presente. Usando as palavras de um de meus clientes, logo após terminar uma intensa regressão: “eu não sei sobre vidas passadas, mas até onde isso diz respeito à minha vida, faz muito sentido com certeza!”. O que importa é como a vida presente do cliente pode ser mudada, e não tanto a origem da experiência. Deixe as pessoas decidirem por si mesmas o que a real natureza destes flashbacks pode ser. Entretanto, elas são parcamente inspiradas a tomar essa decisão antes de passarem, elas mesmas, pelo processo de regressão, pois a intensidade e vêemencia dos flashbacks é bem maior do que a maioria das pessoas imagina quando pensam em terapia de vidas passadas. Além disso, algumas regressões são acompanhadas por um sabor do “Self ”, uma sensação de sua própria coesão, momento este que palavras são insuficientes para descrever desde que você mesmo não tenha passado pela experiência.
Um segundo ponto essencial é que o propósito do método ISIS de regressão não é escrever um romance sobre suas vidas passadas, mas trabalhar clareando o presente. A regressão se preocupa com os bloqueios emocionais e mentais atuais do cliente, e como os liberar. Pode conduzir a episódios de re-experiência da primeira infância, ou, possivelmente, certos episódios que não podem ser relacionados a qualquer evento desta vida atual. Porém, se os clientes começam a se interessar mais pelos detalhes de histórias de vidas passadas do que como a regressão pode lhes ajudar a ficarem mais livres e mais despertos, então o processo pode, rapidamente, ficar sem sentido, e além do mais pode convidar todos os tipos de engano e decepção. Esta advertência é essencial e será, portanto, repetida várias vezes ao longo do livro. As metas de ISIS são descondicionamento, libertação emocional imediata, e estar ciente do Self. ISIS visa desvendar sua real natureza, e pouco se importa sobre quem você foi.
Em terceiro lugar, minha intenção neste livro não é discutir ou “demonstrar” a realidade de vidas passadas. De fato eu não acredito que alguém posse provar a realidade de vidas passadas, da mesma maneira que não há nenhum modo de provar a realidade dos sonhos. Acontece que quase todo mundo se lembra de seus sonhos, pelo menos de vez em quando, dessa forma existe pouca dúvida se eles existem ou não. Mas suponha que você estivesse morando em um mundo onde ninguém, além de você, se lembrasse dos sonhos. Como você poderia provar a realidade deles? Cada vez que você contasse sua história, a maioria das pessoas responderia imediatamente “Tolice!” Você poderia tentar produzir um eletro, mostrando que seus padrões de onda cerebrais foram alterados cada vez que você sonhou. Entretanto os céticos iriam alegar que isso só prova que suas ondas cerebrais mudaram, e que não há necessidade para inventar algo tão fantasioso como sonhos para explicar o fenômeno.
Semelhantemente, só a experiência direta pode trazer um entendimento real do assunto de vidas passadas. É melhor mostrar técnicas que permitem esta experiência direta, e deixar o tempo fazer seu sublime trabalho. Como Einstein dizia, é raro as pessoas se deixarem convencer por idéias novas. O que acontece é que as pessoas com as idéias velhas morrem, e aqueles que os seguiam acham as idéias novas muito natural e as adotam. Uma vez que uma quantidade suficiente da população tenha passado pelo tipo de flashbacks que acontecem durante regressão, parece bem provável que experiências de vidas passadas se tornarão tão comum e aceitáveis como sonhos.
Uma vez, eu fui convidado a falar sobre regressão a uma sociedade que tinha me contactado depois de ler um de meus artigos em uma revista de saúde. Eu concordei sem questionar muito. Cheguei cedo ao lugar, quinze minutos antes, e depois que a secretária me deu um cortês mas distante cumprimento de boa-vinda, eu decidi passar o tempo restante lendo os folhetos da organização. Ficou claro imediatamente que eu tinha aterrissado entre um grupo de céticos que só tinham me convidado para atacar minhas visões. Um breve, mais intenso, momento de cogitação surgiu, durante o qual eu tive que achar uma estratégia nova e mudar o formato de minha conferência.
Eu falei com eles do seguinte modo (e eu pediria para os leitores céticos que vissem este livro da mesma maneira): “Aqui estão os estudos de casos de vários dos meus clientes. Aqui estão as palavras que eles disseram quando passaram por estas regressões. Eu não pretendo que isto demonstre ou prove qualquer coisa. Mas, algum tipo de experiência nova deve estar emergindo, porque outras pessoas que trabalham com regressão, assim como eu, observaram padrões semelhantes em milhares de sessões. É da escolha de cada um de vocês tirarem suas próprias conclusões. Para mim, o que realmente importa são que os clientes melhoram depois destas regressões. Nem todos, claro, mas um número significante. Eles se libertam de tranqüilizantes e comprimidos para dormir. Eles se relacionam socialmente com mais facilidade, e o nível de neurose diminui. Alguns deles sofrem uma transformação profunda e chegam mesmo a mudar de valores. Alguns adotam uma atitude muito mais filosófica com a vida e começam a questionar seus propósitos na Terra.”
Não tentando os convencer de qualquer coisa, eu peguei os céticos de surpresa. Como resultado, eles se mostraram surpreendentemente receptivos. Nós rimos muito do caráter desajeitado de alguns dos meus casos de estudo, e o presidente concluiu a noite dizendo que, afinal de contas, a sociedade deles era a favor de qualquer técnica que permitisse o indivíduo esvaziar as latas de lixo da mente – que é exatamente o que a regressão faz.
Mais que uma técnica nova, regressão é uma experiência nova, ou melhor, é a disseminação de uma experiência velha em proporções desconhecidas até agora. Ao longo da história, do indiano r sis até Goethe, passando por Platão e uma linha ininterrupta de videntes, sempre houve indivíduos que recordaram experiências de encarnações anteriores na Terra. Mas estas experiências eram raras. Nos últimos quinze anos, eu testemunhei grande mudança na maneira como as pessoas ganham acesso a flashbacks de vidas passadas (ou como queiram chamar estas experiências).
Quando eu estava praticando regressão, no começo dos anos oitenta, eu tinha que confinar meus clientes em uma casa durante duas semanas e implementar as técnicas continuamente. O processo era drástico e só podia ser vivenciado por pessoas que tinham alcançado um certo grau de estabilidade emocional, através de anos de trabalho nelas mesmas. Normalmente, era só depois de sete ou dez dias aumentando a pressão interna, que alguns dos participantes começavam a ter experiências de regressão.
