TRECHO:
INTRODUÇÃO
O vocábulo Arqueômetro é originário do védico e do sânscrito: ARKA-
METRA. A palavra ARKA (que significa Sol) pode ser subdividida em AR e KA.
AR representa a Roda Radiante da Palavra Divina (a Temura principal de AR é
RA); e KA recorda a mathesis primordial. Este saber universal (Characteristica
Universalis para Leibniz), que se constitui no fundamento de todas as artes,
religiões e ciências, une o Espírito, a Alma e o Corpo da Verdade, demonstrando,
assim, na observação pela experiência, a Unidade de sua Universalidade no
duplo Universo e em seu triplo estado social (ordem econômica, ordem jurídica e
ordem universitária). ARK, em outra dimensão, significa a potência da
manifestação e seu festejo pela PALAVRA (VERBUM DIMISSUM). A inversão de
ARK produz KRA, KAR e KRI, que, basicamente, significam cumprir uma obra,
conservando e continuando uma criação. MATRA é a medida-mãe por
excelência, expressando a unidade em todas as coisas. MAeTRA é, também, o
sinal métrico do Dom Divino, o da Substância em todos os graus proporcionais de
suas equivalências. No grau psíquico universal œ AMaTh do AThMa e AThMa do
AMaTh e sua MaThA œ simbolizam a bondade maternal e o amor feminino de
Deus para com toda a criação. Criar é amar. Desposar. Toda a sabedoria
arqueométrica está inscrita em um círculo de 360o, dividido em triângulos de 12
seções de 30o cada. Para a mais criteriosa compreensão deste ensaio, deve ser
observado que as reflexões que se seguirão, estão relacionadas com alguns dos
seguintes aspectos ou planos: realista, idealista ou puramente divino ou espiritual.
E, também, o discernimento da Arqueometria Esotérica (ou Oculta) está baseado
em Sete Ciências, e, conseqüentemente, existem Sete Chaves que abrem o
tabernáculo do seu simbolismo. Há, ainda, um a exigência adicional, pois os textos
arcaicos nos quais está alicerçado o Arqueômetro, podem configurar-se como:
simbólicos, emblemáticos, parabólicos ou alegóricos e, inclusive, hieroglíficos
(SENZAR) ou logográficos. Uma palavra pode estar representada por uma
simples letra e até por um único número, como, por exemplo, é o caso do
Primeiro Nome AHIH (SOU) ç AHIH (1 + 5 + 10 + 5) ASheR (1 + 300 + 200)
AHIH (1 + 5 + 10 + 5) ô SOU O QUE SOU (21) (501) (21) ã que, algumas
vezes, é simbolizado apenas pela letra Iod, cujo valor externo é 10 (dez), e que
recorda a Década Sagrada dual de Pitágoras (Tetractys: o um e o círculo ou
zero), que pretende simbolizar o TODO ABSOLUTO, manifestando-se
ininterruptamente pelo VERBUM. O Ser é o contínuo Ser, como disse
Parmênides. Observe-se, ainda, que 21 + 501 + 21 = 543, cuja face é 345 e cuja
soma representa o valor cabalístico do Cristo ( 888 ). É interessante como a
Tradição se oculta e se revela: o baralho comum, o jogo de damas e o dado (que
desenvolvido se converte em uma cruz em forma de † ,isto é, 3, 4, 7) encerram
enigmas e mistérios que se perdem na noite do tempo. Por isso dizem os
alquimistas: Quando o Três e o Quatro se abraçam, transformam-se em um
Cubo, que vem a ser, quando desenvolvido, o veículo e o número da Vida œ o
Pai–Mãe SETE. Esta Lei está oculta em IHOH. Enfim, os braços da cruz sétupla
representam, respectivamente, a luz, o calor, a eletricidade, o magnetismo
terrestre, a radiação astral, o movimento e a inteligência (ou consciência). Como
disse Vergílio: Numero Deus impare gaudet. E os contos populares, as músicas
de roda e as historinhas infantis œ As Mil e Uma Noites, por exem plo œ contêm
ensinam entos iniciáticos imperdíveis. Os símbolos e signos numéricos, cósmicos
e siderais encontram-se espalhados por toda a literatura, dos cânticos de Homero
às obras de Francis Bacon. Também , como ensinou Bulwer-Lytton, The Power of
the Coming Race está oculto no VRIL, que só poderá ser conhecido se e quando
a justiça se manifestar perfeitamente no Mundo da Concretização, pois esta
perfeita justiça, conforme entendeu o autor supracitado, emana forçosamente da
perfeição de conhecimento para a conceber, da perfeição de amor para a querer
e da perfeição de poder para a concretizar.
Mostrando postagens com marcador Cabala. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cabala. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 27 de abril de 2009
quinta-feira, 5 de março de 2009
Otz Chiim / Árvore da Vida
TRECHO:
Níveis de Consciência, Esferas de Existência, Planos Mentais... a Árvore da Vida
(ou Otz Chiim em hebraico) possui inúmeras definições e várias obras foram
escritas em cima de seus conceitos. Originária da Cabala judaica (segundo a
história, foi passada de Enoque a Abraão e perpetuada por Moisés) serviu como
base para muito do que hoje é conhecido em magia porém, vamos aqui apenas
relaciona-la com o sistema de nossa Santa Ordem.
A principal função da Árvore da Vida reside na estruturalização do sistema da
A.·.A.·.
Os graus da ordem são baseados em suas sephiroth onde um estudo mais
aprofundado de suas relações (Livro da Lei, astrologia, tarô, chakras,
orixás,numerologia) deve ser cuidadosamente feito.
A Árvore da Vida é um mergulho na consciência humana, onde uma de suas
principais virtudes reside na mutabilidade de sua aplicação no auto -
desenvolvimento mágico, onde a sua correspondência com o microcosmo é
dinâmica e infinita, pois em hipótese alguma ela é hermética em si, possuindo
correspondências com praticamente todos os sistemas mágicos existentes.
Níveis de Consciência, Esferas de Existência, Planos Mentais... a Árvore da Vida
(ou Otz Chiim em hebraico) possui inúmeras definições e várias obras foram
escritas em cima de seus conceitos. Originária da Cabala judaica (segundo a
história, foi passada de Enoque a Abraão e perpetuada por Moisés) serviu como
base para muito do que hoje é conhecido em magia porém, vamos aqui apenas
relaciona-la com o sistema de nossa Santa Ordem.
A principal função da Árvore da Vida reside na estruturalização do sistema da
A.·.A.·.
Os graus da ordem são baseados em suas sephiroth onde um estudo mais
aprofundado de suas relações (Livro da Lei, astrologia, tarô, chakras,
orixás,numerologia) deve ser cuidadosamente feito.
A Árvore da Vida é um mergulho na consciência humana, onde uma de suas
principais virtudes reside na mutabilidade de sua aplicação no auto -
desenvolvimento mágico, onde a sua correspondência com o microcosmo é
dinâmica e infinita, pois em hipótese alguma ela é hermética em si, possuindo
correspondências com praticamente todos os sistemas mágicos existentes.
Marcadores:
A.·.A.·. - Astrum Argentum,
Cabala,
Thelema
domingo, 11 de janeiro de 2009
Alfabeto Grego
TRECHO:
" O Livro da Lei está mais ligado a Cabala Grega do que a Hebráica"
The Confessions of Aleister Crowley, pag: 385
" O Livro da Lei está mais ligado a Cabala Grega do que a Hebráica"
The Confessions of Aleister Crowley, pag: 385
Marcadores:
A.·.A.·. - Astrum Argentum,
Cabala,
Thelema
Alfabeto Hebráico
TRECHO:
Símbolo Letra Letra/Pronuncia Tarô Planeta Imagem Zodiaco Valor
Aleph A - (e,i,o,u) Tolo - Boi - 1
Beth B, V Mago Mercúrio Casa - 2
Gimel G, Gh -(gutural,
gue) Sacerdotisa Vênus Camelo - 3
Daleth D, Dh Imperatriz Lua Porta - 4
Símbolo Letra Letra/Pronuncia Tarô Planeta Imagem Zodiaco Valor
Aleph A - (e,i,o,u) Tolo - Boi - 1
Beth B, V Mago Mercúrio Casa - 2
Gimel G, Gh -(gutural,
gue) Sacerdotisa Vênus Camelo - 3
Daleth D, Dh Imperatriz Lua Porta - 4
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Liber VII: Liber Liberi vel Lapidis Lazuli / Liber Liberi Vel Lapidus Lazuli - Adumbratio Kabbalæ Ægyptiorum, de Aleister Crowley
TRECHO:
PRÓLOGO DO INASCIDO
1. À minha solidão chega.
2. O som de uma flauta em bosquetes escuros que crescem nos montes mais
distantes.
3. Mesmo da margem do corajoso rio eles atingem a borda do deserto.
4. E eu vejo Pã.
5. As neves são eternas acima, acima.
6. E o perfume delas sobe às narinas das estrelas.
7. Mas que tenho eu a ver com estas coisas?
8. Para mim somente a flauta distante, a duradoura visão de Pã.
9. Em toda parte Pã para os olhos, para os ouvidos;
10. O perfume de Pã presente, o gosto dele enchendo-me por completo a boca, de
forma que a língua fala um idioma monstruoso e estranho.