Agora, no meio dos anos noventa, a situação ficou bem diferente. Já não são necessários cursos residenciais. Sessões semanais privadas, de uma ou duas horas, são suficientes. Alguns clientes, quando se deitam pela primeira vez no meu local de trabalho, começam a regressão antes mesmo que eu termine de implementar minhas técnicas! O processo ficou relativamente tranquilo e suave, e, portanto, aberto a praticamente todo mundo. Além disso, as regressões que todas estas pessoas experimentam são freqüentemente mais profundas e mais genuínas que a de seus predecessores, quinze anos atrás. Obviamente algo mudou. Cada vez mais, você ouve falar de pessoas que vão ver o acupunturista por causa de um pescoço dolorido ou algum outro problema secundário, e inesperadamente experimentam um flash de vidas passadas momentâneo, assim que as agulhas são colocadas em seus corpos – embora nem elas nem o acupunturista soubessem qualquer coisa sobre regressão. Claro que, estes permanecem casos relativamente isolados, e não seria correto esperar que você descubra suas vidas passadas em um estalar de dedos; qualquer trabalho de qualidade requer tempo e esforço. De qualquer maneira, vivenciar um estado de regressão se tornou infinitamente mais fácil do que era, o que pode gerar conseqüências consideráveis, não apenas em diferentes campos de terapia, mas inclusive na base de nossa sociedade.
ISIS, conector e cliente
A técnica ISIS de regressão está baseado em três princípios básicos:
1) o espaço interior (inner space) do terceiro olho, contactado através da área entre as sobrancelhas;
2) a interação (interaction) entre duas pessoas, um que se deita e passa pela experiência de regressão, e o outro que se senta perto e maneja a energia durante a sessão. O primeiro é chamado de “cliente”, e o segundo de “conector”.
3) sourcing , isto é, procurar sistematicamente pela origem de todas as marcas emocionais e comportamentos condicionados.
As iniciais das três condições, Inner Space Interactive Sourcing , felizmente combina em ISIS.
Deve ser acentuado que a técnica de ISIS não usa qualquer forma de sugestão hipnótica ou hiperventilação. Ela atua por uma ativação do corpo de energia, e em particular, do terceiro olho. Isso conduz a uma percepção completamente nova de suas emoções, como formas e ondas em sua consciência. Esta perspectiva fornecerá várias oportunidades, ao longo do livro, para explorar certos mecanismos básicos relacionados a corpos sutis e seus destinos após a morte.
Clairvision School
www.clairvision.org
info@clairvision.org
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Regressão é uma das grandes técnicas do futuro nos campos de auto-descoberta e psicoterapia. Uma de suas características mais importantes é que integra duas dimensões dentro do mesmo processo: uma dimensão psico-terapêutica, e uma metafísica.
Para psicoterapeutas, regressão é uma técnica transpessoal que permite explorações e libertações de profundidade sem precedente, e através da qual a necessária dimensão metafísica pode ser incorporada em psicoterapia.
Para quem cultiva a espiritualidade, regressão é a maior ferramenta na abertura da percepção, um acordar poderoso do terceiro olho, e acima de tudo um caminho de descondicionamento mental. Esta técnica proporciona também uma purificação profunda e sistemática da camada emocional – não diferente da catarse que Bernard de Clairveaux, patrono dos Templários, costumava descrever com a palavra latina defæcatio , considerando isto um preliminar indispensável para uma experiência espiritual mais elevada.
Regressão visa explorar e liberar bloqueios emocionais e complexos mentais, assim como muitas outras terapias. A diferença da regressão, entretanto, está na sua maior capacidade para alcançar recordações subconscientes e inconscientes escondidas. Até mesmo nas primeiras sessões, não é incomum experimentar flashbacks que não podem ser relacionados a qualquer experiência nesta vida, mas que são acompanhados por um sentimento profundo e uma certeza interna de que eles se referem a você. Por isso o nome “Terapia de Vidas Passadas” é dado com freqüencia à Regressão.
Com relação à vidas passadas, porém, alguns pontos devem ser bem esclarecidos desde o princípio. Primeiro, de maneira alguma é necessário acreditar em vidas passadas para passar por um processo de regressão. ISIS, a técnica de regressão que eu desenvolvi, não usa nem imaginação nem visualização criativa. Ela não requer que você acredite em coisa alguma, mas apenas que siga o processo. Na realidade, quanto menos crenças você trazer com você, maior a chance de sucesso, pois crenças geram expectativas que tendem a distorcer a pureza das experiências.
Alguns dos flashbacks durante a regressão são de extrema clareza e deixam o cliente com pouca dúvida de que são reais; entretanto, o que importa nas experiências de regressão não é se eles vêm de vidas passadas, mas que tipo de melhoria podem trazer à sua vida presente. Usando as palavras de um de meus clientes, logo após terminar uma intensa regressão: “eu não sei sobre vidas passadas, mas até onde isso diz respeito à minha vida, faz muito sentido com certeza!”. O que importa é como a vida presente do cliente pode ser mudada, e não tanto a origem da experiência. Deixe as pessoas decidirem por si mesmas o que a real natureza destes flashbacks pode ser. Entretanto, elas são parcamente inspiradas a tomar essa decisão antes de passarem, elas mesmas, pelo processo de regressão, pois a intensidade e vêemencia dos flashbacks é bem maior do que a maioria das pessoas imagina quando pensam em terapia de vidas passadas. Além disso, algumas regressões são acompanhadas por um sabor do “Self ”, uma sensação de sua própria coesão, momento este que palavras são insuficientes para descrever desde que você mesmo não tenha passado pela experiência.
Um segundo ponto essencial é que o propósito do método ISIS de regressão não é escrever um romance sobre suas vidas passadas, mas trabalhar clareando o presente. A regressão se preocupa com os bloqueios emocionais e mentais atuais do cliente, e como os liberar. Pode conduzir a episódios de re-experiência da primeira infância, ou, possivelmente, certos episódios que não podem ser relacionados a qualquer evento desta vida atual. Porém, se os clientes começam a se interessar mais pelos detalhes de histórias de vidas passadas do que como a regressão pode lhes ajudar a ficarem mais livres e mais despertos, então o processo pode, rapidamente, ficar sem sentido, e além do mais pode convidar todos os tipos de engano e decepção. Esta advertência é essencial e será, portanto, repetida várias vezes ao longo do livro. As metas de ISIS são descondicionamento, libertação emocional imediata, e estar ciente do Self. ISIS visa desvendar sua real natureza, e pouco se importa sobre quem você foi.
Em terceiro lugar, minha intenção neste livro não é discutir ou “demonstrar” a realidade de vidas passadas. De fato eu não acredito que alguém posse provar a realidade de vidas passadas, da mesma maneira que não há nenhum modo de provar a realidade dos sonhos. Acontece que quase todo mundo se lembra de seus sonhos, pelo menos de vez em quando, dessa forma existe pouca dúvida se eles existem ou não. Mas suponha que você estivesse morando em um mundo onde ninguém, além de você, se lembrasse dos sonhos. Como você poderia provar a realidade deles? Cada vez que você contasse sua história, a maioria das pessoas responderia imediatamente “Tolice!” Você poderia tentar produzir um eletro, mostrando que seus padrões de onda cerebrais foram alterados cada vez que você sonhou. Entretanto os céticos iriam alegar que isso só prova que suas ondas cerebrais mudaram, e que não há necessidade para inventar algo tão fantasioso como sonhos para explicar o fenômeno.