2 of 20
11. O abraço dele intenso em todo centro de prazer e dor.
12. O sexto sentido interno inflamado com Seu ser mais íntimo;
13. Meu ser atirado ao precipício da existência.
14. Até mesmo no abismo, aniquilação.
15. Um fim para a solidão, como de tudo.
16. Pã! Pã! Io Pã! Io Pã!
Comentários:
1 -"solidão" - do Bebê do Abismo
2 - "flauta" - A flauta de Pã.
3 - "rio" - Phrath - um dos quatro rios do Éden no Gênesis.
4 - "Pã" - gerador de NEMO
5 - "neves" - As Três Supernas
6 - "estrelas " - Nuit
13 - de Chesed a Binah
15 - estão outros Mestres na Cidade ds Pirâmides.
PRÓLOGO DO INASCIDO
1. À minha solidão chega.
2. O som de uma flauta em bosquetes escuros que crescem nos montes mais
distantes.
3. Mesmo da margem do corajoso rio eles atingem a borda do deserto.
4. E eu vejo Pã.
5. As neves são eternas acima, acima.
6. E o perfume delas sobe às narinas das estrelas.
7. Mas que tenho eu a ver com estas coisas?
8. Para mim somente a flauta distante, a duradoura visão de Pã.
9. Em toda parte Pã para os olhos, para os ouvidos;
10. O perfume de Pã presente, o gosto dele enchendo-me por completo a boca, de
forma que a língua fala um idioma monstruoso e estranho.
2 of 20
11. O abraço dele intenso em todo centro de prazer e dor.
12. O sexto sentido interno inflamado com Seu ser mais íntimo;
13. Meu ser atirado ao precipício da existência.
14. Até mesmo no abismo, aniquilação.
15. Um fim para a solidão, como de tudo.
16. Pã! Pã! Io Pã! Io Pã!
Comentários:
1 -"solidão" - do Bebê do Abismo
2 - "flauta" - A flauta de Pã.
3 - "rio" - Phrath - um dos quatro rios do Éden no Gênesis.
4 - "Pã" - gerador de NEMO
5 - "neves" - As Três Supernas
6 - "estrelas " - Nuit
13 - de Chesed a Binah
15 - estão outros Mestres na Cidade ds Pirâmides.
Marcadores:
A.·.A.·. - Astrum Argentum,
Cabala,
Satanismo,
Thelema
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Liber VI: Liber O vel Manus et Sagitae
TRECHO:
1. Este livro é facilmente mal compreendido; é pedido aos leitores valerem-se das mais
minuciosas críticas ao estuda-lo, o que foi feito em sua preparação.
2. Neste livro é falado das Sephiroth e dos Caminhos, de Espíritos e Conjurações; de
Deuses, Esferas, Planetas e muitas outras coisas que podem existir ou não. É irrelevante
se elas existem ou não. Pois fazendo certas coisas, certos resultados seguem-se ;
estudantes devem ser seriamente advertidos a evitar atribuições de realidade objetiva ou
validade filosófica a qualquer um deles.
3. As vantagens a serem obtidas são as seguintes:
- Um ampliação do horizonte mental.
- Um aperfeiçoamento do controle mental.
4. O estudante, se obter qualquer tipo de sucesso nas práticas que se seguem, serão
confrontados por coisas ( conceitos ou seres ) deslumbrantes ou terríveis demais para
serem descritos. É essencial que permaneça o mestre de todas essas considerações
vozes ou percepções; ou será escravo de ilusões e vítima da loucura.
Antes de iniciar tais práticas, o estudante deve estar gozando de boa saúde e ter obtido
algum domínio em Asana, Pranayama e Dharana.
5. Existe algum perigo, de que qualquer estudante, por mais estúpido que seja, obter
algum resultado; porém há um grande perigo que ele seja desviado daqueles que deveria
alcançar.
6. Primeiro, deve considerar o uso do livro chamado 777; a preparação do Ambiente, o
uso de Cerimônias Mágicas, e finalmente dos métodos que aparecem no capítulo V "
Viator in Regnis Arboris " e no Capítulo VI " Sagitta trans Lunam.".
1. Este livro é facilmente mal compreendido; é pedido aos leitores valerem-se das mais
minuciosas críticas ao estuda-lo, o que foi feito em sua preparação.
2. Neste livro é falado das Sephiroth e dos Caminhos, de Espíritos e Conjurações; de
Deuses, Esferas, Planetas e muitas outras coisas que podem existir ou não. É irrelevante
se elas existem ou não. Pois fazendo certas coisas, certos resultados seguem-se ;
estudantes devem ser seriamente advertidos a evitar atribuições de realidade objetiva ou
validade filosófica a qualquer um deles.
3. As vantagens a serem obtidas são as seguintes:
- Um ampliação do horizonte mental.
- Um aperfeiçoamento do controle mental.
4. O estudante, se obter qualquer tipo de sucesso nas práticas que se seguem, serão
confrontados por coisas ( conceitos ou seres ) deslumbrantes ou terríveis demais para
serem descritos. É essencial que permaneça o mestre de todas essas considerações
vozes ou percepções; ou será escravo de ilusões e vítima da loucura.
Antes de iniciar tais práticas, o estudante deve estar gozando de boa saúde e ter obtido
algum domínio em Asana, Pranayama e Dharana.
5. Existe algum perigo, de que qualquer estudante, por mais estúpido que seja, obter
algum resultado; porém há um grande perigo que ele seja desviado daqueles que deveria
alcançar.
6. Primeiro, deve considerar o uso do livro chamado 777; a preparação do Ambiente, o
uso de Cerimônias Mágicas, e finalmente dos métodos que aparecem no capítulo V "
Viator in Regnis Arboris " e no Capítulo VI " Sagitta trans Lunam.".
Marcadores:
A.·.A.·. - Astrum Argentum,
Cabala,
Satanismo,
Thelema
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Sefer Yetzirá - Meditação Cabalística, de Alexandre Chagas
TRECHO:
Esta meditação serve para atrair Sabedoria, Riqueza, Semente (Força Interior), Vida (Cura), Domínio (interior e exterior), Paz e Graça (graça divina, boa sorte) e foi ensinada pelos antigos cabalistas. Foi publicada pela primeira vez por Alexandre Chagas.
Esta meditação serve para atrair Sabedoria, Riqueza, Semente (Força Interior), Vida (Cura), Domínio (interior e exterior), Paz e Graça (graça divina, boa sorte) e foi ensinada pelos antigos cabalistas. Foi publicada pela primeira vez por Alexandre Chagas.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Os 72 nomes de Deus - Guia Prático de Consulta e Meditação, de Alexandre Chagas
TRECHO:
Obs: Este livro apenas ensina técnicas terapêuticas de cabalá judáica, estando fora de seus ensinamentos as técnicas de Apometria Cósmica Avançada para expansão dos Nomes em outras realidades espirituais e seu intercâmbio com o mundo físico, o que somente ocorrerá em sala de aula.
Obs: Este livro apenas ensina técnicas terapêuticas de cabalá judáica, estando fora de seus ensinamentos as técnicas de Apometria Cósmica Avançada para expansão dos Nomes em outras realidades espirituais e seu intercâmbio com o mundo físico, o que somente ocorrerá em sala de aula.
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Sefer Zohar Pinchas - livro da cura, de Alexandre Chagas
TRECHO:
Este é o livro de cura cabalístico, em formato totalmente novo, leve e com melhores condições de impressão. A parte de ensino está em português e o conteúdo meditativo encontra-se em hebráico.
Obs: Este livro apenas ensina técnicas terapêuticas de cabalá judáica, estando fora de seus ensinamentos as técnicas de Apometria Cósmica Avançada para utilização em atendimentos holísticos profundos, o que somente ocorrerá em sala de aula.
http://www.luzcristica.com/
Este é o livro de cura cabalístico, em formato totalmente novo, leve e com melhores condições de impressão. A parte de ensino está em português e o conteúdo meditativo encontra-se em hebráico.
Obs: Este livro apenas ensina técnicas terapêuticas de cabalá judáica, estando fora de seus ensinamentos as técnicas de Apometria Cósmica Avançada para utilização em atendimentos holísticos profundos, o que somente ocorrerá em sala de aula.
http://www.luzcristica.com/
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Astrologia Kabbalística, de Rabino Joseph Saulton
TRECHO:
Como a Kabbalah explica a astrologia?
A Astrologia judaica é citada tanto na Torá como no Talmud como um estudo
necessário, e Abraão, o pai do judaísmo, foi o maior astrólogo de seu tempo,
revelando pela primeira vez os nomes das constelações em seu livro Sefer
Yetzirá (O Livro da Formação). É importante ressaltar que a astrologia
judaica é considerada uma ciência, pois penetra nos campos da astronomia e
de outras ciências, não devendo ser confundida com os horóscopos que
encontramos nos jornais diários, pois mesmo quando encontramos informações
que nos pareçam ser relevantes , devemos admitir que as informações do jornal
são tão genéricas que poderiam se aplicar a quase todo mundo.
A Astrologia Kabbalística entende que todas as pessoas vêm a esse mundo com
o objetivo de completar seu tikun ou correção espiritual ou ainda o que alguns
chamam de karma.
A Astrologia também está relacionada com reencarnação. Sabemos que se não
aprendermos as lições as quais viemos a esse mundo para aprender ou se não
completarmos nosso tikun em uma encarnação, precisamos continuar voltando
até que tenhamos aprendido nossas lições . A data, o local e o horário de nosso
nascimento não são por acaso . A Kabbalah explica que o momento do nosso
nascimento é na verdade o esquema de todas as nossas encarnações anteriores,
tudo o que realizamos ou não em vidas passadas. Todos vêm a esse universo
físico em um momento preciso no tempo que irá ajudar a corrigir o que não
puderam corrigir em existências anteriores. As principais lições que precisamos
aprender têm a ver com dignidade humana, tolerância e com compartilhar.
Freqüentemente pensamos que viemos a esse mundo para acumular bens e
fortuna, ou para nos tornarmos pessoas famosas ou importantes , quando a
verdade é que esses objetivos são apenas nosso destino temporário , enquanto
seguimos nossa jornada espiritual. De acordo com a Kabbalah, não viemos a
este mundo para sermos bons, mas sim para sermos melhores. E melhor é
relativo ao ponto de partida de cada um de nós.
Não existe status-quo espiritual, mas trata - se de nos perguntarmos
diariamente : hoje sou melhor do que ontem ?
Se nós apenas mantivermos o nível que tínhamos ao nascer, não teremos de
fato realizado nada, espiritualmente falando.
Como a Kabbalah explica a astrologia?
A Astrologia judaica é citada tanto na Torá como no Talmud como um estudo
necessário, e Abraão, o pai do judaísmo, foi o maior astrólogo de seu tempo,
revelando pela primeira vez os nomes das constelações em seu livro Sefer
Yetzirá (O Livro da Formação). É importante ressaltar que a astrologia
judaica é considerada uma ciência, pois penetra nos campos da astronomia e
de outras ciências, não devendo ser confundida com os horóscopos que
encontramos nos jornais diários, pois mesmo quando encontramos informações
que nos pareçam ser relevantes , devemos admitir que as informações do jornal
são tão genéricas que poderiam se aplicar a quase todo mundo.
A Astrologia Kabbalística entende que todas as pessoas vêm a esse mundo com
o objetivo de completar seu tikun ou correção espiritual ou ainda o que alguns
chamam de karma.
A Astrologia também está relacionada com reencarnação. Sabemos que se não
aprendermos as lições as quais viemos a esse mundo para aprender ou se não
completarmos nosso tikun em uma encarnação, precisamos continuar voltando
até que tenhamos aprendido nossas lições . A data, o local e o horário de nosso
nascimento não são por acaso . A Kabbalah explica que o momento do nosso
nascimento é na verdade o esquema de todas as nossas encarnações anteriores,
tudo o que realizamos ou não em vidas passadas. Todos vêm a esse universo
físico em um momento preciso no tempo que irá ajudar a corrigir o que não
puderam corrigir em existências anteriores. As principais lições que precisamos
aprender têm a ver com dignidade humana, tolerância e com compartilhar.
Freqüentemente pensamos que viemos a esse mundo para acumular bens e
fortuna, ou para nos tornarmos pessoas famosas ou importantes , quando a
verdade é que esses objetivos são apenas nosso destino temporário , enquanto
seguimos nossa jornada espiritual. De acordo com a Kabbalah, não viemos a
este mundo para sermos bons, mas sim para sermos melhores. E melhor é
relativo ao ponto de partida de cada um de nós.
Não existe status-quo espiritual, mas trata - se de nos perguntarmos
diariamente : hoje sou melhor do que ontem ?
Se nós apenas mantivermos o nível que tínhamos ao nascer, não teremos de
fato realizado nada, espiritualmente falando.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
A Sabedoria da Cabalá, de Rabino Yossef Salton
TRECHO:
Este curso está destinado a dar os conceitos básicos da Cabalá, com um método simples e claro, desenvolvido e organizado pelo Rabino Phillip S. Berg e baseado no Zohar e outros livros sobre Cabalá.
1º aula: O que é Cabalá? Como a Cabalá nos ajuda nos dias de Hoje? A Psicologia e a Parapsicologia; a mente consciente e o subconsciente; o ritual e o espiritual, o físico e o metafísico; ilusão e realidade. A limitação dos nossos cinco sentidos.
Iremos, nesta primeira aula, falar genericamente sobre Cabalá, para fazer relação com outros assuntos que conhecemos, tais como Ciência, Psicologia, Parapsicologia, e com a nossa vida, porque realmente queremos utilizá-la para melhoria de nosso dia a dia.
O que é Cabalá?
É a mais antiga sabedoria espiritual que existe sobre a Terra. Como começou? Como se relaciona com a religião?
O primeiro cabalista de que se ouviu falar foi o Patriarca Abrahão. Todos sabemos que ele foi um judeu, mas além de judeu também foi fundador de todas as religiões que acreditam em um único Deus, e é evidente que este é um título muito importante! Podemos dizer a respeito da Abrahão que ele era um homem muito simples, e fazia perguntas muito simples, mas muito profundas. Todos temos perguntas sobre nós mesmos, sobre nossos problemas, sobre a nossa vida, e também sobre Deus. Assim, Abrahão tinha o mesmo tipo de pergunta que todo ser humano tem.
Quem é Deus? Onde Ele está?...
Abrahão tinha essas perguntas. A diferença é que ele não desistiu até que recebeu a resposta correta. Ele sabia que as respostas verdadeiras não estavam no mundo físico, mas também na sua mente, sabia que tinha que transcender sua forma física, deste mundo físico, para receber as respostas às suas perguntas.
Quando obteve sucesso, ele passou a contatar o nível que podemos chamar agora de Consciência Cósmica. É bonita essa palavra. Usar a palavra Deus é problemático, porque fomos educados a temer a Deus, obedecer suas leis, que Ele estava muito longe daqui, e a não fazer muitas perguntas a Seu respeito.
Normalmente ocorre que alguns acreditam que Ele exista, outros que não exista. Mas os que acreditam, será que O viram? E os que dizem que não existe Deus, será que O mataram, para agora dizer que Ele não existe? A Cabalá não trata disto.
Consciência Cósmica é um termo útil; mas na verdade ele apenas descreve Deus de outra forma, com outras palavras. O que Abrahão viu, ou se conectou em nível espiritual, foi com essa Consciência Cósmica; é um conhecimento universal que conecta todos os seres humanos num mesmo Ser Essencial. Porque neste mundo físico somos todos diferentes e separados uns dos outros, e podemos até roubar, lutar e matar-nos. Porque? Porque nos sentimos diferentes uns dos outros. Mas se avançarmos numa certa sabedoria cósmica e compreendermos que somos um ser universal, isso logicamente não acontecerá mais.
Essa é a unidade que Abrahão sentiu e revelou durante sua vida. Obviamente que essa unidade não existe na nossa forma física; somente numa dimensão espiritual.
A Cabalá fala de uma dimensão espiritual onde todos os seres são um: isso é chamado Consciência Cósmica. Segundo a Cabalá, esse é o Deus invisível, que viemos buscando há eras. Quando Abrahão tentou explicar esse conceito a seu pai, foi difícil aceitar: seu pai era idólatra: pessoa que se curva diante de figuras de ídolos de madeira, metal ou outro material. O que ele lhe disse? ‘Você espera que eu acredite num Deus que não posso ver? que não posso sentir? que não posso vender?’ (porque a casa de Abrahão era repleta de ídolos, pois seu pai era mercador de ídolos, sendo assim, muito lucrativo ser idólatra!) Hoje mesmo acontece algo assim quando nos aproximamos das pessoas e começamos a falar sobre espiritualidade e ouvimos ‘por favor não fale de espiritualidade para mim pois sou uma pessoa racional e só acredito nas coisas que eu posso ver, sentir ou que posso vender’. Da mesma maneira, pode-se encontrar que a idolatria seria o que hoje chamamos materialismo. Há muita gente que diz: ‘eu acredito no poder do dinheiro’, sim, ele tem um grande poder!
Porém a Cabalá vem e fala de algo que existe além do mundo material. Após 4 mil anos depois de Abrahão chegou um tempo que nós seres humanos precisamos libertar-nos do mundo material, desse materialismo e aceitarmos a espiritualidade. A consciência humana mudou pouco nesse tempo. Há progresso na ciência e tecnologia, mas será que nos desenvolvemos sob o ponto de vista espiritual? Será que somos seres humanos melhores do que as gerações anteriores? Não, não somos nem melhores nem piores que outras gerações.
Mas, será que a Cabalá contradiz a ciência e a tecnologia?
Não, logicamente a Cabalá não é contra a tecnologia e nem contradiz a ciência.
A ciência agora fala de metafísica, que significa “além da física”. Agora a ciência está chegando ao ponto, ao nível, do qual Abrahão já falava há 4 mil anos. A ciência fala a respeito de um mundo de energias; estamos começando a conhecer através da ciência esse novo mundo. No entanto pode-se chamar na maneira física de energia ou espiritualidade, que se trata da mesma coisa. O mundo da metafísica é semelhante à espiritualidade. Então podemos nos dar conta que o ciclo entre Cabalá e ciência está finalmente se fechando!
Este curso está destinado a dar os conceitos básicos da Cabalá, com um método simples e claro, desenvolvido e organizado pelo Rabino Phillip S. Berg e baseado no Zohar e outros livros sobre Cabalá.
1º aula: O que é Cabalá? Como a Cabalá nos ajuda nos dias de Hoje? A Psicologia e a Parapsicologia; a mente consciente e o subconsciente; o ritual e o espiritual, o físico e o metafísico; ilusão e realidade. A limitação dos nossos cinco sentidos.
Iremos, nesta primeira aula, falar genericamente sobre Cabalá, para fazer relação com outros assuntos que conhecemos, tais como Ciência, Psicologia, Parapsicologia, e com a nossa vida, porque realmente queremos utilizá-la para melhoria de nosso dia a dia.