Semelhantemente, só a experiência direta pode trazer um entendimento real do assunto de vidas passadas. É melhor mostrar técnicas que permitem esta experiência direta, e deixar o tempo fazer seu sublime trabalho. Como Einstein dizia, é raro as pessoas se deixarem convencer por idéias novas. O que acontece é que as pessoas com as idéias velhas morrem, e aqueles que os seguiam acham as idéias novas muito natural e as adotam. Uma vez que uma quantidade suficiente da população tenha passado pelo tipo de flashbacks que acontecem durante regressão, parece bem provável que experiências de vidas passadas se tornarão tão comum e aceitáveis como sonhos.
Uma vez, eu fui convidado a falar sobre regressão a uma sociedade que tinha me contactado depois de ler um de meus artigos em uma revista de saúde. Eu concordei sem questionar muito. Cheguei cedo ao lugar, quinze minutos antes, e depois que a secretária me deu um cortês mas distante cumprimento de boa-vinda, eu decidi passar o tempo restante lendo os folhetos da organização. Ficou claro imediatamente que eu tinha aterrissado entre um grupo de céticos que só tinham me convidado para atacar minhas visões. Um breve, mais intenso, momento de cogitação surgiu, durante o qual eu tive que achar uma estratégia nova e mudar o formato de minha conferência.
Eu falei com eles do seguinte modo (e eu pediria para os leitores céticos que vissem este livro da mesma maneira): “Aqui estão os estudos de casos de vários dos meus clientes. Aqui estão as palavras que eles disseram quando passaram por estas regressões. Eu não pretendo que isto demonstre ou prove qualquer coisa. Mas, algum tipo de experiência nova deve estar emergindo, porque outras pessoas que trabalham com regressão, assim como eu, observaram padrões semelhantes em milhares de sessões. É da escolha de cada um de vocês tirarem suas próprias conclusões. Para mim, o que realmente importa são que os clientes melhoram depois destas regressões. Nem todos, claro, mas um número significante. Eles se libertam de tranqüilizantes e comprimidos para dormir. Eles se relacionam socialmente com mais facilidade, e o nível de neurose diminui. Alguns deles sofrem uma transformação profunda e chegam mesmo a mudar de valores. Alguns adotam uma atitude muito mais filosófica com a vida e começam a questionar seus propósitos na Terra.”
Não tentando os convencer de qualquer coisa, eu peguei os céticos de surpresa. Como resultado, eles se mostraram surpreendentemente receptivos. Nós rimos muito do caráter desajeitado de alguns dos meus casos de estudo, e o presidente concluiu a noite dizendo que, afinal de contas, a sociedade deles era a favor de qualquer técnica que permitisse o indivíduo esvaziar as latas de lixo da mente – que é exatamente o que a regressão faz.
Mais que uma técnica nova, regressão é uma experiência nova, ou melhor, é a disseminação de uma experiência velha em proporções desconhecidas até agora. Ao longo da história, do indiano r sis até Goethe, passando por Platão e uma linha ininterrupta de videntes, sempre houve indivíduos que recordaram experiências de encarnações anteriores na Terra. Mas estas experiências eram raras. Nos últimos quinze anos, eu testemunhei grande mudança na maneira como as pessoas ganham acesso a flashbacks de vidas passadas (ou como queiram chamar estas experiências).
Quando eu estava praticando regressão, no começo dos anos oitenta, eu tinha que confinar meus clientes em uma casa durante duas semanas e implementar as técnicas continuamente. O processo era drástico e só podia ser vivenciado por pessoas que tinham alcançado um certo grau de estabilidade emocional, através de anos de trabalho nelas mesmas. Normalmente, era só depois de sete ou dez dias aumentando a pressão interna, que alguns dos participantes começavam a ter experiências de regressão.
Agora, no meio dos anos noventa, a situação ficou bem diferente. Já não são necessários cursos residenciais. Sessões semanais privadas, de uma ou duas horas, são suficientes. Alguns clientes, quando se deitam pela primeira vez no meu local de trabalho, começam a regressão antes mesmo que eu termine de implementar minhas técnicas! O processo ficou relativamente tranquilo e suave, e, portanto, aberto a praticamente todo mundo. Além disso, as regressões que todas estas pessoas experimentam são freqüentemente mais profundas e mais genuínas que a de seus predecessores, quinze anos atrás. Obviamente algo mudou. Cada vez mais, você ouve falar de pessoas que vão ver o acupunturista por causa de um pescoço dolorido ou algum outro problema secundário, e inesperadamente experimentam um flash de vidas passadas momentâneo, assim que as agulhas são colocadas em seus corpos – embora nem elas nem o acupunturista soubessem qualquer coisa sobre regressão. Claro que, estes permanecem casos relativamente isolados, e não seria correto esperar que você descubra suas vidas passadas em um estalar de dedos; qualquer trabalho de qualidade requer tempo e esforço. De qualquer maneira, vivenciar um estado de regressão se tornou infinitamente mais fácil do que era, o que pode gerar conseqüências consideráveis, não apenas em diferentes campos de terapia, mas inclusive na base de nossa sociedade.
ISIS, conector e cliente
A técnica ISIS de regressão está baseado em três princípios básicos:
1) o espaço interior (inner space) do terceiro olho, contactado através da área entre as sobrancelhas;
2) a interação (interaction) entre duas pessoas, um que se deita e passa pela experiência de regressão, e o outro que se senta perto e maneja a energia durante a sessão. O primeiro é chamado de “cliente”, e o segundo de “conector”.
3) sourcing , isto é, procurar sistematicamente pela origem de todas as marcas emocionais e comportamentos condicionados.
As iniciais das três condições, Inner Space Interactive Sourcing , felizmente combina em ISIS.
Deve ser acentuado que a técnica de ISIS não usa qualquer forma de sugestão hipnótica ou hiperventilação. Ela atua por uma ativação do corpo de energia, e em particular, do terceiro olho. Isso conduz a uma percepção completamente nova de suas emoções, como formas e ondas em sua consciência. Esta perspectiva fornecerá várias oportunidades, ao longo do livro, para explorar certos mecanismos básicos relacionados a corpos sutis e seus destinos após a morte.
Clairvision School
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quinta-feira, 20 de março de 2008
O Terceiro Olho - O Despertar da Visão Interior, de Samuel Sagan
INTRODUÇÃO
"A candeia do corpo são os olhos; de
sorte que, se os teus olhos forem bons,
todo o teu corpo terá luz."
Matthew 6:22
Este livro descreve um processo sistemático para desenvolver o terceiro olho.
Foi escrito para aqueles que não se satisfazem apenas com um entendimento intelectual de realidades espirituais e que desejam ganhar acesso à experiências diretas.