O que é Cabalá?
É a mais antiga sabedoria espiritual que existe sobre a Terra. Como começou? Como se relaciona com a religião?
O primeiro cabalista de que se ouviu falar foi o Patriarca Abrahão. Todos sabemos que ele foi um judeu, mas além de judeu também foi fundador de todas as religiões que acreditam em um único Deus, e é evidente que este é um título muito importante! Podemos dizer a respeito da Abrahão que ele era um homem muito simples, e fazia perguntas muito simples, mas muito profundas. Todos temos perguntas sobre nós mesmos, sobre nossos problemas, sobre a nossa vida, e também sobre Deus. Assim, Abrahão tinha o mesmo tipo de pergunta que todo ser humano tem.
Quem é Deus? Onde Ele está?...
Abrahão tinha essas perguntas. A diferença é que ele não desistiu até que recebeu a resposta correta. Ele sabia que as respostas verdadeiras não estavam no mundo físico, mas também na sua mente, sabia que tinha que transcender sua forma física, deste mundo físico, para receber as respostas às suas perguntas.
Quando obteve sucesso, ele passou a contatar o nível que podemos chamar agora de Consciência Cósmica. É bonita essa palavra. Usar a palavra Deus é problemático, porque fomos educados a temer a Deus, obedecer suas leis, que Ele estava muito longe daqui, e a não fazer muitas perguntas a Seu respeito.
Normalmente ocorre que alguns acreditam que Ele exista, outros que não exista. Mas os que acreditam, será que O viram? E os que dizem que não existe Deus, será que O mataram, para agora dizer que Ele não existe? A Cabalá não trata disto.
Consciência Cósmica é um termo útil; mas na verdade ele apenas descreve Deus de outra forma, com outras palavras. O que Abrahão viu, ou se conectou em nível espiritual, foi com essa Consciência Cósmica; é um conhecimento universal que conecta todos os seres humanos num mesmo Ser Essencial. Porque neste mundo físico somos todos diferentes e separados uns dos outros, e podemos até roubar, lutar e matar-nos. Porque? Porque nos sentimos diferentes uns dos outros. Mas se avançarmos numa certa sabedoria cósmica e compreendermos que somos um ser universal, isso logicamente não acontecerá mais.
Essa é a unidade que Abrahão sentiu e revelou durante sua vida. Obviamente que essa unidade não existe na nossa forma física; somente numa dimensão espiritual.
A Cabalá fala de uma dimensão espiritual onde todos os seres são um: isso é chamado Consciência Cósmica. Segundo a Cabalá, esse é o Deus invisível, que viemos buscando há eras. Quando Abrahão tentou explicar esse conceito a seu pai, foi difícil aceitar: seu pai era idólatra: pessoa que se curva diante de figuras de ídolos de madeira, metal ou outro material. O que ele lhe disse? ‘Você espera que eu acredite num Deus que não posso ver? que não posso sentir? que não posso vender?’ (porque a casa de Abrahão era repleta de ídolos, pois seu pai era mercador de ídolos, sendo assim, muito lucrativo ser idólatra!) Hoje mesmo acontece algo assim quando nos aproximamos das pessoas e começamos a falar sobre espiritualidade e ouvimos ‘por favor não fale de espiritualidade para mim pois sou uma pessoa racional e só acredito nas coisas que eu posso ver, sentir ou que posso vender’. Da mesma maneira, pode-se encontrar que a idolatria seria o que hoje chamamos materialismo. Há muita gente que diz: ‘eu acredito no poder do dinheiro’, sim, ele tem um grande poder!
Porém a Cabalá vem e fala de algo que existe além do mundo material. Após 4 mil anos depois de Abrahão chegou um tempo que nós seres humanos precisamos libertar-nos do mundo material, desse materialismo e aceitarmos a espiritualidade. A consciência humana mudou pouco nesse tempo. Há progresso na ciência e tecnologia, mas será que nos desenvolvemos sob o ponto de vista espiritual? Será que somos seres humanos melhores do que as gerações anteriores? Não, não somos nem melhores nem piores que outras gerações.
Mas, será que a Cabalá contradiz a ciência e a tecnologia?
Não, logicamente a Cabalá não é contra a tecnologia e nem contradiz a ciência.
A ciência agora fala de metafísica, que significa “além da física”. Agora a ciência está chegando ao ponto, ao nível, do qual Abrahão já falava há 4 mil anos. A ciência fala a respeito de um mundo de energias; estamos começando a conhecer através da ciência esse novo mundo. No entanto pode-se chamar na maneira física de energia ou espiritualidade, que se trata da mesma coisa. O mundo da metafísica é semelhante à espiritualidade. Então podemos nos dar conta que o ciclo entre Cabalá e ciência está finalmente se fechando!
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Curso Esotérico de Cabala - Ilustrado, de V.M. Samael Aun Weor
O Curso Esotérico de Cabala está dividido em 7 lições práticas. Este Curso foi escrito pelo V.M. Samael Aun Weor. Editado e distribuido gratuitamente pela Esoterikha.com.
Há duas classes de cabalistas:
cabalistas intelectuais e cabalistas intuitivos.
Os cabalistas intelectuais são magos negros e os cabalistas intuitivos, magos brancos.
Os Deuses Siderais respondem-nos, muitas vezes, mostrando uma carta do Tarot e compreendemos, intuitivamente, a resposta que nos foi dada.
Os cabalistas intuitivos apenas com o olhar a uma carta compreendem o que o destino lhes reserva.
Este é um Curso de Esoterismo Transcendental e absolutamente prático.
Um curso completo e prático
+ Prática Com As Salamandras
+ Prática Com Os Silfos
+ Prática Com As Ondinas
+ Prática Com Os Gnomos
+ Arcano V - O Jerarca
+ Provas Esotéricas
+ Carta Oito Do Tarot
+ Fogo Flamejante
+ Equilíbrio Da Balança
+ A Nona Esfera
+ Tradições Cabalísticas
+ Esfera De Lilith
+ Esfera De Nahemah
+ Vulcano
+ Ritmos Cósmicos
+ Mantrans Da Magia Sexual
+ Consciência Lunar
+ Consciência Solar
+ Ciclos Sexuais
+ Luz E Consciência
+ Os Dez Sefirotes
+ Chave Para O Conhecimento Direto
+ Lifaros - Lifaros - Licanto - Ligoria
+ A Iniciação
O Curso Esotérico de Cabala está dividido em 7 lições disponíveis para download gratuito.
Objetivo do Curso:
+ Estudar o lado oculto dos números cabalísticos contidos nas 22 cartas do Tarot.
+ Preparar o estudante para conhecer o significado dos arcanos maiores do Tarot.
+ Entregar práticas claras e objetivas para que possa conseguir resultados imediatos.
BAIXAR PDF:
1
2
3
4
5
6
7
Há duas classes de cabalistas:
cabalistas intelectuais e cabalistas intuitivos.
Os cabalistas intelectuais são magos negros e os cabalistas intuitivos, magos brancos.
Os Deuses Siderais respondem-nos, muitas vezes, mostrando uma carta do Tarot e compreendemos, intuitivamente, a resposta que nos foi dada.
Os cabalistas intuitivos apenas com o olhar a uma carta compreendem o que o destino lhes reserva.
Este é um Curso de Esoterismo Transcendental e absolutamente prático.
Um curso completo e prático
+ Prática Com As Salamandras
+ Prática Com Os Silfos
+ Prática Com As Ondinas
+ Prática Com Os Gnomos
+ Arcano V - O Jerarca
+ Provas Esotéricas
+ Carta Oito Do Tarot
+ Fogo Flamejante
+ Equilíbrio Da Balança
+ A Nona Esfera
+ Tradições Cabalísticas
+ Esfera De Lilith
+ Esfera De Nahemah
+ Vulcano
+ Ritmos Cósmicos
+ Mantrans Da Magia Sexual
+ Consciência Lunar
+ Consciência Solar
+ Ciclos Sexuais
+ Luz E Consciência
+ Os Dez Sefirotes
+ Chave Para O Conhecimento Direto
+ Lifaros - Lifaros - Licanto - Ligoria
+ A Iniciação
O Curso Esotérico de Cabala está dividido em 7 lições disponíveis para download gratuito.
Objetivo do Curso:
+ Estudar o lado oculto dos números cabalísticos contidos nas 22 cartas do Tarot.
+ Preparar o estudante para conhecer o significado dos arcanos maiores do Tarot.
+ Entregar práticas claras e objetivas para que possa conseguir resultados imediatos.
BAIXAR PDF:
1
2
3
4
5
6
7
terça-feira, 6 de maio de 2008
Liber 0 - Os 33 Caminhos da Árvore da Vida
As Tradições Ocidentais, dentre elas a Kabala ou a Árvore da Vida, iniciam sua organização dos Mistérios vendo o Universo além do apenas material, também refletindo o aspecto quaternário da Manifestação. Além disto, equilibra cada um destes aspectos ou planos com seu complementar, fazendo que a Matéria (Assiah), representada pelo elemento Terra e de natureza feminina seja equilibrada pela Mente (Atziluth), representada pelo elemento Ar e de natureza masculina. Assim também o faz equilibrando as Emoções (Briah) representadas pelo elemento Água e de natureza feminina com as Ações (Yetzirah) representadas pelo elemento Fogo e de natureza masculina. Antes da Primeira Manifestação desta Realidade, contudo, havia apenas a Luz Ilimitada do Nada ou Negatividade, Inconcebida e Imanifestada.
A Tradição da Kabala relaciona esta Existência Negativa ao Plano Imanifestado de AIN (‘Nada’, ‘Negatividade’). O Imanifestado não percebe(ia) limites, nominando a Existência Negativa Ilimitada de Plano AIN SOF (‘Nada Ilimitado’). Ainda o Imanifestado mostra que a ILIMITADA Existência Negativa assemelha-se a LUZ, Terceiro Plano, AIN SOF AUR. Ao Crear este Universo, o Creador manifestou-a em uma realidade DUALISTA, representada por dois pares complementares de elementos ou planos: Fogo-Atziluth complementa Água-Briah; Ar-Yetzirah complementa Terra-Assiah.
A importância do aspecto quaternário da Manifestação para o entendimento deste estudo é imensa, pois a Kabala está presente simbolicamente no Templo de Salomão, manancial da Tradição Mística Ocidental, simbolismo da Manifestação Universal (Macrocosmo) e da Manifestação Humana (Microcosmo). Desta forma é possível entender que o Templo não é Um e sim Quatro, existindo Um em cada Plano, mas apresentando-se aos que ali estão principalmente pelo seu aspecto material (Assiah), enganando os sentidos humanos com a impressão de ser somente um.
BAIXAR PDF
A Tradição da Kabala relaciona esta Existência Negativa ao Plano Imanifestado de AIN (‘Nada’, ‘Negatividade’). O Imanifestado não percebe(ia) limites, nominando a Existência Negativa Ilimitada de Plano AIN SOF (‘Nada Ilimitado’). Ainda o Imanifestado mostra que a ILIMITADA Existência Negativa assemelha-se a LUZ, Terceiro Plano, AIN SOF AUR. Ao Crear este Universo, o Creador manifestou-a em uma realidade DUALISTA, representada por dois pares complementares de elementos ou planos: Fogo-Atziluth complementa Água-Briah; Ar-Yetzirah complementa Terra-Assiah.
A importância do aspecto quaternário da Manifestação para o entendimento deste estudo é imensa, pois a Kabala está presente simbolicamente no Templo de Salomão, manancial da Tradição Mística Ocidental, simbolismo da Manifestação Universal (Macrocosmo) e da Manifestação Humana (Microcosmo). Desta forma é possível entender que o Templo não é Um e sim Quatro, existindo Um em cada Plano, mas apresentando-se aos que ali estão principalmente pelo seu aspecto material (Assiah), enganando os sentidos humanos com a impressão de ser somente um.
BAIXAR PDF
segunda-feira, 21 de abril de 2008
sobre "Sepher haBahir / Sefer ha-Bahir - Livro da Iluminação"
O Sepher haBahir também chamado de Midrash do Rabi Nehuniah ben Hakana é, juntamente com o Sepher Yetzirah que o precedeu e o Sepher haZohar que o suscedeu, um dos trabalhos clássicos da Cabala.
Seu nome vem do primeiro versículo citado no seu próprio texto: (Jó, 37-21) "E agora não se vê luz, o céu é luminoso (bahir)".
Citado no comentário de Raavad a respeito do Sepher Yetzirah e pelo Ranban (Rabi Moshe Nachman) em seu comentário sobre a Torah, é também, por diversas vêzes, parafraseado no Zohar, conforme Aryeh Kaplan em sua introdução à tradução e comentário do Bahir.
Dizia Moshe Cordovero (1522-1570): "As palavras deste texto são lumionosas (Bahir) e cintilantes, mas o seu brilho pode cegar...".
Acredita-se que o Bahir foi composto em meados do século XII (1175), na escola cabalística de Provance (França), e circulou por quase cinco séculos em forma de manuscrito, restrito a um círculo restrito de cabalistas judeus, antes que fosse impresso em Amsterdã no ano de 1651.
Sua primeira edição em outra língua deu-se em 1923 para o alemão e após em 1980 para o inglês. Assim, o Bahir é, como o Zohar um trabalho não muito popular, seu texto é porém muito menor que o do Zohar, em torno de 12.000 palavras, e maior que o Sepher Yetzirah.
Embora o Bahir seja considerado como produto dos ensinamentos do Rabi Nehuniah, partes consideráveis do trabalho são atribuidos a outros autores de sua escola ou descendência. Dentre estes, são citados o Rabino Akiba, o Rabino Eliezer o Grande, Rabino Berachia, Rabino Yochanan ben Dahabai, Rabino Levitas ben Tavros e Rabino Rahumai o mais citado dentre todos, suscessor do Rabi Nehuniah como líder da escola, que também conheceu o Rabi Pinhas ben Yair, sogro do Rabi Shimon bar Yochai, autor do Zohar. Diz a lenda que Rabi Rahumai estava junto com o Rabi Pinhas, quando Rabi Shimon saiu de sua caverna no Kineret, onde o Zohar lhe foi revelado...
Conta-nos Aryeh Kaplan, que com o encerramento do período Talmúdico, o círculo de cabalistas diminuiu e, em certas épocas, pode não ter ultrapassado uma parca dúzia de indivíduos. Porém este grupo era tão unido que, muitas vêzes, pessoas estranhas nem suspeitavam de sua existência. Embora fosse importante manter a tradição da Cabala, também era importante evitar que caísse em mãos erradas...Dentre os cabalistas "pré-Bahir", podemos citar Natronai Gaon (794-861), Sherira Gaon(906-1006), Hai Gaon (939-1038).
Por outro lado, sábios como Maimônides (1135-1204) que escreveu a Mishné Torah e o Rabi Yehudá ben Barzilai (1035-1105) autor de um dos mais extensos comentários sobre o Sepher Yetzirah, nunca viram ou comentaram nada sobre o Bahir.
Ainda dentre os conhecedores da Tradição encontram-se Ravaad o Rabino Avraham ben David de Posquieres (1120-1198), filho de Avraham ben Itzrak e pai de Isaac o Cego, que embora fosse cego possuia a reputação de poder ver a alma de uma pessoa e de ser capaz de ler os seus pensamentos. Isaac o Cego, que foi chamado de "Pai da Cabala" pelo Rabi Bachya Asher (1276-1340) em seu comentário sobre a Torah, transmitiu a tradição a seus discípulos Ezra e Ariel, e estes ao Rabino Moshe ben Nachman (Nachmanides), conhecido como Ranban (1194-1270) que citou frequentemente o Bahir em seus comentários sobre a Torah.
O Bahir foi o texto mais importante da Cabala Clássica, até a publicação do Zohar em 1295. E este último extende-se em muitas oportunidades sobre comentários e conceitos encontrados inicialmente no Bahir. De fato um estudo cuidadoso revela uma considerável semelhança entre os dois trabalhos, o que pode ser explicado pelo fato de que o Rabino Shimeon bar Yochai, autor do Zohar, conhecia os ensinamentos de Rabi Nehuniah, mesmo antes da revelação mística especial da caverna o Rabi Shimeon já devia ter sido iniciado na Tradição dos "Mistérios da Carruagem" conforme o Bahir chama a Cabala, e a ligação deve ter sido o Rabi Pinhas ben Yair, sogro de Shimeon e amigo do Rev Rahumai, conforme citado. De especial interesse é também o fato de que ambos os trabalhos Zohar e Bahir referem-se à Luz e a Brilho...
Ainda conforme Kaplan, resumimos a seguir a estrutura do Bahir e seus ensinamentos:
1 - Primeiros versículos da criação (1-16)
2 - O alfabeto (27-44)
3 - As Sete Vozes e Sephiroth (45-123)
4 - As dez Sephiroth (123-193)
5 - Mistérios da Alma (194-200)
BAIXAR PDF
Seu nome vem do primeiro versículo citado no seu próprio texto: (Jó, 37-21) "E agora não se vê luz, o céu é luminoso (bahir)".
Citado no comentário de Raavad a respeito do Sepher Yetzirah e pelo Ranban (Rabi Moshe Nachman) em seu comentário sobre a Torah, é também, por diversas vêzes, parafraseado no Zohar, conforme Aryeh Kaplan em sua introdução à tradução e comentário do Bahir.
Dizia Moshe Cordovero (1522-1570): "As palavras deste texto são lumionosas (Bahir) e cintilantes, mas o seu brilho pode cegar...".
Acredita-se que o Bahir foi composto em meados do século XII (1175), na escola cabalística de Provance (França), e circulou por quase cinco séculos em forma de manuscrito, restrito a um círculo restrito de cabalistas judeus, antes que fosse impresso em Amsterdã no ano de 1651.
Sua primeira edição em outra língua deu-se em 1923 para o alemão e após em 1980 para o inglês. Assim, o Bahir é, como o Zohar um trabalho não muito popular, seu texto é porém muito menor que o do Zohar, em torno de 12.000 palavras, e maior que o Sepher Yetzirah.
Embora o Bahir seja considerado como produto dos ensinamentos do Rabi Nehuniah, partes consideráveis do trabalho são atribuidos a outros autores de sua escola ou descendência. Dentre estes, são citados o Rabino Akiba, o Rabino Eliezer o Grande, Rabino Berachia, Rabino Yochanan ben Dahabai, Rabino Levitas ben Tavros e Rabino Rahumai o mais citado dentre todos, suscessor do Rabi Nehuniah como líder da escola, que também conheceu o Rabi Pinhas ben Yair, sogro do Rabi Shimon bar Yochai, autor do Zohar. Diz a lenda que Rabi Rahumai estava junto com o Rabi Pinhas, quando Rabi Shimon saiu de sua caverna no Kineret, onde o Zohar lhe foi revelado...