O desenvolvimento da visão espiritual requer a construção paciente de alguns novos "órgãos" de energia, dentre os quais o terceiro olho é um membro essencial. Estas novas estruturas não são físicas, não obstante elas são muito reais e tangíveis. Uma vez completamente desenvolvidas, as percepções que passam por elas aparecem mais claras, mais afiadas e mais significativas que aquelas vindas das sensações físicas. Várias técnicas serão descritas visando uma cultivação metódica desta nova forma de percepção.
Nossa abordagem sempre enfatiza a superioridade da experiência sobre os conceitos mentais, e dos conhecimentos em primeira-mão sobre crenças. Na realidade, não é o que você presume ou aceita como realidade que provocará uma regeneração espiritual, mas o que você experimenta diretamente. Então, não se pede ao leitor que acredite no que está escrito aqui, mas que pratique os exercícios.
Nenhum conhecimento ou treinamento espiritual anterior é esperado antes de começar as práticas. Eu sugiro que você esqueça temporariamente tudo que sabe, a fim de se engajar nas técnicas com consciência fresca. Tendo compartilhado este conhecimento com centenas de estudantes nos cursos que acontecem na Escola Clairvision em Sydney, eu sei que não é sempre os que meditaram durante anos que entram no campo de percepção facilmente. Para alguns, o prévio conhecimento espiritual dá asas e provê chaves para abrir todas as portas; enquanto para outros mais parece correntes que lhes impedem de absorver qualquer coisa nova. Quanto mais você se torna capaz de deixar de lado idéias pré-concebidas, mais fácil será "enxergar".
Deve ser claramente entendido que nosso objetivo não é desenvolver as distorções atávicas da clarividência psíquica de transe-médio mas de caminhar em direção da Visão do Self. Embora várias percepções extrasensoriais surjam com a pratica das técnicas, o propósito é claramente achar o Self e aprender a ver o mundo a partir dele ao invés de sua consciência mental habitual.
Este livro deve ser tido como uma introdução, um primeiro passo, para um modo completamente diferente de percepção e pensamento. Foi escrito para servir o grande número de seres humanos que estão presentemente prontos a se conectarem com realidades espirituais e adentrar em um novo modelo de consciência. As técnicas propostas são para pessoas que são parte do mundo. Elas não o convidam a se retirar de suas atividades diárias mas sim começar a executá-las com uma consciência diferente e uma nova visão, aplicando a linha de Provérbios (iii:6): "Em todas suas formas, conhecei-O", dito pelo Talmud, contendo toda a essência do Torah.
Depois de ditas estas palavras, é importante declarar que a Escola Clairvision não é uma organização "New Age". Seus métodos e técnicas são normalmente baseados em princípios bem diferentes dos achados no movimento New Age. Em nenhum momento as técnicas da Clairvision usam qualquer tipo de canalização, imaginação criativa ou afirmações positivas. Nenhuma hipnose ou auto-sugestão é usada. As técnicas da Escola Clairvision estão baseadas em um despertar direto do corpo de energia. A filosofia e a base da escola são achados na tradição ocidental do conhecimento esotérico. Se acontecer de você experimentar intensas aberturas e percepções enquanto estiver praticando nossas técnicas, é bem possível que você também tenha uma conexão com esta tradição. Em particular, espera-se que muitos tenham um claro despertar do terceiro olho enquanto estiverem lendo este livro.
Despertando o Terceiro Olho é um dos livros introdutórios ao Corpo Clairvision, o corpo de conhecimento que é a base da Escola Clairvision . O Corpo Clairvision contém conhecimento teórico e experimental no campo da consciência e dos mistérios da natureza humana, com um enfoque especial em transformação e alquimia interna. Alquimia pode ser definida como a arte de elevar o nível vibratório da matéria. Alquimia interna refere-se, então, a uma forma de desenvolvimento espiritual no qual o objetivo final não é abandonar nenhuma conexão com a criação manifesta dissolvendo a si mesmo, mas construir um veículo no qual a abundância do Self pode ser sentida permanentemente, mesmo enquanto morando no mundo físico. Este corpo de imortalidade corresponde ao que a tradição Cristã chamou de corpo glorioso e para o paramam vapuh dos Upanishads é em muitas formas semelhante, senão idêntico, ao lápis philosophorum ou pedra filosofal dos alquimistas; e ao Graal, coração da tradição esotérica ocidental.
Despertando o Terceiro Olho põe as fundações para uma aproximação experimental de um trabalho de alquimia interna . Muitas das técnicas dadas no princípio não são para serem consideradas como "alquímicas" no sentido estrito da palavra, mas como uma preparação necessária sem a qual as fases mais avançadas do trabalho não fariam sentido.
Ao invés de desenvolver primeiro os aspectos teóricos por completo, serão dadas indicações graduais ao longo deste livro, seguidas de forma a clarificar os propósitos e princípios de um trabalho de alquimia interior. A natureza do nosso tópico também proporcionará grandes oportunidades para desenvolver vários aspectos relacionados aos corpos sutis.
Local de rede: http://www.clairvision.org
E-mail: infoportuguese@clairvision.org
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"A candeia do corpo são os olhos; de
sorte que, se os teus olhos forem bons,
todo o teu corpo terá luz."
Matthew 6:22
Este livro descreve um processo sistemático para desenvolver o terceiro olho.
Foi escrito para aqueles que não se satisfazem apenas com um entendimento intelectual de realidades espirituais e que desejam ganhar acesso à experiências diretas.
O desenvolvimento da visão espiritual requer a construção paciente de alguns novos "órgãos" de energia, dentre os quais o terceiro olho é um membro essencial. Estas novas estruturas não são físicas, não obstante elas são muito reais e tangíveis. Uma vez completamente desenvolvidas, as percepções que passam por elas aparecem mais claras, mais afiadas e mais significativas que aquelas vindas das sensações físicas. Várias técnicas serão descritas visando uma cultivação metódica desta nova forma de percepção.
Nossa abordagem sempre enfatiza a superioridade da experiência sobre os conceitos mentais, e dos conhecimentos em primeira-mão sobre crenças. Na realidade, não é o que você presume ou aceita como realidade que provocará uma regeneração espiritual, mas o que você experimenta diretamente. Então, não se pede ao leitor que acredite no que está escrito aqui, mas que pratique os exercícios.
Nenhum conhecimento ou treinamento espiritual anterior é esperado antes de começar as práticas. Eu sugiro que você esqueça temporariamente tudo que sabe, a fim de se engajar nas técnicas com consciência fresca. Tendo compartilhado este conhecimento com centenas de estudantes nos cursos que acontecem na Escola Clairvision em Sydney, eu sei que não é sempre os que meditaram durante anos que entram no campo de percepção facilmente. Para alguns, o prévio conhecimento espiritual dá asas e provê chaves para abrir todas as portas; enquanto para outros mais parece correntes que lhes impedem de absorver qualquer coisa nova. Quanto mais você se torna capaz de deixar de lado idéias pré-concebidas, mais fácil será "enxergar".