Conta-nos Aryeh Kaplan, que com o encerramento do período Talmúdico, o círculo de cabalistas diminuiu e, em certas épocas, pode não ter ultrapassado uma parca dúzia de indivíduos. Porém este grupo era tão unido que, muitas vêzes, pessoas estranhas nem suspeitavam de sua existência. Embora fosse importante manter a tradição da Cabala, também era importante evitar que caísse em mãos erradas...Dentre os cabalistas "pré-Bahir", podemos citar Natronai Gaon (794-861), Sherira Gaon(906-1006), Hai Gaon (939-1038).
Por outro lado, sábios como Maimônides (1135-1204) que escreveu a Mishné Torah e o Rabi Yehudá ben Barzilai (1035-1105) autor de um dos mais extensos comentários sobre o Sepher Yetzirah, nunca viram ou comentaram nada sobre o Bahir.
Ainda dentre os conhecedores da Tradição encontram-se Ravaad o Rabino Avraham ben David de Posquieres (1120-1198), filho de Avraham ben Itzrak e pai de Isaac o Cego, que embora fosse cego possuia a reputação de poder ver a alma de uma pessoa e de ser capaz de ler os seus pensamentos. Isaac o Cego, que foi chamado de "Pai da Cabala" pelo Rabi Bachya Asher (1276-1340) em seu comentário sobre a Torah, transmitiu a tradição a seus discípulos Ezra e Ariel, e estes ao Rabino Moshe ben Nachman (Nachmanides), conhecido como Ranban (1194-1270) que citou frequentemente o Bahir em seus comentários sobre a Torah.
O Bahir foi o texto mais importante da Cabala Clássica, até a publicação do Zohar em 1295. E este último extende-se em muitas oportunidades sobre comentários e conceitos encontrados inicialmente no Bahir. De fato um estudo cuidadoso revela uma considerável semelhança entre os dois trabalhos, o que pode ser explicado pelo fato de que o Rabino Shimeon bar Yochai, autor do Zohar, conhecia os ensinamentos de Rabi Nehuniah, mesmo antes da revelação mística especial da caverna o Rabi Shimeon já devia ter sido iniciado na Tradição dos "Mistérios da Carruagem" conforme o Bahir chama a Cabala, e a ligação deve ter sido o Rabi Pinhas ben Yair, sogro de Shimeon e amigo do Rev Rahumai, conforme citado. De especial interesse é também o fato de que ambos os trabalhos Zohar e Bahir referem-se à Luz e a Brilho...
Ainda conforme Kaplan, resumimos a seguir a estrutura do Bahir e seus ensinamentos:
1 - Primeiros versículos da criação (1-16)
2 - O alfabeto (27-44)
3 - As Sete Vozes e Sephiroth (45-123)
4 - As dez Sephiroth (123-193)
5 - Mistérios da Alma (194-200)
BAIXAR PDF
terça-feira, 4 de março de 2008
Gematria, de Aleister Crowley
Para falarmos da Qabalah Esotérica que se encontra nos livros, devemos considera-la uma
casca do fruto perfeito da Árvore da Vida, depois dos ensinamentos esotéricos que nela estão incutidos. Com isso, ficaria claro o absurdo e a falsidade daqueles que não se iniciaram no Verdadeiro Caminho, o puro e razoável Caminho Oculto. Para o estudante que desconhece os rudimentos da Qabalah, recomendamos que estudem a introdução da "Qabalah Desvelada" de Knorr de Rosenroth. A Qabalah literal se encontra dividida em três partes: GMTRIA (Gematria);
NVTRIQVN (Notaricon); e ThMVRH (Temurá).
Gematria é uma metatesis da palavra grega grammateia. É baseada no relativo valor numérico das palavras. As palavras de valores numéricos similares supostamente são interpretadas mutuamente, e esta teoria se estende as orações e frases completas. Por exemplo, a letra Shin, Sh, é igual a 300, que é equivalente a soma da palavra RVCh ALHIM, Ruach Elohim, o Espírito dos Elohim. R=200, V=6, Ch=8, A=1, L=30, H=5, I=10, M=40; total=300. Similarmente a palavra AchD, Achad, Unidade, Um, e AHBH, Ahebah, Amor, ambas são iguais a 13. A=1, Ch=8, D=4; A=1, H=5, B=2, H=5; total comum=13. O nome do Anjo MTTRVN, Metraton e o nome da deidade ShDI, Shadai, somem 314 cada um, com o que ambas são simbolizadas mutuamente. É dito que o Anjo Metraton conduziu o povo de Israel pelo deserto, e que dele Deus disse: "Meu Nome este Nele". Com respeita a Gematria das palavras IBA ShILH, Yeba Shiloh, "Shiloh Vendra"=358, que é a soma da palavra MShICh, Messias. Temos outro exemplo da frase do Gênesis, XVII: 2, VHNH ShLSh, Elo Mikael Gabriel Ve Raphael, "Estes eram Miguel, Gabriel e Rafael"; cada frase soma 701. Creio que estes exemplos são suficientes para deixar claro a natureza da Gematria.
BAIXAR PDF
casca do fruto perfeito da Árvore da Vida, depois dos ensinamentos esotéricos que nela estão incutidos. Com isso, ficaria claro o absurdo e a falsidade daqueles que não se iniciaram no Verdadeiro Caminho, o puro e razoável Caminho Oculto. Para o estudante que desconhece os rudimentos da Qabalah, recomendamos que estudem a introdução da "Qabalah Desvelada" de Knorr de Rosenroth. A Qabalah literal se encontra dividida em três partes: GMTRIA (Gematria);
NVTRIQVN (Notaricon); e ThMVRH (Temurá).
Gematria é uma metatesis da palavra grega grammateia. É baseada no relativo valor numérico das palavras. As palavras de valores numéricos similares supostamente são interpretadas mutuamente, e esta teoria se estende as orações e frases completas. Por exemplo, a letra Shin, Sh, é igual a 300, que é equivalente a soma da palavra RVCh ALHIM, Ruach Elohim, o Espírito dos Elohim. R=200, V=6, Ch=8, A=1, L=30, H=5, I=10, M=40; total=300. Similarmente a palavra AchD, Achad, Unidade, Um, e AHBH, Ahebah, Amor, ambas são iguais a 13. A=1, Ch=8, D=4; A=1, H=5, B=2, H=5; total comum=13. O nome do Anjo MTTRVN, Metraton e o nome da deidade ShDI, Shadai, somem 314 cada um, com o que ambas são simbolizadas mutuamente. É dito que o Anjo Metraton conduziu o povo de Israel pelo deserto, e que dele Deus disse: "Meu Nome este Nele". Com respeita a Gematria das palavras IBA ShILH, Yeba Shiloh, "Shiloh Vendra"=358, que é a soma da palavra MShICh, Messias. Temos outro exemplo da frase do Gênesis, XVII: 2, VHNH ShLSh, Elo Mikael Gabriel Ve Raphael, "Estes eram Miguel, Gabriel e Rafael"; cada frase soma 701. Creio que estes exemplos são suficientes para deixar claro a natureza da Gematria.
BAIXAR PDF
Marcadores:
A.·.A.·. - Astrum Argentum,
Cabala,
Magia / bruxaria / feitiçaria,
Satanismo,
Thelema
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Liber Samech
Os Sete passos para a boa realização monetária.
Operação com o Génio das Schemamphorah
Conjuração de Sachiel
BAIXAR PDF
Operação com o Génio das Schemamphorah
Conjuração de Sachiel
BAIXAR PDF
Marcadores:
Astrologia,
Cabala,
Magia / bruxaria / feitiçaria
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Origens Mágicas da Maçonaria, de Eliphas Levi
A grande associação cabalística, conhecida na Europa sob o nome de Maçonaria, surge de repente no mundo, no momento em que o protesto contra a Igreja acaba de desmembrar a unidade cristã. Os historiadores desta ordem não sabem explicar-lhe a origem: uns dão-lhe por mãe uma associação de pedreiros formada no tempo da construção da catedral de Estrasburgo; outros dão-lhe Cromwell por fundador, sem entrarem em indagações se os ritos da maçonaria inglesa do tempo de Cromwell não são organizados contra este chefe da anarquia puritana; há ignorantes que atribuem aos jesuítas, senão a fundação ao menos a continuação e a direção desta sociedade muito tempo secular e sempre misteriosa. À parte esta última opinião, que se refuta por si mesma, podem se conciliar todas as outras, dizendo que os irmãos maçons pediram aos construtores da catedral de Estrasburgo seu nome e os emblemas de sua arte, que eles se organizaram pela primeira vez publicamente na Inglaterra, a favor das instituições radicais e a despeito do despotismo de Cromwell. Pode-se ajuntar que eles tiveram os templários por modelos, os rosa-cruzes por pais e os joanitas por antepassados. Seu dogma é o de Zoroastro e de Hermes, sua regra é a iniciação progressiva, seu princípio a igualdade regulada pela hierarquia e a fraternidade universal; são os continuadores da escola de Alexandria, herdeiros de todas as iniciações antigas; são os depositários dos segredos do Apocalipse e do Zohar; o objeto de seu culto é a verdade representada pela luz; eles toleram todas as crenças e não professam senão uma só e mesma filosofia; eles não procuram senão a verdade, não ensinam senão a realidade e querem chamar progressivamente todas os inteligências à razão. O fim alegórico da maçonaria é a reconstrução do templo de Salomão; o fim real é a reconstituição da unidade social pela aliança da razão e da fé, e o restabelecimento da hierarquia, conforme a ciência e a virtude, com a iniciação e as provas por graus. Nada é mais belo, está se vendo, nada é maior do que estas idéias e estas tendências; infelizmente as doutrinas da unidade e a submissão à hierarquia não se conservaram na maçonaria universal; houve logo aí uma maçonaria dissidente, oposta à maçonaria ortodoxa, e as maiores calamidades da revolução francesa foram o resultado desta cisão.
BAIXAR PDF
BAIXAR PDF
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Sepher haZohar
1 - Questões Relativas à Essência
a - Qual é a essência de nosso ser ?
b - Qual é o nosso propósito na longa corrente da existência, da qual somos apenas uma ínfima ligação ?
c - A auto-reflexão nos revela nossas imperfeições e nossa posição baixa. Ainda assim, como é possível, vendo que somos criados pelo Ser Sagrado, cuja essência perfeita deve necessariamente produzir trabalhos perfeitos ?
d - Uma assertiva, geralmente aceita, é que o Criador é Deus, e faz o Bem. Então, porque Ele criou tantos seres cuja completa existência consiste em sofrimento e tortura sem fim ? Não é de ser esperado que o bem faz o bem, ou pelo menos não é tão mal ?
e - Como é possível que do Eterno, que não tem nem princípio nem fim, possa surgir seres finitos e perescíveis ?
Para entender completamente tudo isto, primeiramente necessitamos buscar certas questões. Não nas áreas em que é "proibido" (este termo denota impossibilidade de compreensão), como no caso da Essência do Criador Todo-Poderoso, porque nada pode abarcá-lo, e portanto não existe possibilidade de pensar ou falar sobre Ele. Mas devemos dirigir nossas questões a seus desejos, como fomos comandados pela Torah - "Conhece ao Deus de teu pai e serve-o", e como encontramos no Hino da Unidade "é através de Seus desejos que nós o conhecemos".
A primeira questão refere-se ao entendimento de como a criação pode ser concebida como algo totalmente "novo", significando que este algo novo não estava contido no Todo-Poderoso antes que Ele o criasse. É óbvio que não existe nada que não esteja contido Nele. Razão pura nos leva a esta asserção, pois como alguém pode dar o que não possui ?
A segunda questão, admitindo que Ele pudesse ter criado algo totalmente novo a partir do nada, que antes não fizesse parte Dele, então a questão a ser feita é: Qual é a existência que não tem nenhum lugar dentro Dele, mas que é completamente nova ?
A terceira questão é dirigida ao que nos dizem os Mestres da Cabala que a Alma (Neshamah) de um homem é uma parte de Deus nas alturas. Com isto queremos dizer que não existe diferença entre Ele e a alma, exceto que Ele é o Todo e a alma é uma Parte. Eles comparam isto a uma pedra retirada da montanha. Pois não há diferença entre a pedra e a montanha, somente que uma é o Todo e a outra é uma Parte. Mas como pode alguem conceber o Todo-Poderoso separando uma parte de Sua Essência, a qual, então se tornaria uma parte que foi separada Dele, o que significa que uma alma pode apenas ser considerada como sendo uma parte de Sua Essência ?
A quarta questão é a seguinte: Desde que a Carruagem do Outro Lado (forças do mal), e as Cascas (Klipoth) estão tão visceralmente separadas de Deus, ao ponto que nós não podemos nem imaginar a distância, como é possível que possam ser provenientes e existir em Deus, ou mesmo que Deus deva estar dando a eles a sua existência ?
A quinta questão concerne a Ressureição dos Mortos. Desde que o corpo físico, a partir do momento de seu nascimento já está condenado a morrer e ser enterrado. O Zohar diz que antes que o corpo físico esteja completamente decomposto e até que ainda exista a menor parte dele, a alma (Neshamah) não pode ascender ao seu lugar próprio no Paraíso. Porque então deve ser necessário subir de novo no tempo da Ressureição dos mortos ? Não poderia Deus, dar as almas a plenitude do prazer sem que seus corpos físicos estivessem presentes ?
A sexta questão é dirigida por um conhecimento antigo de nossas lendas que afirma ser o homem o centro de toda a existência e que todos os mundos mais altos e também este mundo material foram criados para ele (Zohar Vayikra, 48). É difícil de entender porque Deus Todo-Poderoso deveria ter tanto "trabalho" de criar tudo para um insignificante ser humano, cujo valor quando comparado com o valor da existência deste mundo material não equivale nem a um simples fio de cabelo, isto sem contar que quando comparado aos mundos Altos, que são infinitos, e cuja exaltação não tem limites ? Portanto, que nescessidade tem um homem de tudo isto ?
BAIXAR PDF
a - Qual é a essência de nosso ser ?
b - Qual é o nosso propósito na longa corrente da existência, da qual somos apenas uma ínfima ligação ?
c - A auto-reflexão nos revela nossas imperfeições e nossa posição baixa. Ainda assim, como é possível, vendo que somos criados pelo Ser Sagrado, cuja essência perfeita deve necessariamente produzir trabalhos perfeitos ?
d - Uma assertiva, geralmente aceita, é que o Criador é Deus, e faz o Bem. Então, porque Ele criou tantos seres cuja completa existência consiste em sofrimento e tortura sem fim ? Não é de ser esperado que o bem faz o bem, ou pelo menos não é tão mal ?
e - Como é possível que do Eterno, que não tem nem princípio nem fim, possa surgir seres finitos e perescíveis ?
Para entender completamente tudo isto, primeiramente necessitamos buscar certas questões. Não nas áreas em que é "proibido" (este termo denota impossibilidade de compreensão), como no caso da Essência do Criador Todo-Poderoso, porque nada pode abarcá-lo, e portanto não existe possibilidade de pensar ou falar sobre Ele. Mas devemos dirigir nossas questões a seus desejos, como fomos comandados pela Torah - "Conhece ao Deus de teu pai e serve-o", e como encontramos no Hino da Unidade "é através de Seus desejos que nós o conhecemos".
A primeira questão refere-se ao entendimento de como a criação pode ser concebida como algo totalmente "novo", significando que este algo novo não estava contido no Todo-Poderoso antes que Ele o criasse. É óbvio que não existe nada que não esteja contido Nele. Razão pura nos leva a esta asserção, pois como alguém pode dar o que não possui ?
A segunda questão, admitindo que Ele pudesse ter criado algo totalmente novo a partir do nada, que antes não fizesse parte Dele, então a questão a ser feita é: Qual é a existência que não tem nenhum lugar dentro Dele, mas que é completamente nova ?
A terceira questão é dirigida ao que nos dizem os Mestres da Cabala que a Alma (Neshamah) de um homem é uma parte de Deus nas alturas. Com isto queremos dizer que não existe diferença entre Ele e a alma, exceto que Ele é o Todo e a alma é uma Parte. Eles comparam isto a uma pedra retirada da montanha. Pois não há diferença entre a pedra e a montanha, somente que uma é o Todo e a outra é uma Parte. Mas como pode alguem conceber o Todo-Poderoso separando uma parte de Sua Essência, a qual, então se tornaria uma parte que foi separada Dele, o que significa que uma alma pode apenas ser considerada como sendo uma parte de Sua Essência ?
A quarta questão é a seguinte: Desde que a Carruagem do Outro Lado (forças do mal), e as Cascas (Klipoth) estão tão visceralmente separadas de Deus, ao ponto que nós não podemos nem imaginar a distância, como é possível que possam ser provenientes e existir em Deus, ou mesmo que Deus deva estar dando a eles a sua existência ?
A quinta questão concerne a Ressureição dos Mortos. Desde que o corpo físico, a partir do momento de seu nascimento já está condenado a morrer e ser enterrado. O Zohar diz que antes que o corpo físico esteja completamente decomposto e até que ainda exista a menor parte dele, a alma (Neshamah) não pode ascender ao seu lugar próprio no Paraíso. Porque então deve ser necessário subir de novo no tempo da Ressureição dos mortos ? Não poderia Deus, dar as almas a plenitude do prazer sem que seus corpos físicos estivessem presentes ?
A sexta questão é dirigida por um conhecimento antigo de nossas lendas que afirma ser o homem o centro de toda a existência e que todos os mundos mais altos e também este mundo material foram criados para ele (Zohar Vayikra, 48). É difícil de entender porque Deus Todo-Poderoso deveria ter tanto "trabalho" de criar tudo para um insignificante ser humano, cujo valor quando comparado com o valor da existência deste mundo material não equivale nem a um simples fio de cabelo, isto sem contar que quando comparado aos mundos Altos, que são infinitos, e cuja exaltação não tem limites ? Portanto, que nescessidade tem um homem de tudo isto ?
BAIXAR PDF
sábado, 12 de janeiro de 2008
Kabbalah (Tradição)
INTRODUÇÃO
Longos anos se passaram para que o Homem elaborasse melhor seus conhecimentos e os separasse da religião. Na Idade Moderna e ainda mais na Contemporânea, vimos nossos cientistas realizarem varias experiências e elaborarem complexos cálculos para tentar encontrar explicações lógicas e racionais para os fenômenos da natureza e da vida, vindo cada vez mais a afastar-se dos dogmas e postulados impostos pelos diversos mitos religiosos.