Deve ser claramente entendido que nosso objetivo não é desenvolver as distorções atávicas da clarividência psíquica de transe-médio mas de caminhar em direção da Visão do Self. Embora várias percepções extrasensoriais surjam com a pratica das técnicas, o propósito é claramente achar o Self e aprender a ver o mundo a partir dele ao invés de sua consciência mental habitual.
Este livro deve ser tido como uma introdução, um primeiro passo, para um modo completamente diferente de percepção e pensamento. Foi escrito para servir o grande número de seres humanos que estão presentemente prontos a se conectarem com realidades espirituais e adentrar em um novo modelo de consciência. As técnicas propostas são para pessoas que são parte do mundo. Elas não o convidam a se retirar de suas atividades diárias mas sim começar a executá-las com uma consciência diferente e uma nova visão, aplicando a linha de Provérbios (iii:6): "Em todas suas formas, conhecei-O", dito pelo Talmud, contendo toda a essência do Torah.
Depois de ditas estas palavras, é importante declarar que a Escola Clairvision não é uma organização "New Age". Seus métodos e técnicas são normalmente baseados em princípios bem diferentes dos achados no movimento New Age. Em nenhum momento as técnicas da Clairvision usam qualquer tipo de canalização, imaginação criativa ou afirmações positivas. Nenhuma hipnose ou auto-sugestão é usada. As técnicas da Escola Clairvision estão baseadas em um despertar direto do corpo de energia. A filosofia e a base da escola são achados na tradição ocidental do conhecimento esotérico. Se acontecer de você experimentar intensas aberturas e percepções enquanto estiver praticando nossas técnicas, é bem possível que você também tenha uma conexão com esta tradição. Em particular, espera-se que muitos tenham um claro despertar do terceiro olho enquanto estiverem lendo este livro.
Despertando o Terceiro Olho é um dos livros introdutórios ao Corpo Clairvision, o corpo de conhecimento que é a base da Escola Clairvision . O Corpo Clairvision contém conhecimento teórico e experimental no campo da consciência e dos mistérios da natureza humana, com um enfoque especial em transformação e alquimia interna. Alquimia pode ser definida como a arte de elevar o nível vibratório da matéria. Alquimia interna refere-se, então, a uma forma de desenvolvimento espiritual no qual o objetivo final não é abandonar nenhuma conexão com a criação manifesta dissolvendo a si mesmo, mas construir um veículo no qual a abundância do Self pode ser sentida permanentemente, mesmo enquanto morando no mundo físico. Este corpo de imortalidade corresponde ao que a tradição Cristã chamou de corpo glorioso e para o paramam vapuh dos Upanishads é em muitas formas semelhante, senão idêntico, ao lápis philosophorum ou pedra filosofal dos alquimistas; e ao Graal, coração da tradição esotérica ocidental.
Despertando o Terceiro Olho põe as fundações para uma aproximação experimental de um trabalho de alquimia interna . Muitas das técnicas dadas no princípio não são para serem consideradas como "alquímicas" no sentido estrito da palavra, mas como uma preparação necessária sem a qual as fases mais avançadas do trabalho não fariam sentido.
Ao invés de desenvolver primeiro os aspectos teóricos por completo, serão dadas indicações graduais ao longo deste livro, seguidas de forma a clarificar os propósitos e princípios de um trabalho de alquimia interior. A natureza do nosso tópico também proporcionará grandes oportunidades para desenvolver vários aspectos relacionados aos corpos sutis.
Local de rede: http://www.clairvision.org
E-mail: infoportuguese@clairvision.org
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Manual de Projeciologia
CORPO ASTRAL
Não é espírito, mas outro corpo que se pode projetar para além das barreiras físicas.
Por centenas de anos perdura a idéia de que o homem é feito de dois componentes: o corpo material e o espírito ou alma, que vem de Deus. Mas, alguns filósofos e ocultistas afirmam que há um terceiro elemento, o corpo astral, o corpo de luz, o corpo estelar. É uma reprodução do corpo de carne e osso, mas feito de material muito mais fino e com luminosidade. Pode vagar e se mover, atravessar objetos sólidos, sobrevive à morte (quando deixa o corpo físico) e passa a existir no plano astral, que é o plano normal da vida, mas chegando até o além.
Uma jornalista católica, Anne Osmont, também ocultista, ofereceu curioso relato de uma viagem astral. Ela morreu em 1953. Contou esta história: conseguiu, numa viagem astral, deixar provas materiais de sua experiência. Era muito amiga de um casal de franceses como ela e escultores os dois.
A esposa Annie repetia sua completa descrença na possibilidade da viagem astral, ou mesmo na existência do corpo astral. Anne Osmont resolveu provar-lhe o contrário: com grande esforço, que durou meia hora, conseguiu libertar seu corpo astral, projetá-lo através de paredes e ir até o quarto onde dormia o casal amigo. Num aparador havia um licoeiro de cristal. Ela decidiu derrubá-lo. O esforço então, foi como se estivesse tentando mover um piano. Mas, conseguiu seu intento e o licoeiro foi se espatifar no chão. O casal sentou-se na cama e ela ouviu a esposa murmurar: "Deve ser aquela idiota da Osmont". Dias depois, Anne encontrou o homem e lhe relatou a cena até os mínimos deta-lhes. Na sua história, Anne Osmont afirma que o esforço para mover o licoeiro a deixara exausta por vários dias. Os especialistas dizem que a remoção de objetos, em viagens astrais, e coisa muito rara.
Nativos que mudam de pele.
Entre os nativos da América Central, a projeção do corpo astral é conseguida com cantos encantados. A operação se chama "mudar de pele". Tem que ser efetuada depois do anoitecer, num lugar frio e deserto. Inteiramente nu, o indivíduo canta uma das canções: ao final, seu corpo material fica inconsciente. Ele pode se tornar visível ou invisível, à vontade, ou tomar a forma que escolher. Mas a aparência normal é de uma luminosidade oval, difusa: quem chegar bem perto, pode enxergar através dessa luz.
Outro caso: O Dr. Fracis Lefebue, que praticava respiração ioga há sete anos, conta que, durante a Segunda Guerra Mundial, era médico num campo de prisioneiros, na Argélia. Um dia foi convocado pelo tenente. Encontrou-o no barbeiro. E o oficial lhe contou que o vira, na noite anterior, no meio do caminho para a estação. Vira com clareza e presenciara seu desaparecimento, como por encanto. "Depois disso - conta o Dr. Lefebue - o tenente nunca mais zombou de mim, como fazia antes."
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Não é espírito, mas outro corpo que se pode projetar para além das barreiras físicas.
Por centenas de anos perdura a idéia de que o homem é feito de dois componentes: o corpo material e o espírito ou alma, que vem de Deus. Mas, alguns filósofos e ocultistas afirmam que há um terceiro elemento, o corpo astral, o corpo de luz, o corpo estelar. É uma reprodução do corpo de carne e osso, mas feito de material muito mais fino e com luminosidade. Pode vagar e se mover, atravessar objetos sólidos, sobrevive à morte (quando deixa o corpo físico) e passa a existir no plano astral, que é o plano normal da vida, mas chegando até o além.