Hoje, os "Homens da Ciência", em sua maioria, não admitem acreditar em Deus, pois isso significaria aceitar explicações religiosas para alguns fenômenos que a ciência se encontra avontade para provar sua existência racionalmente e experimentalmente, chocando-se com o mito religioso. Tomemos como exemplo um cientista Católico Apostólico Romano: seus estudos revelam que o ser humano veio sofrendo uma longa evolução (teoria evulocinista de Darwing) com o passar dos milênios, desde o organismo unicelular até sua atual e complexa estrutura orgânica; o que entra, supostamente, em choque com a criação do Homem segundo o mito Bíblico (Deus o fazendo de barro e depois soprando-o para dar-lhe vida).
Realmente, para estes grandes homens, torna-se difícil aceitar explicações que ferem totalmente as leis da natureza as quais nos encontramos submetidos dia a dia. Para imaginarmos como certas explicações parecem-lhes infundadas e absurdas, façamos um pequeno paralelismo com uma pessoa daltônica que tenta convencer uma pessoa de plena visão que as cores vermelha e verde são iguais. Lógico que este último tentará convencer ao daltônico que o mesmo não percebe esta diferença devido a um problema biológico que possui, que a grande maioria das pessoas notam esta diferença e que existem aparelhos capazes de apontar esta diferença pelo comprimento de onda correspondente a emissão de tais cores, etc. Aceitar tais verdades religiosas seria descreditar as pesquisas científicas.
Sob este ponto de vista, podemos entender o porquê da resistência destas pessoas as religiões. Mas será que os mitos contados ou relatados por diversas religiões, os quais foram fontes de grandes homens, ou mesmo revelado por eles, estão completamente errados? Será que os homens seguiram conceitos absurdos que transformaram o mundo ao seu redor, fundando grandes civilizações e destruindo outras baseados em fantasias? Até mesmo nossos cientistas hão de convir que gigantes como Jesus de Nazaré e outros de singular importância, não só nas religiões que lhes foram creditadas, eram possuidores de rara inteligência e notável saber, dentre suas muitas qualidades. Com certeza, as palavras deste merecem uma melhor consideração e uma análise mais criteriosa pelos homens da ciência.
Hoje, os filósofos já admitem os mitos religiosos como divulgadores de grandes verdades as quais contadas de maneira direta não seriam reconhecidos ou se quer compreendidos pelos homens. Os mitos foram uma forma de fixar e divulgar grandes conhecimento para todos os homens.
Como conciliar ciência e religião, ou até melhor, saber cientifico e crença em Deus? Será que Deus vez a criação de forma totalmente diferente da maneira que a mantém?
Fritjof Capra, doutor em física, leciona atualmente na Universidade da Califórnia (Berkeley), faz um estudo paralelo entre física quântica, relativística, astrofísica e toda a física de maneira geral com a misticismo, principalmente do Hinduísmo, Budismo, Taoísmo, do Zen e do I Ching. A unidade que a física tanto busca atualmente, já está descrita a muito nestas tradições.
BAIXAR PDF
Longos anos se passaram para que o Homem elaborasse melhor seus conhecimentos e os separasse da religião. Na Idade Moderna e ainda mais na Contemporânea, vimos nossos cientistas realizarem varias experiências e elaborarem complexos cálculos para tentar encontrar explicações lógicas e racionais para os fenômenos da natureza e da vida, vindo cada vez mais a afastar-se dos dogmas e postulados impostos pelos diversos mitos religiosos.
Hoje, os "Homens da Ciência", em sua maioria, não admitem acreditar em Deus, pois isso significaria aceitar explicações religiosas para alguns fenômenos que a ciência se encontra avontade para provar sua existência racionalmente e experimentalmente, chocando-se com o mito religioso. Tomemos como exemplo um cientista Católico Apostólico Romano: seus estudos revelam que o ser humano veio sofrendo uma longa evolução (teoria evulocinista de Darwing) com o passar dos milênios, desde o organismo unicelular até sua atual e complexa estrutura orgânica; o que entra, supostamente, em choque com a criação do Homem segundo o mito Bíblico (Deus o fazendo de barro e depois soprando-o para dar-lhe vida).
Realmente, para estes grandes homens, torna-se difícil aceitar explicações que ferem totalmente as leis da natureza as quais nos encontramos submetidos dia a dia. Para imaginarmos como certas explicações parecem-lhes infundadas e absurdas, façamos um pequeno paralelismo com uma pessoa daltônica que tenta convencer uma pessoa de plena visão que as cores vermelha e verde são iguais. Lógico que este último tentará convencer ao daltônico que o mesmo não percebe esta diferença devido a um problema biológico que possui, que a grande maioria das pessoas notam esta diferença e que existem aparelhos capazes de apontar esta diferença pelo comprimento de onda correspondente a emissão de tais cores, etc. Aceitar tais verdades religiosas seria descreditar as pesquisas científicas.
Sob este ponto de vista, podemos entender o porquê da resistência destas pessoas as religiões. Mas será que os mitos contados ou relatados por diversas religiões, os quais foram fontes de grandes homens, ou mesmo revelado por eles, estão completamente errados? Será que os homens seguiram conceitos absurdos que transformaram o mundo ao seu redor, fundando grandes civilizações e destruindo outras baseados em fantasias? Até mesmo nossos cientistas hão de convir que gigantes como Jesus de Nazaré e outros de singular importância, não só nas religiões que lhes foram creditadas, eram possuidores de rara inteligência e notável saber, dentre suas muitas qualidades. Com certeza, as palavras deste merecem uma melhor consideração e uma análise mais criteriosa pelos homens da ciência.
Hoje, os filósofos já admitem os mitos religiosos como divulgadores de grandes verdades as quais contadas de maneira direta não seriam reconhecidos ou se quer compreendidos pelos homens. Os mitos foram uma forma de fixar e divulgar grandes conhecimento para todos os homens.
Como conciliar ciência e religião, ou até melhor, saber cientifico e crença em Deus? Será que Deus vez a criação de forma totalmente diferente da maneira que a mantém?
Fritjof Capra, doutor em física, leciona atualmente na Universidade da Califórnia (Berkeley), faz um estudo paralelo entre física quântica, relativística, astrofísica e toda a física de maneira geral com a misticismo, principalmente do Hinduísmo, Budismo, Taoísmo, do Zen e do I Ching. A unidade que a física tanto busca atualmente, já está descrita a muito nestas tradições.
BAIXAR PDF
sábado, 20 de outubro de 2007
Cabala: Aspectos Do Oculto - Mundos Além Da Mente
Dentre os vários sistemas de estudo e consecuções mágico-místicas, aquele que, provavelmente, nos oferece as melhores lições, adaptando-se às características do Ocidente é, sem dúvida, a Cabala.
Mas o que é a Cabala? Esta é a primeira questão que se ergue, quando ouvimos referências sobre este Ramo do Esoterismo.
O assunto torna-se ainda mais intrigante ao sabermos que grande parte das Ordens Iniciáticas, principalmente as ditas maçônicas (1), se desenvolveram baseadas na Cabala, que aparece como a chave de todos os rituais destas ordens, inclusive os da Igreja Romana, como torna-se obvio a qualquer estudante não minado pelo fanatismo religioso.
A Cabala, a grosso modo, pode ser definida como sendo a Doutrina Esotérica Judaica (2).
A palavra Cabala (3), soletrada em hebraico é QBLH, derivando-se da raiz QBL, Qibel, significando “receber”. Isto refere-se ao fato ( assim é dito ) de que o Conhecimento Cabalístico é sempre transmitido oralmente.
Quanto às origens da Cabala, por mais que nos aprofundemos em pesquisas, jamais teremos respostas concretas a respeito. Mas, entre várias hipóteses, é dito que a tradição foi criada e desenvolvida durante seis mil anos de civilização nas terras de KHEM (Egito) (3). Naqueles gloriosos tempos, quando os “deuses” andavam pela Terra, a tradição era conhecida como PAUT NETERU (Nove Divindades). Em seguida, ao perceberem o início da decadência do Grande Império Camita, os iniciados resolveram transmiti-la aos Caanitas.
BAIXAR PDF
Mas o que é a Cabala? Esta é a primeira questão que se ergue, quando ouvimos referências sobre este Ramo do Esoterismo.
O assunto torna-se ainda mais intrigante ao sabermos que grande parte das Ordens Iniciáticas, principalmente as ditas maçônicas (1), se desenvolveram baseadas na Cabala, que aparece como a chave de todos os rituais destas ordens, inclusive os da Igreja Romana, como torna-se obvio a qualquer estudante não minado pelo fanatismo religioso.
A Cabala, a grosso modo, pode ser definida como sendo a Doutrina Esotérica Judaica (2).
A palavra Cabala (3), soletrada em hebraico é QBLH, derivando-se da raiz QBL, Qibel, significando “receber”. Isto refere-se ao fato ( assim é dito ) de que o Conhecimento Cabalístico é sempre transmitido oralmente.
Quanto às origens da Cabala, por mais que nos aprofundemos em pesquisas, jamais teremos respostas concretas a respeito. Mas, entre várias hipóteses, é dito que a tradição foi criada e desenvolvida durante seis mil anos de civilização nas terras de KHEM (Egito) (3). Naqueles gloriosos tempos, quando os “deuses” andavam pela Terra, a tradição era conhecida como PAUT NETERU (Nove Divindades). Em seguida, ao perceberem o início da decadência do Grande Império Camita, os iniciados resolveram transmiti-la aos Caanitas.
BAIXAR PDF
Assinar:
Postagens (Atom)