Uma jornalista católica, Anne Osmont, também ocultista, ofereceu curioso relato de uma viagem astral. Ela morreu em 1953. Contou esta história: conseguiu, numa viagem astral, deixar provas materiais de sua experiência. Era muito amiga de um casal de franceses como ela e escultores os dois.
A esposa Annie repetia sua completa descrença na possibilidade da viagem astral, ou mesmo na existência do corpo astral. Anne Osmont resolveu provar-lhe o contrário: com grande esforço, que durou meia hora, conseguiu libertar seu corpo astral, projetá-lo através de paredes e ir até o quarto onde dormia o casal amigo. Num aparador havia um licoeiro de cristal. Ela decidiu derrubá-lo. O esforço então, foi como se estivesse tentando mover um piano. Mas, conseguiu seu intento e o licoeiro foi se espatifar no chão. O casal sentou-se na cama e ela ouviu a esposa murmurar: "Deve ser aquela idiota da Osmont". Dias depois, Anne encontrou o homem e lhe relatou a cena até os mínimos deta-lhes. Na sua história, Anne Osmont afirma que o esforço para mover o licoeiro a deixara exausta por vários dias. Os especialistas dizem que a remoção de objetos, em viagens astrais, e coisa muito rara.
Nativos que mudam de pele.
Entre os nativos da América Central, a projeção do corpo astral é conseguida com cantos encantados. A operação se chama "mudar de pele". Tem que ser efetuada depois do anoitecer, num lugar frio e deserto. Inteiramente nu, o indivíduo canta uma das canções: ao final, seu corpo material fica inconsciente. Ele pode se tornar visível ou invisível, à vontade, ou tomar a forma que escolher. Mas a aparência normal é de uma luminosidade oval, difusa: quem chegar bem perto, pode enxergar através dessa luz.
Outro caso: O Dr. Fracis Lefebue, que praticava respiração ioga há sete anos, conta que, durante a Segunda Guerra Mundial, era médico num campo de prisioneiros, na Argélia. Um dia foi convocado pelo tenente. Encontrou-o no barbeiro. E o oficial lhe contou que o vira, na noite anterior, no meio do caminho para a estação. Vira com clareza e presenciara seu desaparecimento, como por encanto. "Depois disso - conta o Dr. Lefebue - o tenente nunca mais zombou de mim, como fazia antes."
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quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Exús Amparadores - Um esclarecimento Espiritual, de Wagner Borges
Ainda agora, enquanto eu preparava o material para a 1a aula do curso de
Orientalismo e Espiritualidade (com ênfase nos ensinamentos dos Upanishads)
que iniciarei daqui a pouco no IPPB para cerca de 235 pessoas, percebi uma
certa manifestação energética por fora do meu apartamento. Fechei os olhos
e concentrei-me para verificar o que era. Pulsei luz no meu chakra frontal e
nas mãos enquanto erguia os pensamentos e sentimentos ao Supremo Amor para
sintonizar a consciência com as energias elevadas.
Fora do apartamento (moro no quinto andar), em pleno ar, surgiu uma fenda
escura. Eu sabia que era uma passagem interdimensional para o plano
extra físico. Do outro lado da mesma, muito embora eu não pudesse vê-los
diretamente, estava um grupo de exus que trabalha nos ambientes pesados do
Astral desmanchando as porcarias que os encarnados encomendam aos seus
asseclas desencarnados que patrocinam certos processos de magia trevosa.
Eles operam em climas pesadíssimos e são craques em dissolver as energias
pesadas emanadas pelo ódio. Costumam trabalhar associados às egrégoras *
afro-brasileiras, principalmente na Umbanda. São espíritos que não costumam
aparecer ostensivamente e não são dados a floreios espirituais. Costumam ser
bem diretos e falam na cara o que for preciso, sem qualquer dose de
concessão ao ego de quem os escuta. Dentro de sua maneira direta de agir,
eles não suportam pessoas hipócritas e nem espiritualistas que complicam o
serviço com os seus problemas corriqueiros. Também não gostam de pessoas que
trabalham sem honra no caminho e apenas voltadas para a resolução de suas
problemáticas infantis.
Apesar de aparentarem um jeitão meio agressivo (quem os critica não trabalha
com as energias pesadas que eles tem que aturar a toda hora e nem tem metade
da raça desses amigos que operam no Umbral e que tanto ajudam a humanidade
sem receberem o mínimo reconhecimento), respeitam muito a quem trabalha
verdadeiramente voltado para a Espiritualidade Superior. Em muitas ocasiões
de minha vida fui ajudado por esses exús e outras entidades ligadas às
atmosferas psíquicas afro-brasileiras. Por diversas vezes, principalmente em
projeções da consciência com resgates extra físicos dificílimos, esse pessoal
me ajudou e protegeu, sempre de forma limpa e sem me cobrar coisa alguma.
Alguns desses grupos extrafísicos trabalham ligados a diversos mestres
espirituais que ajudam invisivelmente a humanidade. Servem nos planos densos
sob o comando secreto dos mentores que patrocinam o esclarecimento
espiritual planetário. São eles que seguram as barras pesadas nos ambientes
crosta-a-crosta e nos planos extrafísicos densos (umbralinos). São eles os
amparadores que descem as furnas malignas para enfrentar o mal que se
esconde do olhar dos homens sem fé e sem coragem.
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Orientalismo e Espiritualidade (com ênfase nos ensinamentos dos Upanishads)
que iniciarei daqui a pouco no IPPB para cerca de 235 pessoas, percebi uma
certa manifestação energética por fora do meu apartamento. Fechei os olhos
e concentrei-me para verificar o que era. Pulsei luz no meu chakra frontal e
nas mãos enquanto erguia os pensamentos e sentimentos ao Supremo Amor para
sintonizar a consciência com as energias elevadas.
Fora do apartamento (moro no quinto andar), em pleno ar, surgiu uma fenda
escura. Eu sabia que era uma passagem interdimensional para o plano
extra físico. Do outro lado da mesma, muito embora eu não pudesse vê-los
diretamente, estava um grupo de exus que trabalha nos ambientes pesados do
Astral desmanchando as porcarias que os encarnados encomendam aos seus
asseclas desencarnados que patrocinam certos processos de magia trevosa.
Eles operam em climas pesadíssimos e são craques em dissolver as energias
pesadas emanadas pelo ódio. Costumam trabalhar associados às egrégoras *
afro-brasileiras, principalmente na Umbanda. São espíritos que não costumam
aparecer ostensivamente e não são dados a floreios espirituais. Costumam ser
bem diretos e falam na cara o que for preciso, sem qualquer dose de
concessão ao ego de quem os escuta. Dentro de sua maneira direta de agir,
eles não suportam pessoas hipócritas e nem espiritualistas que complicam o
serviço com os seus problemas corriqueiros. Também não gostam de pessoas que
trabalham sem honra no caminho e apenas voltadas para a resolução de suas
problemáticas infantis.
Apesar de aparentarem um jeitão meio agressivo (quem os critica não trabalha
com as energias pesadas que eles tem que aturar a toda hora e nem tem metade
da raça desses amigos que operam no Umbral e que tanto ajudam a humanidade
sem receberem o mínimo reconhecimento), respeitam muito a quem trabalha
verdadeiramente voltado para a Espiritualidade Superior. Em muitas ocasiões
de minha vida fui ajudado por esses exús e outras entidades ligadas às
atmosferas psíquicas afro-brasileiras. Por diversas vezes, principalmente em
projeções da consciência com resgates extra físicos dificílimos, esse pessoal
me ajudou e protegeu, sempre de forma limpa e sem me cobrar coisa alguma.
Alguns desses grupos extrafísicos trabalham ligados a diversos mestres
espirituais que ajudam invisivelmente a humanidade. Servem nos planos densos
sob o comando secreto dos mentores que patrocinam o esclarecimento
espiritual planetário. São eles que seguram as barras pesadas nos ambientes
crosta-a-crosta e nos planos extrafísicos densos (umbralinos). São eles os
amparadores que descem as furnas malignas para enfrentar o mal que se
esconde do olhar dos homens sem fé e sem coragem.
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segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Fora do Corpo: Obra sobre Projeção, de Robert Bruce
1. Robert Bruce (rsb@garion.it.com.au) escreve:
Esta versão foi completamente reescrita e atualizada, com pensamento em todas as questões e comentários recebidos desde sua primeira postagem. Eu tentei, aplicando minha experiência como projetor e místico, resolver alguns dos problemas básicos que as pessoas tem com a projeção. Este se tornou um trabalho interativo graças a todo o retorno construtivo e experimentação que ele inspirou na Internet.
Existem certos aspectos da dimensão astral e do processo de projeção que são muito complicados. Muito dele é mal entendido e ele pode ser muito confuso as vezes. Esta série de artigos tenta esclarecer um pouco o assunto, e esperançosamente, explicar bem do que se trata. As teorias e conclusões nesta obra são largamente baseadas na minha própria experiência de projeção. É objetivo desta obra desenvolver um entendimento maior e novo, técnicas de projeção mais simples e mais eficientes. As idéias, teorias e técnicas discutidas aquiestão constantemente sob desenvolvimento e estão sujeitas a modificação conforme novas descobertas e pontos-de-vista forem esclarecidos.
2. O Quê é a Dimensão Astral?
O astral é a dimensão mais próxima da física. Ela envolve e permeia o mundo como uma enorme rede mental, absorvendo e guardando todos os pensamentos. Seu conteúdo é criado pela consciência coletiva da mente do mundo. Ela contém todos os pensamentos, lembranças, fantasias, e sonhos de toda coisa viva no mundo. Nela, as leis da atração simpática, ou igual atrai igual, faz com que este oceano de substância mental se estratifique e estabeleça camadas ou níveis. Estes níveis de pensamento são mais comumente chamados de planos astrais, mundos astrais, sub-planos astrais ou domínios astrais.
A dimensão astral é composta de matéria astral e é habilmente descrita como substância mental. Ela é extremamente sensível ao pensamento e pode ser moldada em qualquer forma ou aspecto. Estas criações são tão perfeitas que são indistiguíveis da realidade.
A melhor maneira de explicar isto, substância mental, é fazer uma comparação entre a matéria astral e um filme fotográfico não exposto. Quando este filme é exposto à luz, enfocado pelas lentes da câmera, uma imagem perfeita da realidade é instantaneamente formada no filme pela reação química do filme com a luz. Quando a matéria astral é exposta ao pensamento, enfocada pelas lentes da mente, uma imagem perfeita da realidade é imediatamente formada de substância mental astral pela reação da matéria astral com o pensamento. A complexidade e a durabilidade de qualquer criação na dimensão astral depende grandemente da força da mente realizando a criação.
3. Sonhos:
É assim que o subconsciente cria os sonhos: Sintonizando na dimensão astral durante o sono, ele pode criar qualquer cenário que desejar. Esta é a maneira do subconsciente resolver problemas e se comunicar com a mente consciente. Ele cria uma série de cenários complexos em forma de pensamento e projeta-os na substância mental da dimensão astral, onde eles se tornam sólidos. A mente consciente então vive e experimenta estes cenários criados no estado de sonho. De forma que é como um projetor de cinema (subconsciente) projetando em uma tela de cinema (dimensão astral).
4. Formas de Pensamento:
Qualquer objeto novo no mundo real é assimilado na dimensão astral durante um período de tempo. Uma representação dele em forma de pensamento primeiro cresce (surge) na parte mais baixa do astral, próxima à dimensão física, se tornando mais e mais permanente conforme o tempo passa. Como com todas as formas de pensamento, quanto maior a atenção dada a ela mais rápido ela cresce.
Quanto mais alto na dimensão astral, ou quanto mais distante da dimensão física, menos formas de pensamento, do mundo físico, como nós conhecemos, são encontradas. Coisas físicas tem que se embeber (permanecer) nela por um tempo muito grande antes que elas tomem forma, e sejam encontradas, no astral superior.
Você já tentou andar por uma casa estranha no escuro? Você esbarra em tudo, certo?. Mas conforme você se torna familiar com ela entretanto, uma imagem mental de seus contornos se forma em sua mente, e você consegue encontrar melhor o caminho. Quanto mais tempo você passa nessa casa mais forte essa imagem mental se torna. Isto é similar a como as coisas são assimiladas e crescem, como formas de pensamento, em outras dimensões.
A geração de formas de pensamento no astral também funciona ao contrário. Se um objeto físico existe a muito tempo, ele terá desenvolvido uma impressão duradoura de sua forma de pensamento no astral. Após o objeto ser destruído ou removido, sua forma de pensamento continua a existir (durante algum tempo). Você pode, por exemplo, no astral, encontrar móveis que você não tem (mais) em sua casa, confundidos com aqueles que você (ainda) possui. Isto é causado pelas formas de pensamento decadentes (que estão desaparecendo) de coisas velhas, que pertenciam a casa anteriormente, mas que ainda estão lá, anos após os originais terem ido.
Formas de pensamento antigas não seguem o seu equivalente físico quando eles mudam de lugar. As novas começam a crescer no astral onde quer que estejam enquanto as antigas desaparecem lentamente. Quanto mais tempo alguma coisa estiver num lugar, mais forte a forma de pensamento irá se tornar naquele lugar. Isto também se aplica a construções (prédios, etc.), estruturas e características geológicas. Você pode fazer uma projeção em um parque e encontrar uma casa, ponte, colina, etc. que você sabe definidamente que não está lá. Estas podem ter existido há tempos atrás. Quando mais alto você vai no astral, mais antigas as formas de pensamento são, ou mais para trás no tempo geológico você parece estar.
A taxa de crescimento de uma forma de pensamento depende largamente da quantidade de atenção dada a ela. Por exemplo, um quadro famoso; amado, visto e altamente pensado por milhões, terá uma forma de pensamento muito mais forte que aquele quadro comum que fica no quarto de alguém e é visto apenas por poucos. O número de formas de pensamento que você encontra no astral também depende de quão próximo você está da dimensão física. Se você estiver muito próximo, como em uma projeção em tempo real ou experiência fora do corpo, muito poucas formas de pensamento, se quaisquer, serão encontradas. Em uma experiência-fora-do-corpo em tempo real você não está exatamente na dimensão astral, mas existindo como uma forma astral em uma zona intermediária entre as dimensões física e astral.
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Esta versão foi completamente reescrita e atualizada, com pensamento em todas as questões e comentários recebidos desde sua primeira postagem. Eu tentei, aplicando minha experiência como projetor e místico, resolver alguns dos problemas básicos que as pessoas tem com a projeção. Este se tornou um trabalho interativo graças a todo o retorno construtivo e experimentação que ele inspirou na Internet.
Existem certos aspectos da dimensão astral e do processo de projeção que são muito complicados. Muito dele é mal entendido e ele pode ser muito confuso as vezes. Esta série de artigos tenta esclarecer um pouco o assunto, e esperançosamente, explicar bem do que se trata. As teorias e conclusões nesta obra são largamente baseadas na minha própria experiência de projeção. É objetivo desta obra desenvolver um entendimento maior e novo, técnicas de projeção mais simples e mais eficientes. As idéias, teorias e técnicas discutidas aquiestão constantemente sob desenvolvimento e estão sujeitas a modificação conforme novas descobertas e pontos-de-vista forem esclarecidos.
2. O Quê é a Dimensão Astral?
O astral é a dimensão mais próxima da física. Ela envolve e permeia o mundo como uma enorme rede mental, absorvendo e guardando todos os pensamentos. Seu conteúdo é criado pela consciência coletiva da mente do mundo. Ela contém todos os pensamentos, lembranças, fantasias, e sonhos de toda coisa viva no mundo. Nela, as leis da atração simpática, ou igual atrai igual, faz com que este oceano de substância mental se estratifique e estabeleça camadas ou níveis. Estes níveis de pensamento são mais comumente chamados de planos astrais, mundos astrais, sub-planos astrais ou domínios astrais.
A dimensão astral é composta de matéria astral e é habilmente descrita como substância mental. Ela é extremamente sensível ao pensamento e pode ser moldada em qualquer forma ou aspecto. Estas criações são tão perfeitas que são indistiguíveis da realidade.
A melhor maneira de explicar isto, substância mental, é fazer uma comparação entre a matéria astral e um filme fotográfico não exposto. Quando este filme é exposto à luz, enfocado pelas lentes da câmera, uma imagem perfeita da realidade é instantaneamente formada no filme pela reação química do filme com a luz. Quando a matéria astral é exposta ao pensamento, enfocada pelas lentes da mente, uma imagem perfeita da realidade é imediatamente formada de substância mental astral pela reação da matéria astral com o pensamento. A complexidade e a durabilidade de qualquer criação na dimensão astral depende grandemente da força da mente realizando a criação.
3. Sonhos:
É assim que o subconsciente cria os sonhos: Sintonizando na dimensão astral durante o sono, ele pode criar qualquer cenário que desejar. Esta é a maneira do subconsciente resolver problemas e se comunicar com a mente consciente. Ele cria uma série de cenários complexos em forma de pensamento e projeta-os na substância mental da dimensão astral, onde eles se tornam sólidos. A mente consciente então vive e experimenta estes cenários criados no estado de sonho. De forma que é como um projetor de cinema (subconsciente) projetando em uma tela de cinema (dimensão astral).
4. Formas de Pensamento:
Qualquer objeto novo no mundo real é assimilado na dimensão astral durante um período de tempo. Uma representação dele em forma de pensamento primeiro cresce (surge) na parte mais baixa do astral, próxima à dimensão física, se tornando mais e mais permanente conforme o tempo passa. Como com todas as formas de pensamento, quanto maior a atenção dada a ela mais rápido ela cresce.
Quanto mais alto na dimensão astral, ou quanto mais distante da dimensão física, menos formas de pensamento, do mundo físico, como nós conhecemos, são encontradas. Coisas físicas tem que se embeber (permanecer) nela por um tempo muito grande antes que elas tomem forma, e sejam encontradas, no astral superior.
Você já tentou andar por uma casa estranha no escuro? Você esbarra em tudo, certo?. Mas conforme você se torna familiar com ela entretanto, uma imagem mental de seus contornos se forma em sua mente, e você consegue encontrar melhor o caminho. Quanto mais tempo você passa nessa casa mais forte essa imagem mental se torna. Isto é similar a como as coisas são assimiladas e crescem, como formas de pensamento, em outras dimensões.
A geração de formas de pensamento no astral também funciona ao contrário. Se um objeto físico existe a muito tempo, ele terá desenvolvido uma impressão duradoura de sua forma de pensamento no astral. Após o objeto ser destruído ou removido, sua forma de pensamento continua a existir (durante algum tempo). Você pode, por exemplo, no astral, encontrar móveis que você não tem (mais) em sua casa, confundidos com aqueles que você (ainda) possui. Isto é causado pelas formas de pensamento decadentes (que estão desaparecendo) de coisas velhas, que pertenciam a casa anteriormente, mas que ainda estão lá, anos após os originais terem ido.
Formas de pensamento antigas não seguem o seu equivalente físico quando eles mudam de lugar. As novas começam a crescer no astral onde quer que estejam enquanto as antigas desaparecem lentamente. Quanto mais tempo alguma coisa estiver num lugar, mais forte a forma de pensamento irá se tornar naquele lugar. Isto também se aplica a construções (prédios, etc.), estruturas e características geológicas. Você pode fazer uma projeção em um parque e encontrar uma casa, ponte, colina, etc. que você sabe definidamente que não está lá. Estas podem ter existido há tempos atrás. Quando mais alto você vai no astral, mais antigas as formas de pensamento são, ou mais para trás no tempo geológico você parece estar.
A taxa de crescimento de uma forma de pensamento depende largamente da quantidade de atenção dada a ela. Por exemplo, um quadro famoso; amado, visto e altamente pensado por milhões, terá uma forma de pensamento muito mais forte que aquele quadro comum que fica no quarto de alguém e é visto apenas por poucos. O número de formas de pensamento que você encontra no astral também depende de quão próximo você está da dimensão física. Se você estiver muito próximo, como em uma projeção em tempo real ou experiência fora do corpo, muito poucas formas de pensamento, se quaisquer, serão encontradas. Em uma experiência-fora-do-corpo em tempo real você não está exatamente na dimensão astral, mas existindo como uma forma astral em uma zona intermediária entre as dimensões física e astral.
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